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segunda-feira, 5 de março de 2018

Música :: Final do Festival da Canção 2018

Este ano, a Final do Festival da Canção (FC) teve lugar na cidade de Guimarães, cidade berço de Portugal e que há uns anos foi capital europeia da cultura. Como nortenha e vizinha da terra, foi um orgulho assistir à descentralização deste evento que me fascina tanto.
O palco do FC estava magnífico e parecia já digno de uma Eurovisão: amplo, colorido e luminoso! E com aquela dupla de apresentadores tão enérgica e bem disposta (Filomena Cautela e Pedro Fernandes), bem que arrumavam Petra Mede e Måns Zelmerlöw a um canto! Ou quase...😂

A abertura do certame foi original e moderna, cujos efeitos fizeram obviamente lembrar a actuação vencedora do supracitado Måns. Já agora, repararam na música de fundo? Sim, era Sax, de Fleur East, uma música que eu adoro, mas por acaso não vos faz lembrar nada? Já que estamos numa onda de plágios, queiram ouvir What's the Pressure, de Laura Tesoro, que representou a Bélgica em 2016, e tirem as vossas conclusões. Eu cá não sou de intrigas, mas...
A entrada dos apresentadores foi um pouco teatral mas muito divertida; lá está, parecia mesmo a Eurovisão! Até só faltava o Jon Ola Sand estar lá e dizer let the show begin! Ah, espera lá, foi o que aconteceu! Let the Festival da Canção begin!

No geral, as músicas subiram na minha consideração; fiz questão de as ouvir de novo ao longo da semana e aprendi a apreciá-las. A maioria das actuações desta noite foram melhores, mas houve outras que correram menos bem: ou a voz não se sobressaía, ou parecia soar fora de tempo, ou não mostrava tanta segurança. Contudo, notei que muitos intérpretes já levavam o espírito leve e cantaram de forma mais descontraída. Agora, posso dizer que as minhas favoritas, por ordem de actuação, eram: Para Sorrir eu Não Preciso de Nada, (sem título), Pra te Dar Abrigo e O Jardim.

Findas as actuações, chegou o momento das homenagens, que recaíram sobre as Doce e Simone de Oliveira. Adorei ouvir as quatro cantoras que recordaram as mais marcantes músicas das Doce, com uma sonoridade disco que eu tanto adoro!
Mas o momento alto foi a homenagem à Simone. Num vestido verde, tal como Simone há 49 anos, entrou a Aurea e arrebatou com tudo a cantar Sol de Inverno. Caramba, quis logo que fosse ela a representar Portugal! Depois entrou a Marisa Liz que também me emocionou. E quando já não se contava com mais nada, apareceu a própria Simone, num vestido vermelho particularmente jovial, que cantou a Desfolhada. Foi épico! Avassalador!


Lindo foi também o momento em que a Luísa Sobral cantou uma música que fará parte do próximo disco dela. Maria do Mar é linda! Toda a música, todo os sons, toda a letra me encantou. E eu que não costumo gostar muito das músicas dela, esta apaixonou-me logo no início.



A derradeira parte chegou e ficámos a conhecer as votações. Tanto as do júri como as do público não me surpreenderam, mas desta vez foi muito renhido até ao último segundo. E acabou por vencer a Cláudia Pascoal, com O Jardim. Fazia parte das minhas favoritas, por isso fiquei agradada! Acho que vamos ser bem representados.


Espero que tudo corra bem na Eurovisão, tanto à Cláudia como aos concorrentes e a todo o concurso em geral. Será certamente um evento inesquecível para todos nós!

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Música :: 2.ª Semi-final do Festival da Canção 2018


Ontem decorreu mais uma semi-final do Festival da Canção, mas eu não estava com grande ânsia e expectativa em relação aos intérpretes (tirando dois deles); apenas alguma curiosidade nas canções. Imaginei que fosse um desfile semelhante ao primeiro, quer nos bons aspectos, quer nos maus.

Programa de televisão em directo que se preze tem de ter falhas técnicas! 😆 Foi o que aconteceu logo na primeira actuação. Mas, obviamente, Maria Inês Paris teve direito a uma segunda oportunidade e ainda bem que se mostrou calma e segura, pois a música merecia ser ouvida. A sonoridade característica de Tito Paris e a voz da intérprete combinaram lindamente e eu gostei muito. Talvez não seja a minha primeira escolha para a Eurovisão, mas com certeza é uma das minhas preferidas.

Curioso o facto de a intérprete ter integrado o coro dos Da Vinci em 1989 na Eurovisão; não fazia ideia! Mas esta música não me convenceu.


Também não gostei muito desta música, pois não acho que se destaque no palco.


Talvez o mais esperado desta semi-final e o que me deu mais esperança até agora. A música também é simples, mas o som dos violinos tocados pelas acompanhantes de olhos vendados tornaram o ambiente mais intimista, poderoso e especial, que também destacou a letra incrível da música. Esta é a minha favorita até agora.

Não foi uma música má, mas não me despertou grande interesse.

Gostei de ouvir este género de música no Festival, mesmo típico de Capicua. Fiquei surpreendida por gostar, admito, mas talvez não a escolha para nos representar.

Estava também curiosa por ouvir esta canção na voz tão própria de Cláudia Pascoal. Não me desiludiu nada, gostei mesmo muito! Apesar de a mensagem ser tão comovente... e isso viu-se no final da actuação...

Patati Patata... Que música tão fofinha! Foi muito agradável de se ouvir. Só não esperava que tivesse versos em várias línguas - tão comum na Eurovisão, mas que já esteve mais na moda... Seria uma música gira de se ouvir no palco eurovisivo, mas acho que não nos destacaria muito...

Hum... Música desadequada para este certame.

Talvez gostasse mais de ouvir esta canção noutro ambiente; aqui no Festival não me cativou...

Costumo gostar das músicas de Armando Teixeira (dos Balla) e esta música não fugiu desse género. Até gostei desta, mas...

Não me fascinou. Achei a voz da intérprete um pouco insegura e não houve um momento alto na música...

Boa música, que me fez lembrar algumas que já ouvi na Eurovisão. Mas admito que prefiro ouvir português... 😉

No fim da audição deste lote de músicas, achei que estas foram diversificadas nos géneros, o que foi positivo. Destaquei algumas favoritas e outras descartei de imediato.
Houve novamente o momento de homenagem, desta vez a José Luís Tinoco e de novo ouviram-se músicas de Carlos Paião. Mas o meu momento preferido foi quando ouvi a Canção do Beijinho do fantástico Herman José!
As votações não me desiludiram e foram de acordo com as minhas preferências. Ainda bem que as minhas favoritas ficaram no topo da tabela!

Dia 4 de Março, será a Final em Guimarães e finalmente descobriremos quem irá a Lisboa representar este maravilhoso país que está a revelar-se poderoso no concurso. Já não era sem tempo!
E a tarefa de escolher não vai ser assim tão fácil...

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Música :: 1.ª Semi-final do Festival da Canção 2018

Finalmente chegou a primeira semi-final do Festival da Canção de 2018! Depois da inesquecível vitória do Salvador no ano passado, o Festival deste ano foi aguardado com redobradas expectativas.
Na semana passada, eu já tinha ouvido 45 segundos de cada música desta semi-final e, para ser sincera, achei a maioria muito calma e a seguir a onda do Salvador; no entanto, gostei do que ouvi e marquei algumas como favoritas. Mesmo assim, era preciso ouvir as músicas completas para as poder julgar.

Esta foi uma das que menos me cativou quando ouvi o excerto mas que ao vivo me fez mudar de ideias. O estilo é moderno e a letra é fantástica! Se fosse escolhida para nos representar, eu não ficaria triste, mas preferiria outra.

Se me tivessem mostrado apenas a música, diria que era o Jorge Palma a cantar... o estilo não engana; já a voz de Rui David engana um bocadinho! É mesmo parecida com a do Palma! E gostei da música, tal como gosto das músicas dele.

Mais uma que não me chamou quando ouvi o excerto mas que agora me surpreendeu. Adorei o timbre da voz de Beatriz Pessoa e da sua colocação no refrão, apesar de no fim já me cansar do repetitivo eu te amo. A música é feliz, fresca e bonita, mas certamente não seria a minha primeira escolha.

Até agora, foi a minha favorita! Não esperava gostar tanto da música de Fernando Tordo, pois não contava com este género tão forró do Brasil, muito menos na voz de Anabela, mas resultou e, por mim, seria uma boa opção para nos representar!

O excerto não me cativou; já esta actuação deixou-me curiosa quando Catarina Miranda entrou. Não esperava que viesse como uma boneca, mas gostei; seria algo diferente no palco eurovisivo. E a música também foi melhor do que o excerto me mostrou, mas... é preciso ouvir mais canções.

Esta foi a minha primeira desilusão, já que fiquei com algumas expectativas quando ouvi o excerto. Mas a actuação ficou aquém do que imaginava. E foi uma pena! Gosto do género e da música, mas a voz da intérprete percebeu-se mal, bem como a sua presença no palco não foi muito cativante.

Talvez o mais esperado da noite, não fosse ele convidado pelo Salvador. Sim, adorei a música, a letra, o ambiente em palco. Seria uma boa aposta na Eurovisão. Mas... não seria mais do mesmo? No ano passado ganhámos com uma canção linda e inovadora, mas quase de certeza que algo semelhante não iria ter a mesma aceitação. Mas nunca se sabe... O que interessa, isso sim, é que a canção é boa.

José Cid sendo José Cid! O estilo é o de sempre, e isso não é mau! Não fiquei lá muito expectante quando ouvi o excerto, mas a música foi um pouco diferente do que imaginava. Até gostei, mas não adorei.

Uma das que menos me chamou a atenção e que assim se manteve até agora. A música não é má, mas não gosto dela neste concurso.

Canção com alma fadista: expectável no Festival. Gostei muito da voz, mas a canção ainda não me convenceu.

Gostei dos sons quentes do Brasil e da letra referente às canções e artistas que já foram à Eurovisão, mas não gostei muito da voz e acho que não é uma boa aposta para nos representar.

A música fez jus ao título: foi um autêntico alvoroço! Não sei bem o que achei dela, talvez ainda precise de ouvir mais vezes, mas acho que não é boa ideia levá-la à Eurovisão.

Gostei muito desta canção, apesar de a voz da Maria Amaral não ter estado perfeita. Música muito bonita, mesmo.

E assim acabou o desfile de canções. Este ano, tive mais gosto em assistir ao Festival; não senti tanta pressão, talvez por termos cá a Eurovisão e a garantia da final. Mesmo assim, convém levarmos uma boa música!
Enquanto se votava, houve os clássicos medleys, mas desta vez homenagearam-se dois artistas festivaleiros (Carlos Paião e Dina) com várias canções dos seus repertórios.
Na hora das votações, não me espantei com algumas escolhas, principalmente com os 12 pontos do júri para Janeiro. No geral, fiquei agradada com os finalistas, mas uma canção ou outra dispensava. Como sempre...
Já hoje, a RTP divulgou que houve um erro na votação e consequente apuramento de um finalista. Assim, em vez de Eu Te Amo, passou Sem Medo. Gostei de ambas, mas preferia a excluída...
E Domingo haverá mais Festival da Canção!