No passado Sábado, aconteceu a segunda semi-final do Festival da Canção.
Estava ainda mais ansiosa por ver esta semi-final por duas razões: ia
actuar um conhecido meu (Dan Riverman) e, além de querer muito ver como
ia ser a sua prestação, estava curiosa por
ouvir e ver ao vivo a canção da Surma.
Assim, foram estas as canções de Sábado:
Achei a música um bocado monótona, além de que a Lara Laquiz desafinou
um pouco. Mas gostei de ver a actuação e lembrei-me logo da Leonor
Andrade por causa do chapéu!
Conheço pessoalmente o Daniel e o trabalho dele enquanto músico e,
sinceramente, nunca imaginei que ele participasse no Festival. Por isso,
fiquei boquiaberta quando o vi na lista dos concorrentes! Não me
admirei, contudo, ao ver que o Miguel Guedes o convidou
para este desafio porque no ano passado eles actuaram juntos em Santo
Tirso e dali só podia resultar em algo bom. A música é muito boa, mas
honestamente não seria a melhor opção para a Eurovisão. A voz dele
encheu o palco e foi formidável! Tenho pena de ele
não ter passado, mas conseguiu mostrar o talento que tem e dar-se a
conhecer a Portugal e ao mundo. Sim, porque ele merece e já não era sem
tempo!
Não gostei nada da música; o refrão é muito repetitivo e sonoramente
irritante, para não falar do cliché do mar. Fiquei frustrada quando vi
que passou à final por ser mais votada pelo júri do que a do Dan Riverman, já que o
quarto lugar foi disputado por eles.
A música é gira e tem uma letra engraçada (#rissol). Mas não a via na Eurovisão.
Uma música bem ao estilo de Frankie Chavez que eu até gosto. Soa bem, mas não sei se fará diferença na Eurovisão.
A mais esperada da noite e a mais inesperada. Fiquei hipnotizada ao
ouvir a música (para também tentar perceber a letra) e ao ver todos os
elementos no palco. Confesso que não fiquei logo rendida, mas achei
espectacular. Revi a actuação no YouTube e gostei
cada vez mais. Soa a Björk e eu adoro a Björk! E é capaz de deixar o
público em completo silêncio, bem como fazer surgir vários sentimentos,
tal como o Salvador Sobral conseguiu (não da mesma forma, obviamente).
Acho que é uma séria concorrente à vitória.
Por vezes gosto deste género de música, mas desta vez isso não aconteceu. Passou-me despercebida.
Foi uma boa surpresa e cá em casa foi a favorita. Gosto muito da voz do
NBC e a música é agradável. Também não me importava que fosse a
escolhida.
Durante a votação do público, actuaram Carlos Mendes e Manuela Bravo com
as inesquecíveis A Festa da Vida e Sobe, Sobe, Balão Sobe, ao som
dos Kumpania Algazarra. Foram também dois momentos altos da noite.
Por fim, conheceram-se os resultados e os finalistas são: NBC, Surma,
Madrepaz e Mariana Bragada. Fiquei satisfeita pelos dois primeiros,
aceitei o terceiro e discordei da quarta.
No próximo Domingo iremos descobrir quem vai representar Portugal em
Israel. Estou indecisa entre quatro favoritos: Conan Osíris,
Matay, NBC e Surma.
Quais são os vossos favoritos?
Viva! Hoje tenho para mostrar um miminho que recebi pela altura de São Valentim: À Primeira Vista, de Danielle Steel. Este romance acabou de sair este mês e adorei recebê-lo! Não conheço a autora, mas pela sinopse vejo que faz o meu género de leituras.
E foi, sem dúvida, um excelente presente de São Valentim. Quem mo ofereceu, sabe bem daquilo que gosto... e sabe também que gosto muito dele! 💕
Título: À Primeira Vista Autora: Danielle Steel Editora: Bertrand Editora Ano: 2019 Saibam mais sobre o livro AQUI ou AQUI.
Sinopse: Nova Iorque. Londres. Milão. Paris. Fashion Week nas quatro cidades. Um
mês de entrevistas intermináveis, festas, trabalho incansável e atenção
aos detalhes nos desfiles de moda semestrais. No centro da tempestade e
da avalanche de trabalho está a americana Timmie O'Neill, cuja renomada
marca, Timmie O, é a personificação do casual chic. Ela criou um negócio
que a inspira e ocupa toda a sua vida. Apesar do êxito
profissional, Timmie O’Neill vive marcada pelo passado. Até que um
intrigante francês, Jean-Charles Vernier, entra na sua vida quando ela
adoece na Semana da Moda de Paris. De início, Timmie e Jean-Charles
Vernier têm apenas uma relação normal de paciente e médico. Com o
tempo, tornam-se confidentes e amigos e, quando Timmie regressa a casa,
mantêm-se em contacto a uma distância segura entre Paris e Los Angeles.
Há uma boa razão para se manterem separados, mas nenhum consegue negar a
amizade crescente e a atração que sentem quando se encontram. À
imagem e semelhança da própria vida moderna, é uma história complexa e
atraente. Carreiras, famílias, histórias, perdas, dever, obrigação e
medo de perder o controlo. São dois mundos muito diferentes, duas
pessoas de personalidade forte que se cruzam e que podem mudar tudo de
um momento para o outro. Serão suficientemente corajosos para
enfrentarem o que vem a seguir? E farão isso, juntos ou separados?
Decorreu ontem a primeira semi-final do Festival da Canção de 2019 - e
parece que toda a euforia de 2018 ainda foi há poucos dias!
Este ano, todos tivemos acesso na íntegra a todas as canções a concurso e
eu já tive uma pequena noção do que podia esperar, apesar de não ter
ouvido todas as canções até ao fim.
Assim, aqui vão as minhas observações aos concorrentes:
Estranhei no início e levei algum tempo a entranhar, mas acabei por
gostar da música, género muito ouvido em algumas rádios nacionais.
Não se podia esperar outra coisa dos D.A.M.A.... Isto é D.A.M.A. em toda a
sua essência! Pessoalmente, não sou fã das músicas deles, mas admito
que são orelhudas. Esta é mais uma e não me impressionou.
Foi a que menos gostei. Não obstante a voz da Soraia, esta é mais uma
canção com uma letra de questões sobre o estado do mundo e de esperança
do futuro, coisa que me enerva profundamente. Já muitas semelhantes
foram à Eurovisão e... que nervos! Não sei, irritam-me!
Ah, e a própria melodia não era boa...
Sempre gostei desta dupla e das suas músicas. Esta manteve o estilo
deles e gostei muito! Aliás, a actuação parecia já ser a da final em
Israel e seria uma bela lufada de ar fresco para lá!
A tão badalada música deste festival... Antes disto, não conhecia quase
nada do Conan (basicamente só conhecia a versão d'A Minha Casinha que fez para o anúncio da NOS neste último Natal - e de que gostei), mas
já tinha ouvido falar. Ao conhecer a canção, admito que gostei. É fora
da caixa, tem melodias que nos remetem a estilos
orientais, tem saudade e tem uma letra incomum mas com significado. A voz dele lembra as canções ciganas, que gosto de ouvir. Estava ansiosa
por ver a actuação e achei espectacular! Achei só esquisito ver o
coro atrás a fazer aqueles sons, que mais valia terem sido mantidos no
instrumental. De resto, por enquanto, não me
importava que fosse esta a nossa escolha para Telavive.
Gostei do género de música, que me fez lembrar outras épocas, e também
do timbre da voz, apesar de não apreciar as letras enroladas que ela
dizia (a dicção não era boa, nem sempre percebi a letra). A música era
queridinha, mas...
Até fiquei impressionada pela positiva com esta proposta! Não morri de amores, mas acreditei que fosse passar à final...
Surpreendi-me pela positiva! Esperava uma balada irrelevante
mas vi depois que era especial. Já algumas assim foram à Eurovisão por outros
países e saíram-se relativamente bem. A letra era bonita e a voz
espectacular!
Após as canções, houve duas actuações que foram especiais: as de
António Calvário e de Eduardo Nascimento, interpretando as músicas com
que nos representaram na Eurovisão. Pessoalmente, O Vento Mudou é das
melhores de sempre, por isso embeveci-me quando
ouvi a versão com o Cais Sodré Funk Connection. Foi maravilhoso!
No final, as votações decidiram que os finalistas seriam Matay, Conan
Osíris, Calema e Ana Cláudia. Fiquei impressionada quando vi que Filipe
Keil ficou em penúltimo, mas fiquei satisfeita com as escolhas.
Que venha a próxima semi-final! 🙂
Viva! Este é o mais recente livro a ser adicionado à minha estante: Não Há Rosas Sem Espinhos, de Aurélie Valognes. A sinopse sugere uma história bastante cómica, por isso acredito que vou gostar desta leitura.
Já o conhecem?
Sinopse: Rose, 36 anos, celibatária, é uma mulher dedicada que sempre pôs as necessidades dos outros à frente das suas. Depois de ter perdido o pai e o emprego, a jovem mulher toma conhecimento que Baptiste, seu filho único de 18 anos, vai sair de casa. O mundo de Rose desaba completamente. Rose é então obrigada a aceitar trabalho como dama de companhia de uma idosa rica e amalucada, Colette, e a lidar com Véronique, a despótica e insuportável filha de Colette. E se, contra todas as possibilidades, esse encontro atípico pudesse mudar a vida de Rose?
Sinopse: Na noite em que a mãe lhes foi arrancada, os gémeos Maisy e Duncan
perceberam que só podiam contar um com o outro. Se até então a vida
deles não fora fácil, a partir desse momento piora dramaticamente pois o
pai decide enviá-los para casa da avó, a ríspida Violet.
Os gémeos sentem-se mais abandonados do que nunca. Mas a negligência da
avó tem um lado positivo: Maisy e Duncan passam a desfrutar de uma
liberdade inesperada e podem explorar o campo e fazer novas amizades sem
terem de se justificar a ninguém. Até ao dia em que Duncan desaparece
sem deixar rasto.
À medida que os dias dão lugar a semanas, perante a ineficácia da
polícia e a indiferença da avó, Maisy decide descobrir por si própria o
que aconteceu à única pessoa que verdadeiramente ama. E vai começar por
Grace Deville, a excêntrica amiga do irmão. Grace vive isolada na
floresta... e tem segredos por revelar…
Opinião:
A sinopse deste livro levou-me a crer que esta história seria um pouco
diferente do que costumo ler de Lesley Pearse. Não obstante, a mesma
decorre no pós Segunda Guerra Mundial, sendo que o contexto histórico
das suas obras continua presente.
Este livro fala, pois, de um casal de irmãos gémeos, Maisy e Duncan,
inseparáveis, que, além de terem a mãe doente e o pai maioritariamente
ausente, viram-se obrigados a mudar de vida, indo viver com a insensível
avó. Como se tinham um ao outro, a mudança não
foi complicada, tendo partido à descoberta do novo lugar onde moravam e
conhecendo Grace, uma mulher que vive isolada e tida pelos habitantes
como louca. No entanto, Duncan desapareceu, numa altura em que
aconteciam alguns desaparecimentos de jovens. A história,
portanto, relata o desenvolvimento do caso, bem como o que acontece na
vida de Maisy na ausência do irmão.
Esta obra foi uma autêntica surpresa positiva, pois não contava com um
caso de investigação tão misterioso. Foi com emoção que acompanhei o
desenrolar dos acontecimentos, bem como os sentimentos das personagens. O
livro tem também algumas amostras de injustiças
que fazem pensar na maneira como, por vezes, julgamos uma situação ou
uma pessoa sem as conhecermos minimamente bem para o fazermos.
Além disso, os temas fulcrais da história são o abuso sexual de menores e
o cancro, assuntos tão actuais, sérios e ao mesmo tempo assustadores.
No cômputo geral, a história
surpreendeu-me agradavelmente e ganhei um carinho especial pelos dois
irmãos, bem como por Grace.
Tendo em conta o que se dizia de Grace,
devem estar admirados por eu ter gostado dela. Leiam o livro e descubram
o porquê! 😉
Olá! Adicionei um novo livro à minha estante, desta vez com A Provadora, de V. S. Alexander. Este livro promete ser interessante, uma vez que a história decorre na Segunda Guerra Mundial. Estou desejosa de o ler!
Sinopse: Em plena Segunda Guerra Mundial, uma jovem encontra refúgio ao lado do
homem mais perigoso do mundo. Em 1943, alarmados com os constantes
raides aéreos dos Aliados sobre Berlim, os pais de Magda Ritter
enviam-na para Berchtesgaden, uma remota cidade nos Alpes Bávaros. Aqui
ela é recrutada para o Berghof, o refúgio de montanha de Hitler, onde é
treinada para desempenhar uma única função: provar a comida do Führer,
oferecendo-se em sacrifício para o manter a salvo de envenenamento. O Berghof parece estar a um mundo de distância da realidade das
batalhas e, apesar de a princípio estar aterrorizada, Magda habitua-se
gradualmente à sua perigosa missão. Mas o seu amor por um conspirador
das SS e a sua crescente tomada de consciência das atrocidades do Reich
empurram Magda para uma conspiração que irá testar a sua inteligência e
lealdade. Vividamente escrito, A Provadora desenrola-se no momento mais
negro e turbulento da humanidade, oferecendo-nos uma trama plena de
intriga e terror, mas também de extraordinária coragem, sacrifício e
amor.