A final do Festival da Canção poderia ter sido muito bem uma final da
Eurovisão! Penso que foi a melhor gala de Festival de sempre! E digo
isto só pelo número de abertura que foi incrível! A chegada dos
apresentadores ao som de três músicas eurovisivas com
letras originais (quase de certeza que o Palmeirim teve mão naquilo) e a
aparecer no ecrã, foi um belo momento de karaoke cá em casa! 😃 A
sério, foi espectacular.
Logo de seguida, ouviram-se as músicas finalistas:
Os Calema estiveram mais descontraídos mas senti-lhes uma ligeira
pressão para fazer boa figura; como eram um dos favoritos e não estavam
propriamente bem classificados, eles esforçaram-se por brilhar... No
entanto, achei que exageraram nas vozes... e o falsete
foi arriscado! Só me lembrei do falhanço do Isaiah da Austrália de 2017!
Ai musiquinha, musiquinha... Nunca vou conseguir gostar de ti... Se bem
que a voz da Mariana Bragada é muito boa e acho que se sobressaiu mais
desta vez.
Não notei grandes alterações porque a voz dele é quase perfeita! 😀 O
Matay foi muito apoiado, mas de certeza que a claque queria tentar
destacar-se perante os tubarões (aka Osíris team)...
Ai, adoro! Adorei! É mesmo preciso saber escutar e assistir a isto para
se aprender a gostar. E ainda foi melhor do que na semi-final!
Também achei que o NBC esteve mais à vontade, de tal forma que por vezes a voz não saiu tão bem. Mas adoro a música e mereceu
estar ali.
A música não se destacou muito, mas gostei. E gostei mais da mensagem
que passaram através das pinturas faciais: as bandeiras de Israel,
Colômbia, Venezuela e Brasil, países que desejam paz.
ESPECTÁCULO! Este poderia ter sido o espectáculo da final da
Eurovisão! Viram o público ao rubro do início ao fim? Que loucura! E
desta vez eles mudaram a indumentária e acrescentaram adereços, que a mim
fizeram alusão aos anjos e aos diabos do céu, para onde
ele tentou ligar. 😀 Por sua vez, o coro desapareceu 🙏 e a
actuação só ficou a ganhar! O vencedor estava escolhido.
A música é boa e a Ana Cláudia melhorou e puxou pela actuação, mas ficou
ofuscada pelo brilharete do Conan e isso foi a sua maior desvantagem.
Depois do desfile, apareceu o Armando Gama a cantar a música com que nos
representou em 1983. Mais tarde, houve Pressão no Ar com humor ao Vasco
Palmeirim, que deu mote à actuação da Anabela. Ainda houve a surpresa
com a Vânia Fernandes e a música daquele saudoso
ano de 2008. Todas tiveram arranjos diferentes, mas sinceramente
achei-os demasiado básicos. Apesar disso, ficaram bem.
Não podia, obviamente, faltar a Cláudia Pascoal e a Isaura, apresentando cada uma os
seus últimos trabalhos e cantando a canção do ano passado.
As votações chegaram e não me lembro de ter havido escolha tão unânime
como esta: o Conan Osíris arrecadou 12 pontos de todos os júris, excepto
o do Algarve que lhe deu 10. Eis o vencedor!
Os Telemóveis escangalharam o
melhor Festival da Canção de sempre e em Maio vai escangalhar em Telavive, em Israel! Mal posso esperar! 😉
No passado Sábado, aconteceu a segunda semi-final do Festival da Canção.
Estava ainda mais ansiosa por ver esta semi-final por duas razões: ia
actuar um conhecido meu (Dan Riverman) e, além de querer muito ver como
ia ser a sua prestação, estava curiosa por
ouvir e ver ao vivo a canção da Surma.
Assim, foram estas as canções de Sábado:
Achei a música um bocado monótona, além de que a Lara Laquiz desafinou
um pouco. Mas gostei de ver a actuação e lembrei-me logo da Leonor
Andrade por causa do chapéu!
Conheço pessoalmente o Daniel e o trabalho dele enquanto músico e,
sinceramente, nunca imaginei que ele participasse no Festival. Por isso,
fiquei boquiaberta quando o vi na lista dos concorrentes! Não me
admirei, contudo, ao ver que o Miguel Guedes o convidou
para este desafio porque no ano passado eles actuaram juntos em Santo
Tirso e dali só podia resultar em algo bom. A música é muito boa, mas
honestamente não seria a melhor opção para a Eurovisão. A voz dele
encheu o palco e foi formidável! Tenho pena de ele
não ter passado, mas conseguiu mostrar o talento que tem e dar-se a
conhecer a Portugal e ao mundo. Sim, porque ele merece e já não era sem
tempo!
Não gostei nada da música; o refrão é muito repetitivo e sonoramente
irritante, para não falar do cliché do mar. Fiquei frustrada quando vi
que passou à final por ser mais votada pelo júri do que a do Dan Riverman, já que o
quarto lugar foi disputado por eles.
A música é gira e tem uma letra engraçada (#rissol). Mas não a via na Eurovisão.
Uma música bem ao estilo de Frankie Chavez que eu até gosto. Soa bem, mas não sei se fará diferença na Eurovisão.
A mais esperada da noite e a mais inesperada. Fiquei hipnotizada ao
ouvir a música (para também tentar perceber a letra) e ao ver todos os
elementos no palco. Confesso que não fiquei logo rendida, mas achei
espectacular. Revi a actuação no YouTube e gostei
cada vez mais. Soa a Björk e eu adoro a Björk! E é capaz de deixar o
público em completo silêncio, bem como fazer surgir vários sentimentos,
tal como o Salvador Sobral conseguiu (não da mesma forma, obviamente).
Acho que é uma séria concorrente à vitória.
Por vezes gosto deste género de música, mas desta vez isso não aconteceu. Passou-me despercebida.
Foi uma boa surpresa e cá em casa foi a favorita. Gosto muito da voz do
NBC e a música é agradável. Também não me importava que fosse a
escolhida.
Durante a votação do público, actuaram Carlos Mendes e Manuela Bravo com
as inesquecíveis A Festa da Vida e Sobe, Sobe, Balão Sobe, ao som
dos Kumpania Algazarra. Foram também dois momentos altos da noite.
Por fim, conheceram-se os resultados e os finalistas são: NBC, Surma,
Madrepaz e Mariana Bragada. Fiquei satisfeita pelos dois primeiros,
aceitei o terceiro e discordei da quarta.
No próximo Domingo iremos descobrir quem vai representar Portugal em
Israel. Estou indecisa entre quatro favoritos: Conan Osíris,
Matay, NBC e Surma.
Quais são os vossos favoritos?
Decorreu ontem a primeira semi-final do Festival da Canção de 2019 - e
parece que toda a euforia de 2018 ainda foi há poucos dias!
Este ano, todos tivemos acesso na íntegra a todas as canções a concurso e
eu já tive uma pequena noção do que podia esperar, apesar de não ter
ouvido todas as canções até ao fim.
Assim, aqui vão as minhas observações aos concorrentes:
Estranhei no início e levei algum tempo a entranhar, mas acabei por
gostar da música, género muito ouvido em algumas rádios nacionais.
Não se podia esperar outra coisa dos D.A.M.A.... Isto é D.A.M.A. em toda a
sua essência! Pessoalmente, não sou fã das músicas deles, mas admito
que são orelhudas. Esta é mais uma e não me impressionou.
Foi a que menos gostei. Não obstante a voz da Soraia, esta é mais uma
canção com uma letra de questões sobre o estado do mundo e de esperança
do futuro, coisa que me enerva profundamente. Já muitas semelhantes
foram à Eurovisão e... que nervos! Não sei, irritam-me!
Ah, e a própria melodia não era boa...
Sempre gostei desta dupla e das suas músicas. Esta manteve o estilo
deles e gostei muito! Aliás, a actuação parecia já ser a da final em
Israel e seria uma bela lufada de ar fresco para lá!
A tão badalada música deste festival... Antes disto, não conhecia quase
nada do Conan (basicamente só conhecia a versão d'A Minha Casinha que fez para o anúncio da NOS neste último Natal - e de que gostei), mas
já tinha ouvido falar. Ao conhecer a canção, admito que gostei. É fora
da caixa, tem melodias que nos remetem a estilos
orientais, tem saudade e tem uma letra incomum mas com significado. A voz dele lembra as canções ciganas, que gosto de ouvir. Estava ansiosa
por ver a actuação e achei espectacular! Achei só esquisito ver o
coro atrás a fazer aqueles sons, que mais valia terem sido mantidos no
instrumental. De resto, por enquanto, não me
importava que fosse esta a nossa escolha para Telavive.
Gostei do género de música, que me fez lembrar outras épocas, e também
do timbre da voz, apesar de não apreciar as letras enroladas que ela
dizia (a dicção não era boa, nem sempre percebi a letra). A música era
queridinha, mas...
Até fiquei impressionada pela positiva com esta proposta! Não morri de amores, mas acreditei que fosse passar à final...
Surpreendi-me pela positiva! Esperava uma balada irrelevante
mas vi depois que era especial. Já algumas assim foram à Eurovisão por outros
países e saíram-se relativamente bem. A letra era bonita e a voz
espectacular!
Após as canções, houve duas actuações que foram especiais: as de
António Calvário e de Eduardo Nascimento, interpretando as músicas com
que nos representaram na Eurovisão. Pessoalmente, O Vento Mudou é das
melhores de sempre, por isso embeveci-me quando
ouvi a versão com o Cais Sodré Funk Connection. Foi maravilhoso!
No final, as votações decidiram que os finalistas seriam Matay, Conan
Osíris, Calema e Ana Cláudia. Fiquei impressionada quando vi que Filipe
Keil ficou em penúltimo, mas fiquei satisfeita com as escolhas.
Que venha a próxima semi-final! 🙂
Este ano, a Final do Festival da Canção (FC) teve lugar na cidade de
Guimarães, cidade berço de Portugal e que há uns anos foi capital
europeia da cultura. Como nortenha e vizinha da terra, foi um orgulho
assistir à descentralização deste evento que me fascina tanto.
O palco do FC estava magnífico e parecia já digno de uma Eurovisão:
amplo, colorido e luminoso! E com aquela dupla de apresentadores tão
enérgica e bem disposta (Filomena Cautela e Pedro Fernandes), bem que
arrumavam Petra Mede e Måns Zelmerlöw a um canto! Ou quase...😂
A abertura do certame foi original e moderna, cujos efeitos fizeram
obviamente lembrar a actuação vencedora do supracitado Måns. Já agora,
repararam na música de fundo? Sim, era Sax, de Fleur East, uma música
que eu adoro, mas por acaso não vos faz lembrar nada? Já que estamos
numa onda de plágios, queiram ouvir What's the Pressure, de Laura
Tesoro, que representou a Bélgica em 2016, e tirem as vossas
conclusões. Eu cá não sou de intrigas, mas...
A entrada dos apresentadores foi um pouco teatral mas muito divertida;
lá está, parecia mesmo a Eurovisão! Até só faltava o Jon Ola Sand estar
lá e dizer let the show begin! Ah, espera lá, foi o que aconteceu! Let the Festival da Canção begin!
No geral, as músicas subiram na minha consideração; fiz questão de as
ouvir de novo ao longo da semana e aprendi a apreciá-las. A maioria
das actuações desta noite foram melhores, mas houve outras que
correram menos bem: ou a voz não se sobressaía, ou parecia soar fora de
tempo, ou não mostrava tanta segurança. Contudo, notei que muitos
intérpretes já levavam o espírito leve e cantaram de forma mais
descontraída. Agora, posso dizer que as minhas favoritas, por ordem de
actuação, eram: Para Sorrir eu Não Preciso de Nada, (sem título), Pra te Dar Abrigo e O Jardim.
Findas as actuações, chegou o momento das homenagens, que recaíram sobre
as Doce e Simone de Oliveira. Adorei ouvir as quatro cantoras que
recordaram as mais marcantes músicas das Doce, com uma sonoridade disco que eu tanto adoro!
Mas o momento alto foi a homenagem à Simone. Num vestido verde, tal como
Simone há 49 anos, entrou a Aurea e arrebatou com tudo a cantar Sol de
Inverno. Caramba, quis logo que fosse ela a representar Portugal!
Depois entrou a Marisa Liz que também me emocionou. E quando já não se
contava com mais nada, apareceu a própria Simone, num vestido vermelho
particularmente jovial, que cantou a Desfolhada. Foi épico!
Avassalador!
Lindo foi também o momento em que a Luísa Sobral cantou uma música que
fará parte do próximo disco dela. Maria do Mar é linda! Toda a música,
todo os sons, toda a letra me encantou. E eu que não costumo gostar
muito das músicas dela, esta apaixonou-me logo no início.
A derradeira parte chegou e ficámos a conhecer as votações. Tanto as do
júri como as do público não me surpreenderam, mas desta vez foi muito
renhido até ao último segundo. E acabou por vencer a
Cláudia Pascoal, com O Jardim. Fazia parte das minhas favoritas, por
isso fiquei agradada! Acho que vamos ser bem representados.
Espero que tudo corra bem na Eurovisão, tanto à Cláudia como aos
concorrentes e a todo o concurso em geral. Será certamente um evento
inesquecível para todos nós!
Ontem decorreu mais uma semi-final do Festival da Canção, mas eu não
estava com grande ânsia e expectativa em relação aos intérpretes
(tirando dois deles); apenas alguma curiosidade nas canções. Imaginei
que fosse um desfile semelhante ao primeiro, quer nos bons aspectos,
quer nos maus.
Programa de televisão em directo que se preze tem de ter falhas
técnicas! 😆 Foi o que aconteceu logo na primeira actuação. Mas,
obviamente, Maria Inês Paris teve direito a uma segunda oportunidade e
ainda bem que se mostrou calma e segura, pois a música merecia ser
ouvida. A sonoridade característica de Tito Paris e a voz da intérprete
combinaram lindamente e eu gostei muito. Talvez não seja a minha
primeira escolha para a Eurovisão, mas com certeza é uma das minhas
preferidas.
Curioso o facto de a intérprete ter integrado o coro dos Da Vinci em
1989 na Eurovisão; não fazia ideia! Mas esta música não me convenceu.
Também não gostei muito desta música, pois não acho que se destaque no palco.
Talvez o mais esperado desta semi-final e o que me deu mais esperança
até agora. A música também é simples, mas o som dos violinos tocados
pelas acompanhantes de olhos vendados tornaram o ambiente mais
intimista, poderoso e especial, que também destacou a letra incrível da
música. Esta é a minha favorita até agora.
Não foi uma música má, mas não me despertou grande interesse.
Gostei de ouvir este género de música no Festival, mesmo típico de
Capicua. Fiquei surpreendida por gostar, admito, mas talvez não a escolha para nos representar.
Estava também curiosa por ouvir esta canção na voz tão própria de
Cláudia Pascoal. Não me desiludiu nada, gostei mesmo muito! Apesar de a
mensagem ser tão comovente... e isso viu-se no final da actuação...
Patati Patata... Que música tão fofinha! Foi muito agradável de se
ouvir. Só não esperava que tivesse versos em várias línguas - tão comum
na Eurovisão, mas que já esteve mais na moda... Seria uma música gira de
se ouvir no palco eurovisivo, mas acho que não nos destacaria muito...
Hum... Música desadequada para este certame.
Talvez gostasse mais de ouvir esta canção noutro ambiente; aqui no Festival não me cativou...
Costumo gostar das músicas de Armando Teixeira (dos Balla) e esta música não fugiu desse género. Até gostei desta, mas...
Não me fascinou. Achei a voz da intérprete um pouco insegura e não houve um momento alto na música...
Boa música, que me fez lembrar algumas que já ouvi na Eurovisão. Mas admito que prefiro ouvir português... 😉
No fim da audição deste lote de músicas, achei que estas foram
diversificadas nos géneros, o que foi positivo. Destaquei algumas
favoritas e outras descartei de imediato.
Houve novamente o momento de homenagem, desta vez a José Luís Tinoco e de novo
ouviram-se músicas de Carlos Paião. Mas o meu momento preferido foi
quando ouvi a Canção do Beijinho do fantástico Herman José!
As votações não me desiludiram e foram de acordo
com as minhas preferências. Ainda bem que as minhas favoritas ficaram no topo da tabela!
Dia 4 de Março, será a Final em Guimarães e finalmente descobriremos quem irá a
Lisboa representar este maravilhoso país que está a revelar-se poderoso
no concurso. Já não era sem tempo!
E a tarefa de escolher não vai ser assim tão fácil...
Finalmente chegou a primeira semi-final do Festival da Canção de 2018!
Depois da inesquecível vitória do Salvador no ano passado, o Festival
deste ano foi aguardado com redobradas expectativas.
Na semana passada, eu já tinha ouvido 45 segundos de cada música desta
semi-final e, para ser sincera, achei a maioria muito calma e a seguir a
onda do Salvador; no entanto, gostei do que ouvi e marquei algumas como
favoritas. Mesmo assim, era preciso ouvir as músicas completas para as
poder julgar.
Esta foi uma das que menos me cativou quando ouvi o excerto mas que ao
vivo me fez mudar de ideias. O estilo é moderno e a letra é fantástica!
Se fosse escolhida para nos representar, eu não ficaria triste, mas
preferiria outra.
Se me tivessem mostrado apenas a música, diria que era o Jorge Palma a
cantar... o estilo não engana; já a voz de Rui David engana um
bocadinho! É mesmo parecida com a do Palma! E gostei da música, tal como
gosto das músicas dele.
Mais uma que não me chamou quando ouvi o excerto mas que agora me
surpreendeu. Adorei o timbre da voz de Beatriz Pessoa e da sua colocação
no refrão, apesar de no fim já me cansar do repetitivo eu te amo. A
música é feliz, fresca e bonita, mas certamente não seria a minha
primeira escolha.
Até agora, foi a minha favorita! Não esperava gostar tanto da música
de Fernando Tordo, pois não contava com este género tão forró do
Brasil, muito menos na voz de Anabela, mas resultou e, por mim, seria
uma boa opção para nos
representar!
O excerto não me cativou; já esta actuação deixou-me curiosa quando
Catarina Miranda entrou. Não esperava que viesse como uma boneca, mas
gostei; seria algo diferente no palco eurovisivo. E a música também foi
melhor do que o excerto me mostrou, mas... é preciso ouvir mais canções.
Esta foi a minha primeira desilusão, já que fiquei com algumas
expectativas quando ouvi o excerto. Mas a actuação ficou aquém do que
imaginava. E foi uma pena! Gosto do género e da música, mas a voz da
intérprete percebeu-se mal, bem como a sua presença no palco não foi
muito cativante.
Talvez o mais esperado da noite, não fosse ele convidado pelo
Salvador. Sim, adorei a música, a letra, o ambiente em palco. Seria uma
boa aposta na Eurovisão. Mas... não seria mais do mesmo? No ano passado
ganhámos com uma canção linda e inovadora, mas quase de certeza que algo
semelhante não iria ter a mesma aceitação. Mas nunca se sabe... O que
interessa, isso sim, é que a canção é boa.
José Cid sendo José Cid! O estilo é o de sempre, e isso não é mau! Não
fiquei lá muito expectante quando ouvi o excerto, mas a música foi um
pouco diferente do que imaginava. Até gostei, mas não adorei.
Uma das que menos me chamou a atenção e que assim se manteve até agora. A música não é má, mas não gosto dela neste concurso.
Canção com alma fadista: expectável no Festival. Gostei muito da voz, mas a canção ainda não me convenceu.
Gostei dos sons quentes do Brasil e da letra referente às canções e artistas que já foram à Eurovisão, mas não gostei muito da voz e acho que não é uma boa aposta para nos representar.
A música fez jus ao título: foi um autêntico alvoroço! Não sei bem o
que achei dela, talvez ainda precise de ouvir mais vezes, mas acho que
não é boa ideia levá-la à Eurovisão.
Gostei muito desta canção, apesar de a voz da Maria Amaral não ter estado perfeita. Música muito bonita, mesmo.
E assim acabou o desfile de canções. Este ano, tive mais gosto em
assistir ao Festival; não senti tanta pressão, talvez por termos cá a
Eurovisão e a garantia da final. Mesmo assim, convém levarmos uma boa
música!
Enquanto se votava, houve os clássicos medleys, mas desta vez
homenagearam-se dois artistas festivaleiros (Carlos Paião e Dina) com
várias canções dos seus repertórios.
Na hora das votações, não me espantei com algumas escolhas,
principalmente com os 12 pontos do júri para Janeiro. No geral, fiquei
agradada com os finalistas, mas uma canção ou outra dispensava. Como
sempre...
Já hoje, a RTP divulgou que houve um erro na votação e consequente
apuramento de um finalista. Assim, em vez de Eu Te Amo, passou Sem Medo. Gostei de ambas, mas preferia a excluída...
E Domingo haverá mais Festival da Canção!
Salvador Sobral, vencedor do Eurovision Song Contest 2017 (imagem retirada da Internet)
Já muitos textos e artigos foram escritos sobre a vitória de Portugal no
Festival Eurovisão, mas eu não podia deixar passar o acontecimento sem
escrever... sem desabafar!
Portugal ganhou mesmo a Eurovisão. Ainda não acredito bem nisto. Foi um
sonho tornado realidade! Esperei por este momento durante anos e nunca
pensei que fosse acontecer em tão pouco tempo, muito menos no meu
aniversário. O meu coração ia sofrendo um ataque aquando das votações,
pois logo no início recebemos doze pontos e imediatamente previ a
vitória. Não deveria ter sofrido tanto por antecipação, mas foi a
percepção de que aquilo ia correr-nos bem que me deixou assim. Os pontos
foram chegando, nunca arredámos pé do primeiro lugar e no meu coração
não cabia a felicidade e o orgulho de ouvir tantos "twelve points go to
Portugal!"! O momento foi mágico, inacreditável e emocionante,
principalmente quando chegou a vez de Israel votar e o porta-voz
despedir-se da Eurovisão, justificando a saída do país do certame e
dando-nos "doze pontos" em português. Foi lindo!
A soma dos votos do júri e do público resultou numa pontuação recorde
para um vencedor eurovisivo. Tivemos 758 pontos. Inimaginável!
O Salvador recebeu o tão desejado troféu e fez um discurso polémico mas
que me fez aplaudi-lo de pé. A Eurovisão não é um concurso onde apenas
as músicas festivaleiras, poderosas e cheias de efeitos têm direito a
vencer. Durante anos, principalmente na primeira década de 2000, as
músicas foram marcadas pelas roupas exuberantes, pelas danças e representações, por
vozes fortes que mostravam o poder vocal dos intérpretes. As canções pop
cada vez mais foram sendo em inglês e quem fugisse à regra era
prejudicado. E aqui falo de Portugal: já levámos muito boas músicas, que
não ganharam por razões que nunca hei-de saber ou perceber, mas também
outras mais fracas, principalmente nos últimos anos. Quase sempre
passámos despercebidos no meio dos "tubarões", dos que ganham tudo, dos
que se ajudam mutuamente e nunca nos esmerámos em levar uma música
realmente boa. Contudo, nunca deixámos de cantar em português e, acreditem, que
não era por isso que não ganhávamos.
Precisávamos deste interregno. Melhorámos o nosso Festival da Canção e
até aceitámos músicas em inglês. Houve vários estilos, várias vozes e
muita polémica. O Salvador ganhou o FC e muitos pensaram que ia correr
mal. Mas desde o início que ele teve destaque. Pela primeira vez
Portugal foi destacado em toda a Europa pela sua canção e pelo poder
dela. E o seu poder não estava nas notas agudas, nos gritos estridentes,
na batida pop nem na letra que fica no ouvido. O poder estava na
melodia, na voz do Salvador que se exprimiu corporal e musicalmente bem.
Cantou em português e a mensagem chegou a todos! Ganhou uma canção
calma e cheia de significado que foi uma lufada de ar fresco para a
Eurovisão. Ganhou a diversidade!
Não quer isto dizer que as músicas festivaleiras vão
acabar. Não vão nem devem! Mas quer dizer que se deve valorizar a
diversidade de estilos, de melodias, de idiomas e aceitar as diferenças.
Este pode ter sido o ano de mudança. Que bom que foi Portugal a dar o
primeiro passo!
Os irmãos Sobral actuaram juntos no final. No meio de um público em silêncio, emocionado e atento, eles repetiram o momento ternurento da final do FC. Foi maravilhoso, que felicidade!
Além desde título, os irmãos ganharam também outros dois prémios: a
Luísa o de melhor compositor e o Salvador de melhor intérprete. Eles
estão mais do que de parabéns!
Finalmente conseguimos uma vitória e podemos deixar de dizer que o nosso
melhor lugar foi o sexto de Lúcia Moniz. Admito que vai deixar
saudades, mas o meu coração não tem cor e pode amar pelos dois! 😉
Assim terminou esta edição do Eurovision Song Contest. Nunca me hei-de esquecer deste dia, deste ano. Parabéns, Portugal! And, next year, see you in Lisbon!
Finalmente chegou o dia! Ontem à noite, no Coliseu dos Recreios,
decorreu a Grande Final do Festival da Canção 2017. Além do desfile de
músicas, foi também celebrado o 60.º aniversário da RTP. Foi um evento
espectacular, arrojado, completamente diferente das anteriores finais do
nosso Festival, mas teve um pequeno problema: acabou demasiado tarde
para um Domingo. Apesar disso e a muito custo, consegui ver até ao fim!
Relativamente às canções, notei alterações nas actuações e louvei os
esforços para as melhorarem, mas houve algumas que, a meu ver, não
conseguiram.
A Gente Bestial continuou bestial. Adoro a música, mas mantenho a
minha palavra: a letra só faz sentido em português e em Portugal,
portanto não era uma boa aposta para ir a Kiev.
A actuação do Pedro Gonçalves desiludiu-me um pouco. Achei o volume do
instrumental demasiado baixo e, ainda assim, a voz dele mal se percebeu
em algumas partes. Comecei logo a imaginá-lo no palco da Eurovisão com
estes problemas e a prestação dele a ser fraquinha. Depois disto,
fiquei com mais dúvidas em relação a esta música...
Gostei da actuação da Lena D'Água. A voz dela é limpa e perceptível, e a
música é feliz. Não era uma música para o ESC, mas não deixa de ser uma
boa canção.
Salvador, Salvador... Estranhei no início mas fui entranhando com o
tempo. O que dizer quando todo o coliseu o aplaude fervorosamente no
início, durante e no fim da actuação? Estava visto que era o favorito.
Mesmo com problemas técnicos, ele cantou como se estivesse em casa. Não, não
me refiro à sua indumentária, mas à maneira de cantar. Já gosto bem da
música, talvez já a adore, e a prestação dele foi bonita.
Penso que o Fernando Daniel foi quem mais se esforçou em melhorar a sua
actuação. De todos, era o que mais queria ganhar mas parecia que estava
desapontado com as reacções do público. Não era para menos... Eu também
fiz um esforço para gostar mais da música, mas ela é estranha. E desta
vez ele teve companhia no palco: Noa, a violinista, e dois homens
que levavam uma guitarra portuguesa e uma guitarra eléctrica. Aquilo
ficou ainda mais estranho com eles e com os instrumentos... A voz dele
foi impecável, mas simplesmente a música não dá!
Gostei das flores, das cores, das pétalas no vestido (dele nem tanto),
da felicidade na música, mas não tanto da voz da Celina. Os refrões
ficaram sem as vozes do coro e a voz dela fraquejou. A música é mesmo
bonita, mas se é para falhar assim a voz é melhor não ir lá fora!
A Deolinda, infelizmente, passou tão despercebida neste Festival que já
nem me lembrava que ela tinha passado à final. Fiquei a gostar um
bocadinho mais da música, mas é demasiado esquecível para o ESC.
Os Viva la Diva foram fantásticos. Gostei ainda mais hoje da música
deles e foi a melhor maneira de fechar o leque de canções. O único senão
foi mesmo o coro extra que puseram: no refrão, houve excesso de
vozes...
Não podia faltar o medley de canções. Mas desta vez foi lindo, muito bom mesmo! Tornaram a só cantar músicas antigas, mas foi memorável.
Passados os festejos e discursos de aniversário, chegou a hora das
votações. As pontuações de cada região foram divulgadas da mesma maneira
como fazem no ESC, portanto deu também para matar algumas saudades
(nunca mais chega Maio!). O Salvador Sobral teve as pontuações máximas
de quase todas as regiões, e aí logo vi que ia ser ele a ganhar. Os
votos do público foram um pouco diferentes, mas já quase nada havia a
mudar: o Salvador ganhou o Festival.
Não foi surpresa e até gostei que ele tivesse ganhado. Imediatamente vi
muitos comentários positivos, outros nem tanto, mas que me deixaram
esperançosa.
Pode não ser uma música festivaleira, pode a Europa não gostar muito
dela ao início, pode até não ser candidata a vencer, mas pelo menos é
cantada em português. E no meio de tanta canção cantada em inglês, modéstia à parte, a nossa língua é música para os ouvidos de todos!
Até Maio, em Kiev!
Antes de mais, quero dizer que as minhas apreciações relativamente à
primeira semi-final do Festival da Canção foram um pouco precipitadas e,
de certa forma, injustas. Ao ouvir as canções pela primeira vez não
fiquei agradada como esperava e talvez tenha sido por isso que fiz
comentários tão depreciativos. Voltei a ouvir todas as canções e, apesar
de continuar a não gostar muito de algumas, há outras que talvez tenham
potencial. Ainda assim, fiquei ansiosíssima por que chegasse este
Domingo para poder ouvir as outras canções. Lá no fundo, acreditei que
iria ser muito melhor. E felizmente foi!
A começar, tivemos David Gomes com uma canção em inglês. A música até
era boa, mas a voz ficou aquém das expectativas. Aquela melodia requeria
uma voz poderosa (como a do Fernando Daniel) e a do David não foi. Bem,
mas não foi um mau começo!
Estava particularmente curiosa em relação à canção interpretada pela
Lena d'Água. Fiquei agradada com a música e a voz dela até se adequou
ao género! Mas seria uma boa música para a Eurovisão?
A canção número três foi cantada por Beea (aka Beatriz Felício). Já
estava à espera de um fado com traços pop, mas sinceramente achei a
música estranha. Contudo, fiquei impressionada com a voz dela e achei-a
até parecida com a Ana Bacalhau (tanto a voz como a aparência)!
Chegou a vez do tão esperado Pedro Gonçalves. E que maravilha de
surpresa! A música é fresca, moderna e penso que faria furor na
Eurovisão! Foi logo a minha favorita!
De seguida, cantou Helena Kendall. Esta foi uma música mais calma, mais
amorosa e gostei muito! Recordou-me algumas canções da Eurovisão mais
antigas, cujos cantores se fizeram acompanhar igualmente de uma
guitarra. Não sei é se seria uma boa escolha para nos representar...
Depois veio a Celina da Piedade, que trouxe uma canção alegre, fresca e
que me fez lembrar imediatamente dos Flor-de-Lis, que tão bem nos
representaram em Moscovo, em 2009 (já?!). Uma música realmente bonita,
mas penso que não é melhor do que a Todas as Ruas do Amor, portanto
não a queria em Kiev...
A canção número sete foi interpretada por Jorge Benvinda, que faz parte
dos Virgem Suta. A música era bem-humorada e a letra era bastante
engraçada. Gostei muito da música, que até me lembrou certas bandas
inglesas que tocam este género, mas não sei se funcionaria na Eurovisão.
Os europeus não iriam perceber a graça da letra!
A última foi cantada por Inês Sousa. Vindo de Noiserv, já era de esperar
algo bastante calmo, e de facto foi. Gostei da música mas não, não daria na Eurovisão.
Assim terminou o desfile de canções. E nada me demoveu da minha
preferência! Mas temi quando chegou a hora das votações... O júri ficou marcado na semana passada pelas suas escolhas totalmente contrárias às
do público. E ontem não foi diferente. Já esperava outra desilusão
vinda do júri, mas fiquei na mesma pasmada quando vi as pontuações.
Felizmente, a votação do público valorizou as minhas preferidas e
levou-as ao topo, ou seja, passaram à final!
Assim, das canções finalistas, as minhas favoritas são: Don't Walk Away,
do Pedro Gonçalves, Nova Glória, dos Viva La Diva, e Amar pelos Dois,
do Salvador Sobral. Estas três são exemplos de géneros completamente
distintos e qualquer uma representaria muito bem o nosso país.
Agora é esperar pela final no próximo Domingo. Se uma destas passar, fico felicíssima!
Foi com grande expectativa que esperei pelo regresso do nosso Festival da Canção, pois
a RTP esmerou-se (a sério) na divulgação do concurso, bem como na
escolha dos compositores e, consequentemente, dos cantores que, sendo a
maioria do conhecimento geral do público, gerou bastante curiosidade em
relação às canções.
Ontem, creio que Portugal voltou a juntar-se para ver o Festival, tal
como acontecia antigamente; não sei explicar, mas tive mesmo essa
sensação. E senti também um entusiasmo tão grande porque achava que iria
ouvir excelentes canções... mas todo esse entusiasmo foi por água
abaixo quando ouvi as primeiras.
Quem abriu o palco foi Márcia, que levou uma canção muito calma e que
representa bem o seu género musical. Não me aqueceu nem me arrefeceu,
mas continuei na mesma expectante em relação às próximas.
Depois, as Golden Slumbers apresentaram outra canção calminha mas um
nada mais animada do que a primeira. Admito que passei a gostar mais
delas (das Golden) e achei a música fofinha, fazendo-me até lembrar de
uma canção holandesa da Eurovisão de há uns anos, mas...
Em terceiro foi o tão ansiado Fernando Daniel! Eu estava mesmo desejosa
por conhecer a canção, mas... o que foi aquilo? Uma mistura de
Disney, musical e rock? Bem, era o que podia ter esperado do Nuno Feist
(ele já nos habituou a isto). O Fernando foi impecável, mas a música
estragou tudo! Não consigo exprimir a minha desilusão a partir deste
momento!
De seguida cantou Deolinda Kinzimba, outra voz tão conhecida. No entanto, na canção notava-se muito o estilo de Rita
Redshoes e não se ligou muito bem à cantora; achei-a demasiado fraquinha
para a Deolinda e não puxou por ela. Aliás, a Deolinda bem lhe deu uns
toques pessoais, mas não ficaram muito bem...
A canção número cinco foi cantada por Rui Drummond. Mais uma vez, a
desilusão tomou conta de mim: esperava uma música mais mexida, mais
animada, como tantas que os HMB têm, mas não. A canção não foi má, mas
já era demasiada calmaria até então. Não obstante, adorei a voz do Rui!
Teria sido uma boa oportunidade para ele mostrar o poder da sua voz em
Kiev, onde há 12 anos a sua prestação, junto da Luciana Abreu, não
correu como merecia ter corrido... Foi uma pena.
Seguidamente veio a primeira canção totalmente em inglês de sempre.
Quando disseram que esta seria do género disco e Saturday night
fever, até saltei do sofá, pois é dos meus géneros favoritos! Mas,
outra vez, a música não puxou por mim. Lisa Garden não tinha power na voz,
apesar de ter mostrado uns tímidos movimentos de dança. A música só me
marcou pela diferença e novidade, mas não gostei muito dela.
A canção número sete foi a que deu mais que falar. Os manos Sobral
levaram uma canção calminha, muito Disney, muito género da Luísa (não conhecia
o Salvador, portanto não sei qual é o seu género musical). Nunca fui fã
de Luísa Sobral, mas achei o timbre do Salvador muito semelhante ao dela (quem sai aos seus não degenera!). No momento em que a ouvi, a música não me cativou. Gostei da voz, um pouco da melodia (a orquestração recordou-me os festivais antigos), mas talvez o jeito que ele teve ao cantar não me parecesse muito sério. Mas agora, depois de ter ouvido e visto de novo a actuação, fiquei a gostar mais.
Por último, mas não menos importante (bem, tendo em conta as
canções que se ouviram, não sei se é lógico dizer isto...), cantaram os
Viva la Diva. Também estava muito curiosa em relação a este trio, pois
não sabia o que esperar. Fui gostando da música enquanto a Kika estava a
cantar, mas o boom deu-se quando apareceram os dois homens: e, neste
caso, o boom não foi positivo. Eles são cantores líricos! Esperei tudo
menos isto! A música até era boa, mas eles eram desnecessários, pois
assim fica exagerada! Na Eurovisão, estes exageros já não costumam dar
bons lugares... Ai, quem me dera que reconsiderassem!
E assim terminou o desfile musical. E eu fiquei com a sensação de que
foi um desperdício de tempo. Doía-me o peito com a desilusão de tudo
isto e só me ria para não chorar. Fui acompanhando as redes sociais e
toda a gente sentia o mesmo.
Durante o período de votações do público, houve dois
medleys de canções que não venceram os Festivais da Canção. Foi, certamente, o momento
mais animado de toda a emissão e desejei secretamente que fosse aquele
grupo a representar-nos lá fora! Mas, claro, tinha de haver algo
negativo: todas essas músicas eram antigas, sendo a mais recente do início dos anos 80. E as da minha época, RTP? Bem sei que não ficaram tanto no
ouvido e na memória dos portugueses, mas estar sempre a relembrar o passado longínquo já cansa...
Quando chegou a hora das votações, foi outro momento de desgraça: as
poucas que achei melhorzinhas foram as que ficaram pelo caminho. Vá lá
que também passou uma das que faziam parte desse leque... No fim, fiquei
a desejar com todas as minhas forças que a próxima semi-final fosse melhor... Se bem que será difícil ser pior!
... Será?