De um modo geral, as actuações foram tão boas ou ainda melhores do que as primeiras. Penso que é normal; os cantores sentem-se mais à vontade e levam a actuação com um espírito mais leve. Quanto aos big 5 e Portugal, aqui ficam os meus comentários:
- Espanha - O casal mais querido da Eurovisão levou uma balada muito romântica e feliz que me encantou. Não é hábito da Espanha levar canções deste género, mas ainda bem que assim o fizeram!
- Portugal - Emocionante actuação da Cláudia Pascoal e da Isaura! A música é muito bonita e arrepia pelo seu significado, mas tenho noção de que não era uma prestação digna de vitória; aliás, ganhámos... o último lugar! Querem maior gesto de cavalheirismo por parte do país anfitrião? 😆
- Reino Unido - Foi uma surpresa para mim! Não tinha chegado a ouvir antes esta música e nunca tive vontade de o fazer, mas gostei muito quando a ouvi ao vivo! Foi pena aquele incidente da invasão do palco; era mesmo escusado (como todos os que já aconteceram)... Ou melhor, será que foi mesmo pena? É que houve um imediato apoio do público a cantar e a incentivá-la a continuar, e a partir daí, a actuação ganhou mais poder! E reflectiu-se nas apostas online - saltou disparada para o 5.° lugar, quando eu vi... Acho que neste caso foi um mal que veio por bem!
- Alemanha - Quando a Alemanha escolheu esta canção, uma amiga minha disse que a tinha adorado. Eu ouvi um bocadinho mas não consegui ouvir mais porque a achei tão insossa... Contudo, na final soube o significado da letra e ouvi com mais atenção; que cruel eu fui a julgar precipitadamente! Foi mesmo um momento emotivo e uma bonita homenagem ao seu pai.
- França - Foi sempre vista como uma possível vencedora, mas também só a quis ouvir do início ao fim na final. E adorei! Imaginei que fosse uma música mais negra referente ao tema dos refugiados, mas é completamente o inverso! É uma música leve, que passa esperança e positividade. Très bien, France!
- Itália - Foi a última a fazer-se ouvir, mas foi uma óptima maneira de terminar o desfile! A letra é poderosíssima e foi inteligente irem passando traduções em várias línguas no ecrã. Além disso, gostei muito da melodia. Inclusivamente, foi a música preferida da minha mãe! 🙂
Chegou a hora de conhecer as votações. Este ano foi totalmente diferente
do ano passado; enquanto que em 2017 os 12 pontos caíam
consecutivamente para Portugal, este ano o top 3 estava constantemente a
mudar, tanto que a Áustria acabou por vencer o voto do júri! Que
inesperado! Contudo, o voto do público alterou tudo... e Israel acabou
mesmo por vencer.
A vitória não agradou a muitos, visto que havia quem a amasse ou a odiasse. Houve até uma polémica entre o Salvador e a Netta, pois ele disse que aquela música era horrível. E quando a vi ganhar, só queria ver a entrega do troféu! O Salvador entregou-lho dando dois beijos e desapareceu. Mais tarde, na conferência de imprensa, a Netta pronunciou-se acerca da polémica e disse que o Salvador lhe entregou o prémio com respeito, que é o mais importante.
A vitória não agradou a muitos, visto que havia quem a amasse ou a odiasse. Houve até uma polémica entre o Salvador e a Netta, pois ele disse que aquela música era horrível. E quando a vi ganhar, só queria ver a entrega do troféu! O Salvador entregou-lho dando dois beijos e desapareceu. Mais tarde, na conferência de imprensa, a Netta pronunciou-se acerca da polémica e disse que o Salvador lhe entregou o prémio com respeito, que é o mais importante.
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| Fonte: www.eurovision.tv |
E assim terminou a Eurovisão em Portugal. Foi uma experiência única para
o nosso país e é pena ter chegado ao fim. Mas para o ano há mais... em
Israel!
(Aproveitando a deixa da música de Israel em 2015, Golden Boy: let them show us Tel Aviv!)











