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domingo, 19 de maio de 2019

Música :: Final do Eurovision Song Contest 2019

Depois das semi-finais, eis que chegou o dia da final do Eurovision Song Contest (ESC) deste ano!
Após a actuação de abertura com a canção vencedora do ano passado e do desfile das bandeiras dos países participantes, começou o grande espectáculo!

Mais uma vez, no geral, achei que as actuações melhoraram em comparação com as performances das semi-finais, tornando assim o espectáculo muito mais autêntico e cativante. Desta vez, actuaram também os big 5 e o país anfitrião, neste caso Israel, sendo que fiquei a conhecê-las pela primeira vez.

  • Alemanha - Este ano, a Alemanha levou uma música nada marcante e que me passou ao lado. Aliás, a mim e a toda a Europa... e isso notou-se na votação final.
  • Israel - Uma balada forte e que culminou com um final poderoso. E o mais especial foi a reacção de Kobi quando acabou de cantar: emocionou-se e mostrou o quão feliz estava ali a representar o seu país! Foi lindo!
  • Reino Unido - Gostei da música e da voz do cantor. O coro também deu bastante poder à canção, mas não é do género que passe muito tempo a ouvir.
  • França - A música é muito boa e ficou a ganhar com as dançarinas. Aliás, nos momentos em que o cantor actuava sozinho, parecia que a prestação morria um bocado. No entanto, esta foi uma boa aposta de França para este ano, com uma mensagem muito importante para os dias de hoje.
  • Itália - Este ano, Itália levou um género não muito comum no ESC e que não costumo adorar, mas neste caso adorei a música! Contudo, também achei que na actuação prevaleceu apenas a voz do cantor e não tanto o instrumental, que foi uma pena.
  • Espanha - Acho que o rol de canções não podia ter terminado da melhor maneira! A música é tão bem-disposta e fez o público saltar e dançar! Soou mesmo a um hino de um campeonato de futebol ou simplesmente um êxito de Verão. A Eurovisão também precisa disto. Muito bem!
Enquanto decorriam as votações, houve tempo para uma actuação inesperada de alguns primeiros e segundos lugares de anos recentes, que cantaram as canções uns dos outros. Assim, Conchita Wurst cantou a Heroes, do Måns Zermerlöw; por sua vez, Måns cantou a Fuego, de Eleni Foureira (num estilo que assentou como uma luva e ficou tão boa como a original). Já Eleni "cantou" e dançou a Dancing Lasha Tumbai, de Verka Serduchka; já Verka terminou a cantar a Toy, de Netta Barzilai. Foi um momento divertido de boas recordações!

Este ano, estava mesmo ansiosa por conhecer as votações para descobrir quem iria ganhar, pois cheguei ao fim sem conseguir prever nada. Tive sempre uma ideia de que o topo seria disputado entre a Noruega, a Holanda, a Suécia e, possivelmente, a Itália. Mas, para minha surpresa, os votos do júri mandaram a Macedónia do Norte para segundo lugar sem ninguém o prever, tendo ficado logo abaixo da Suécia. No entanto, a votação do público alterou completamente a tabela e, a primeira surpresa, foi o novo sistema de votação: enquanto que os pontos eram atribuídos do menos ao mais votado, desta vez foram atribuídos ao país que estava em último lugar na tabela até ao primeiro. Estragou completamente o suspense dos últimos anos! Para já, foi constrangedor o momento em que a Alemanha ficou a saber que não teve pontos do público. E o momento de se saber quem era o vencedor (ou a Holanda ou a Suécia) com os pontos da Suécia, foi uma desilusão o valor atribuído (esperava-se um número elevado e foram só 93 pontos). Desta maneira, ficou-se a saber que a Holanda ganhou o ESC2019!

Fonte: www.bbc.com
A canção mereceu ganhar e a Holanda voltou a ter uma vitória no ESC quarenta e quatro anos depois da última! Para o ano, lá vamos à Holanda! 😀

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Música :: 2.ª Semi-final do Eurovision Song Contest 2019


Ontem, realizou-se a segunda semi-final do Eurovision Song Contest (ESC), na qual concorreram os restantes 18 países sujeitos a eliminatórias. Não estava com grandes expectativas em relação a este lote, também por não conhecer quase nenhuma música, mas assisti ao programa com a mesma excitação de sempre! 😃

Assim, aqui estão as actuações da noite:

Uma música forte e um tanto obscura. A voz dela é igualmente poderosa, mas não me fascinou.

Não. Simplesmente não. Não me despertou qualquer interesse e, ao que parece, já se sabia que não ia ter sorte no concurso.

Primeira impressão: olha a actuação da Ucrânia em 2011! Tal como em 2011, a actuação acompanhada por sand art teve uma beleza especial, mas desta vez não gostei muito da música.

Aleluia, uma música para dançar! Esta é uma das minhas preferidas e traz boas vibrações! Uma óptima aposta da Suíça!

A música é queridinha, mas com uma calmaria que não se destaca no palco do ESC. É pena...

Adorei esta música, apesar de achar que a cantora estava demasiado nervosa. Sinceramente, fiquei com pena que não tivesse passado.

Que canção encantadora! Espalha sorrisos e alegria! E a cara da Leonora é mesmo fofinha!

A Suécia é a Suécia; é praticamente impossível não desiludir no ESC. Adorei esta música e as big mamas que estiveram no palco!

Hum... Actuou com toda a emoção, mas a música não é nada de especial, além de ser repetitiva.

Este género de canções já foi bastante comum no ESC, mas agora parece que destoa um bocado. Só gostei um bocadinho mais quando ele começou a cantar em croata; deu outra vida à canção.

Gostei muito desta música de Malta! Mas achei a Michela demasiado reservada e com isso a actuação ficou a perder.

A música até tem bom ritmo, mas não adorei... Passou-me quase despercebida.

Eis o regresso de Sergey e ele veio com tudo! Por incrível que pareça, ao contrário da primeira canção que levou ao ESC, até gostei bastante desta! E mostrou muito mais o poder da sua voz.

Não adorei a música, mas só o facto de cantar em albanês e de incluir sonoridades típicas daquele país já fez subir muitos pontos na minha consideração. Destacou-se pela diferença.

Fiquei incrivelmente admirada com esta música! Não esperava gostar tanto! Foi pop, teve uma marca da cultura sami e fez vibrar a arena! Muito bom!

Ui... Que voz! E que actuação emotiva! Adorei!

Não faz bem o meu género musical, mas a letra é forte e a voz dela também é muito boa.

Gostei desta música, mas não achei espectacular.

O interval act ficou a cargo do grupo Shalva Band, composta por pessoas com necessidades especiais, e que fizeram acontecer o melhor momento da noite: além de talentosos, mostraram que não há limites que nos impeçam de fazer o que mais gostamos e transmitiram mensagens positivas de coragem e de alegria. Irrepreensíveis!

Por fim, souberam-se os restantes 10 finalistas deste rol de concorrentes. Apenas fiquei admirada com a passagem da Albânia e da Macedónia do Norte. Dos outros já estava à espera e fiquei a crer que a disputa pelo título seria entre a Noruega e a Holanda. No Sábado iremos descobrir o vencedor!

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Música :: 1.ª Semi-final do Eurovision Song Contest 2019


Ontem, realizou-se a primeira semi-final do Eurovision Song Contest (ESC) deste ano. Esta foi a semi-final em que Portugal concorreu, tendo sido Conan Osíris a representar-nos com a canção Telemóveis. Desde o fenómeno do Salvador Sobral em 2017, Portugal não passava pelo problema de ter de actuar numa semi-final, por isso este ano foi para voltar ao normal e sofrer um bocadinho mais de ansiedade!

Adorei o vídeo inicial, em que mostrava o percurso de vida de Netta Barzilai desde a infância com o sonho de ser cantora e de conseguir alcançar uma vitória no ESC.
Após a apresentação dos apresentadores, começou o desfile musical!

Tamta foi a primeira a subir ao palco e, para mim, era uma das favoritas à vitória. Esta foi uma das poucas músicas que ouvi antes do ESC e achei que foi uma cópia da Fuego do ano passado. Apesar de muitos acharem que vai ter sucesso neste ESC, a actuação ao vivo não me surpreendeu como imaginava. Nada de compara à Eleni Foureira! 🔥

Esta actuação passou-me um pouco despercebida... E, provavelmente, a muitas mais pessoas, visto que nem sequer passou à final.

Este ano não estava com grandes expectativas quanto à aposta da Finlândia e, aquando da actuação, acabou por me irritar tanto lookooay...

Adoro estas sonoridades tradicionais! Não sabia como iria resultar a combinação destas vozes com rock, mas gostei! Fiquei com pena de a Polónia ter ficado pelo caminho...

De início, achei a actuação um bocadinho frouxa... Mas depois fui ouvindo melhor a melodia e a voz da cantora e fui gostando. Afinal, uma boa música não tem de ter falsetes nem agudos espectaculares. 😉

A República Checa tem vindo a surpreender cada vez mais na Eurovisão e esta banda foi a mais carismática da noite! Adorei! Friend of a friend of a friend of a friend...

O regresso de Joci Pápai não correu tão bem como a sua estreia. A música não era má de todo, mas não cativou o suficiente.

Admito: esta música é o meu guilty pleasure deste ano! Quando ouvi o excerto do primeiro ensaio, quis logo ouvir na totalidade e passei os dias a ouvi-la... A música é fixe e dá para dançar! Mas fiquei um bocado desiludida com a actuação.

Esta é uma música semelhante a tantas outras que a Sérvia já levou. Não adorei a música, mas adorei a qualidade vocal da cantora!

Senti pena do rapaz... Não sei se era nervosismo ou outro problema, mas a voz não lhe saiu bem... E isso também não me ajudou a apreciar a música.

Uma actuação poderosa, mas que não me fascinou.

A minha maior surpresa! Fiquei completamente colada ao ecrã a ver esta actuação incrível, bem como rendida à voz dela. Não sei explicar bem... mas isto raramente acontece e é bom sinal! É uma muito provável vencedora!

Das duas uma: ou se ama ou se odeia. E eu não amei. Mas não me admirei de a ver passar à final...

Mais uma surpresa! Fez-me lembrar Avicii. Gostei muito e foi a favorita da minha mãe! 😃

O Conan saiu-se bem melhor do que eu pensava. No entanto, faltou power e houve pouca adesão por parte do público. Infelizmente não surpreendeu e não foi o suficiente...

A música é boa e a cantora tem bom poder vocal, apesar de não ser grande fã do timbre de voz dela.

Serhat por San Marino! A música é bem animada, mas a voz não estava no seu melhor... Mesmo assim, acho o Serhat tão simpático e até gostei de o ver na final!

O interval act foi preenchido com uma actuação de Dana International, vencedora israelita do ESC em 1998. Ao invés de cantar a sua música, levou a sua versão de Just The Way You Are, de Bruno Mars. Pessoalmente, não gostei da actuação, principalmente por me soar a playback, mas gostei da mensagem que transmitiu.

Por fim, os finalistas foram revelados e, surpreendentemente ou não, Portugal não passou. Fiquei admirada com uma ou outra passagem, bem como a não passagem de certos países. Como sempre, há injustiças! Mas fico na dúvida se realmente merecíamos a final. Eis a questão...

Quinta-feira saberemos quais serão os restantes finalistas!

domingo, 3 de março de 2019

Música :: Final do Festival da Canção 2019


A final do Festival da Canção poderia ter sido muito bem uma final da Eurovisão! Penso que foi a melhor gala de Festival de sempre! E digo isto só pelo número de abertura que foi incrível! A chegada dos apresentadores ao som de três músicas eurovisivas com letras originais (quase de certeza que o Palmeirim teve mão naquilo) e a aparecer no ecrã, foi um belo momento de karaoke cá em casa! 😃 A sério, foi espectacular.

Logo de seguida, ouviram-se as músicas finalistas:

Os Calema estiveram mais descontraídos mas senti-lhes uma ligeira pressão para fazer boa figura; como eram um dos favoritos e não estavam propriamente bem classificados, eles esforçaram-se por brilhar... No entanto, achei que exageraram nas vozes... e o falsete foi arriscado! Só me lembrei do falhanço do Isaiah da Austrália de 2017!

Ai musiquinha, musiquinha... Nunca vou conseguir gostar de ti... Se bem que a voz da Mariana Bragada é muito boa e acho que se sobressaiu mais desta vez.

Não notei grandes alterações porque a voz dele é quase perfeita! 😀 O Matay foi muito apoiado, mas de certeza que a claque queria tentar destacar-se perante os tubarões (aka Osíris team)...

Ai, adoro! Adorei! É mesmo preciso saber escutar e assistir a isto para se aprender a gostar. E ainda foi melhor do que na semi-final!

Também achei que o NBC esteve mais à vontade, de tal forma que por vezes a voz não saiu tão bem. Mas adoro a música e mereceu estar ali.


A música não se destacou muito, mas gostei. E gostei mais da mensagem que passaram através das pinturas faciais: as bandeiras de Israel, Colômbia, Venezuela e Brasil, países que desejam paz.

ESPECTÁCULO! Este poderia ter sido o espectáculo da final da Eurovisão! Viram o público ao rubro do início ao fim? Que loucura! E desta vez eles mudaram a indumentária e acrescentaram adereços, que a mim fizeram alusão aos anjos e aos diabos do céu, para onde ele tentou ligar. 😀 Por sua vez, o coro desapareceu 🙏 e a actuação só ficou a ganhar! O vencedor estava escolhido.

A música é boa e a Ana Cláudia melhorou e puxou pela actuação, mas ficou ofuscada pelo brilharete do Conan e isso foi a sua maior desvantagem.

Depois do desfile, apareceu o Armando Gama a cantar a música com que nos representou em 1983. Mais tarde, houve Pressão no Ar com humor ao Vasco Palmeirim, que deu mote à actuação da Anabela. Ainda houve a surpresa com a Vânia Fernandes e a música daquele saudoso ano de 2008. Todas tiveram arranjos diferentes, mas sinceramente achei-os demasiado básicos. Apesar disso, ficaram bem.

Não podia, obviamente, faltar a Cláudia Pascoal e a Isaura, apresentando cada uma os seus últimos trabalhos e cantando a canção do ano passado.

As votações chegaram e não me lembro de ter havido escolha tão unânime como esta: o Conan Osíris arrecadou 12 pontos de todos os júris, excepto o do Algarve que lhe deu 10. Eis o vencedor!


Os Telemóveis escangalharam o melhor Festival da Canção de sempre e em Maio vai escangalhar em Telavive, em Israel! Mal posso esperar! 😉

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Música :: 2.ª Semi-final do Festival da Canção 2019

No passado Sábado, aconteceu a segunda semi-final do Festival da Canção. Estava ainda mais ansiosa por ver esta semi-final por duas razões: ia actuar um conhecido meu (Dan Riverman) e, além de querer muito ver como ia ser a sua prestação, estava curiosa por ouvir e ver ao vivo a canção da Surma.

Assim, foram estas as canções de Sábado:

Achei a música um bocado monótona, além de que a Lara Laquiz desafinou um pouco. Mas gostei de ver a actuação e lembrei-me logo da Leonor Andrade por causa do chapéu!

Conheço pessoalmente o Daniel e o trabalho dele enquanto músico e, sinceramente, nunca imaginei que ele participasse no Festival. Por isso, fiquei boquiaberta quando o vi na lista dos concorrentes! Não me admirei, contudo, ao ver que o Miguel Guedes o convidou para este desafio porque no ano passado eles actuaram juntos em Santo Tirso e dali só podia resultar em algo bom. A música é muito boa, mas honestamente não seria a melhor opção para a Eurovisão. A voz dele encheu o palco e foi formidável! Tenho pena de ele não ter passado, mas conseguiu mostrar o talento que tem e dar-se a conhecer a Portugal e ao mundo. Sim, porque ele merece e já não era sem tempo!

Não gostei nada da música; o refrão é muito repetitivo e sonoramente irritante, para não falar do cliché do mar. Fiquei frustrada quando vi que passou à final por ser mais votada pelo júri do que a do Dan Riverman, já que o quarto lugar foi disputado por eles.

A música é gira e tem uma letra engraçada (#rissol). Mas não a via na Eurovisão.
 
Uma música bem ao estilo de Frankie Chavez que eu até gosto. Soa bem, mas não sei se fará diferença na Eurovisão.
 
A mais esperada da noite e a mais inesperada. Fiquei hipnotizada ao ouvir a música (para também tentar perceber a letra) e ao ver todos os elementos no palco. Confesso que não fiquei logo rendida, mas achei espectacular. Revi a actuação no YouTube e gostei cada vez mais. Soa a Björk e eu adoro a Björk! E é capaz de deixar o público em completo silêncio, bem como fazer surgir vários sentimentos, tal como o Salvador Sobral conseguiu (não da mesma forma, obviamente). Acho que é uma séria concorrente à vitória.
 
Por vezes gosto deste género de música, mas desta vez isso não aconteceu. Passou-me despercebida.
 
Foi uma boa surpresa e cá em casa foi a favorita. Gosto muito da voz do NBC e a música é agradável. Também não me importava que fosse a escolhida.
Durante a votação do público, actuaram Carlos Mendes e Manuela Bravo com as inesquecíveis A Festa da Vida e Sobe, Sobe, Balão Sobe, ao som dos Kumpania Algazarra. Foram também dois momentos altos da noite.

Por fim, conheceram-se os resultados e os finalistas são: NBC, Surma, Madrepaz e Mariana Bragada. Fiquei satisfeita pelos dois primeiros, aceitei o terceiro e discordei da quarta.

No próximo Domingo iremos descobrir quem vai representar Portugal em Israel. Estou indecisa entre quatro favoritos: Conan Osíris, Matay, NBC e Surma.
Quais são os vossos favoritos?

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Música :: 1.ª Semi-final do Festival da Canção 2019

Decorreu ontem a primeira semi-final do Festival da Canção de 2019 - e parece que toda a euforia de 2018 ainda foi há poucos dias!
Este ano, todos tivemos acesso na íntegra a todas as canções a concurso e eu já tive uma pequena noção do que podia esperar, apesar de não ter ouvido todas as canções até ao fim.
Assim, aqui vão as minhas observações aos concorrentes:

Estranhei no início e levei algum tempo a entranhar, mas acabei por gostar da música, género muito ouvido em algumas rádios nacionais.

Não se podia esperar outra coisa dos D.A.M.A.... Isto é D.A.M.A. em toda a sua essência! Pessoalmente, não sou fã das músicas deles, mas admito que são orelhudas. Esta é mais uma e não me impressionou.

Foi a que menos gostei. Não obstante a voz da Soraia, esta é mais uma canção com uma letra de questões sobre o estado do mundo e de esperança do futuro, coisa que me enerva profundamente. Já muitas semelhantes foram à Eurovisão e... que nervos! Não sei, irritam-me! Ah, e a própria melodia não era boa...

Sempre gostei desta dupla e das suas músicas. Esta manteve o estilo deles e gostei muito! Aliás, a actuação parecia já ser a da final em Israel e seria uma bela lufada de ar fresco para lá!

A tão badalada música deste festival... Antes disto, não conhecia quase nada do Conan (basicamente só conhecia a versão d'A Minha Casinha que fez para o anúncio da NOS neste último Natal - e de que gostei), mas já tinha ouvido falar. Ao conhecer a canção, admito que gostei. É fora da caixa, tem melodias que nos remetem a estilos orientais, tem saudade e tem uma letra incomum mas com significado. A voz dele lembra as canções ciganas, que gosto de ouvir. Estava ansiosa por ver a actuação e achei espectacular! Achei só esquisito ver o coro atrás a fazer aqueles sons, que mais valia terem sido mantidos no instrumental. De resto, por enquanto, não me importava que fosse esta a nossa escolha para Telavive.

Gostei do género de música, que me fez lembrar outras épocas, e também do timbre da voz, apesar de não apreciar as letras enroladas que ela dizia (a dicção não era boa, nem sempre percebi a letra). A música era queridinha, mas...

Até fiquei impressionada pela positiva com esta proposta! Não morri de amores, mas acreditei que fosse passar à final...

Surpreendi-me pela positiva! Esperava uma balada irrelevante mas vi depois que era especial. Já algumas assim foram à Eurovisão por outros países e saíram-se relativamente bem. A letra era bonita e a voz espectacular!

Após as canções, houve duas actuações que foram especiais: as de António Calvário e de Eduardo Nascimento, interpretando as músicas com que nos representaram na Eurovisão. Pessoalmente, O Vento Mudou é das melhores de sempre, por isso embeveci-me quando ouvi a versão com o Cais Sodré Funk Connection. Foi maravilhoso!

No final, as votações decidiram que os finalistas seriam Matay, Conan Osíris, Calema e Ana Cláudia. Fiquei impressionada quando vi que Filipe Keil ficou em penúltimo, mas fiquei satisfeita com as escolhas.
Que venha a próxima semi-final! 🙂