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quinta-feira, 2 de junho de 2022

Música :: Eurovision Song Contest 2022


É verdade, já estamos em Junho, mas ainda não tinha vindo cá falar sobre a Eurovisão... Mais uma que se realizou e passou a correr! Adoro a semana eurovisiva, porque geralmente é na semana do meu aniversário, o que torna esta minha paixão ainda mais acesa!

Este ano, ouvi previamente todas as músicas a concurso no YouTube, a maior parte delas somente excertos e, por isso, fiquei com uma breve ideia do que iria ouvir este ano nas semi-finais e final. Foram poucas as que ouvi na totalidade, mas foram essas que me suscitaram mais curiosidade, ou pela polémica que causaram, ou simplesmente porque me interessava mais ouvir.

As semi-finais foram muito interessantes e variadas nos estilos musicais, não se tornando, assim, monótonas. No geral, foram poucas as músicas de que não gostei e, por isso, não consegui escolher facilmente favoritas! Fiquei desiludida apenas por uma ou outra música não passarem à final, como foi o caso da Dinamarca, mas este ano realmente houve muito boas escolhas musicais. Ah! E obviamente fiquei felicíssima com a passagem de Portugal à final! 😁
 

A final foi ainda melhor no que toca às actuações. Como é costume, os concorrentes vão com mais vontade e alegria para a final e proporcionam-nos, assim, um melhor espectáculo. Foi impossível para mim escolher um vencedor e só esperava que chegasse ao momento das votações para descobrir quem iria vencer este ano!

Ainda antes disso, gostei de ver a actuação do Mika, que me fez recordar um pouco a altura em que as músicas dele foram lançadas, era eu uma adolescente, e estava sempre a ouvi-las na rádio e no MP4 (bons tempos)!

Chegou o momento das votações e fiquei bastante curiosa, mesmo sabendo à priori que Portugal não iria vencer. Os votos estavam muito renhidos e não estava fácil de perceber quem iria ganhar. Segundo os votos do júri, o Reino Unido seria o vencedor e Portugal ficaria em quinto lugar, o que seria excelente, principalmente por ter chegado tão alto sem arrecadar 12 pontos de ninguém! De lamentar apenas o facto de não se conseguir ouvir os pontos de certos países que, mais tarde se soube, tinham sido modificados sem razão aparente... No entanto, quando chegou a altura de conhecer os votos do público, deu-se uma grande reviravolta. O expectável aconteceu: a Ucrânia conseguiu o maior número de votos do público e chegou ao topo. Portugal alcançou um honroso nono lugar.
 

Honestamente, não queria que a Ucrânia ganhasse. A música era fixe, mas havia melhores, e acho que foi uma vitória política. É apenas a minha opinião. Mas reconheço a importância do prémio para o país e dou os parabéns, esperando que, no próximo ano, a Eurovisão possa acontecer na Ucrânia e sem guerra.
 
Até para o ano!

quarta-feira, 16 de março de 2022

Música :: Festival da Canção 2022

 
Viva! No Sábado passado, ficámos a conhecer a música que irá representar Portugal na Eurovisão este ano, em Turim.
 
Tal como no ano passado, ouvi previamente todas as músicas no YouTube e fiquei logo com três favoritas: Ainda nos Temos (Syro), Povo Pequenino (Fado Bicha) e Dégra-Dê (Pongo e Tristany), sem qualquer ordem de preferência. Achei que, no geral, havia muitas músicas melancólicas, mas, em contrapartida, muita variedade musical.

A RTP transmitiu as duas semi-finais e a final no espaço de uma semana (ao contrário do habitual, em que cada transmissão acontece em cada Sábado, levando três Sábados no total), que foi óptimo para acalmar a ansiedade de conhecer o vencedor! 😁

Adorei assistir às três transmissões e de conhecer ao vivo as músicas, porque passei a gostar de mais algumas e de as compreender melhor. Penso que este foi o ano em que houve mais variedade musical de qualidade e praticamente todas as músicas, na minha opinião, eram boas para nos representar, tornando bastante difícil a escolha de um preferido.

Sempre tive a ideia de que o Syro fosse ganhar o Festival. Também ouvi gente dizer que a Áurea era uma forte candidata à vitória, mas aos poucos fui-me apercebendo de que a Maro estava a ganhar fãs pelo país e pelo mundo eurovisivo. Honestamente, a música dela não me cativou à primeira (foi daquelas que ouvi uma parte e passei à frente), mas na apresentação ao vivo consegui gostar muito mais.
 

Na Final, todos os artistas melhoraram muito as actuações e ficou mesmo difícil de escolher um vencedor! Foi a prova de que o Festival mudou, cresceu e melhorou bastante relativamente aos anos anteriores a 2016. Admito que fiquei admirada com as votações, tanto do júri como do público, mas os 12 pontos de ambas as partes deram a vitória imparcial à Maro e ficou provado de que era a favorita para levarmos a Turim.

Apesar de ter gostado de tantas outras músicas, concordo que vamos bem representados a Itália. Agora falta esperarmos ansiosamente pela Eurovisão em Maio! 😊

domingo, 23 de maio de 2021

Música :: Final do Eurovision Song Contest 2021

Chegou o grande dia! O dia da Grande Final da Eurovisão. Estava muito expectante em relação a esta final, tanto pela actuação de Portugal, como pela maioria dos restantes países, já que este ano é muito bom em boas canções. Além disso, a final costuma ser melhor do que as semi-finais, porque os finalistas vão mais numa onda de desfrutar do momento. O mais importante – chegar à final – já conseguiram!

No cômputo geral, todos melhoraram as suas prestações. Foi realmente uma festa espectacular! Quanto aos big 5 e ao anfitrião, estas foram as minhas apreciações:
 
Reino Unido – É uma canção bem disposta, mas passa um pouco despercebida e a voz não é a melhor.

Espanha – A música tem potencial e o intérprete tem uma voz muito boa.
 
Alemanha – Achei que esta actuação foi mais divertida do que boa. Sinceramente não gostei da música.
 
França – Uma música simples mas forte, que lembra Edith Piaf e Jacques Brel. Muito boa prestação da França!
 
Holanda – Gostei da onda positiva e da sonoridade africana da música. O refrão fica na cabeça.
 
Itália – Não esperava este estilo de música vindo de Itália! E não esperava gostar tanto do que vi e ouvi! Itália era tida como uma potencial vencedora e com razão!

Depois das actuações, o interval act contou com a presença de antigos vencedores, num momento chamado Rock the Roof. Adorei rever todos, mas principalmente aqueles que mais me marcaram, como Helena Paparizou, Måns Zelmerlöw e Lordi.

Mais tarde, já no momento das votações, constatou-se quem iria disputar o topo da tabela, que coincidia inclusive com as apostas que se foram fazendo antes da final. Na opinião do júri, a Suíça ganharia o festival e Portugal ficaria em sétimo lugar, que seria muito bom!

No entanto, o momento mais caricato do espectáculo foi quando começaram a divulgar a votação do público e o Reino Unido, a Espanha, a Alemanha e a Holanda não obtiveram quaisquer pontos. O momento foi aliviado com aplausos e desportivismo, mas não deixou de ser constrangedor. Aliás, isso deixou-me a pensar em alguns aspectos do festival que dificilmente correm bem. Já repararam que, geralmente, os últimos da tabela são países dos big 5 e/ou o país anfitrião (como aconteceu com Portugal em 2018)? E que as músicas desses países, normalmente, passam um pouco despercebidas? Eu, a meu ver, acho uma injustiça continuar a haver o grupo dos big 5. Quase sempre têm músicas menos merecedoras de estar na final do que alguns países que se ficam pelas semi-finais. Já para não falar do país anfitrião, mas nesse caso é mais um prémio por ter vencido no ano anterior e por ter organizado o festival e recebido todos os participantes em casa. Por mim, deixava de existir privilégios e esses países passariam a ir às semi-finais como todos os outros.

Outro momento constrangedor foi também quando Portugal recebeu apenas 27 pontos do público e ficou em décimo segundo lugar. É comum acontecer isto, mas quando são países bem classificados e com boas canções, fica-se um bocado desiludido com essas pontuações.


Para terminar, o suspense final foi quando se descobriu quem iria vencer o festival. Acabou sendo a Itália, deixando a França e a Suíça a seguir. Foi um pouco expectável, mas não deixou de ser uma surpresa para muitos.

Desta vez ganhou o rock e foi merecido! Parabéns à Itália e até para o ano!

sábado, 22 de maio de 2021

Música :: 2.ª Semi-final do Eurovision Song Contest 2021

Dia 20 de Maio foi o dia da segunda semi-final da Eurovisão, na qual Portugal participou. Estava bastante ansiosa por assistir à actuação do meu país, pois adoro a canção e queria ver como iria correr! Além disso, estava curiosa por descobrir como seriam as canções concorrentes e ver quem iria passar à final.

Então, eis as minhas reacções às canções participantes:

San Marino – Nunca pensei ver Flo Rida a participar na Eurovisão! Ele faz feature com Serhit. A música é uma óptima aposta de San Marino; este ano veio com muita adrenalina!
 
Estónia – Gostei da música, mas penso que não se sobressai no festival.

República Checa – Gostei mais da parte do refrão final da música, mas não me cativou no geral.
 
Grécia – Este ano, a Grécia surpreendeu-me com uma música bem diferente do que costuma apresentar! Adorei, tanto a canção como a coreografia dos homens (quase) invisíveis! 😁



Áustria – Não contava com duas canções Amen no mesmo ano. 😁 Gostei, mas não adorei, tal como a outra da primeira semi-final.

Polónia – Uma música pop que me lembra um bocado das músicas de há uns dez anos ou mais. Até gostei! Mas...

Moldávia – Hum... Cheguei a ouvir esta música antes, mas não me agradou. Agora, não adoro, mas tornou-se um bocadinho num guilty pleasure. E a actuação foi mais dança do que cantoria, mas vá... Não foi má de todo!

Islândia – Devido a um caso positivo no grupo da Islândia, eles não puderam actuar ao vivo e foi apresentada uma das prévias actuações deles. O grupo é diferente e engraçado; já a música é bonitinha, mas não adorei.

Sérvia – Esta actuação é uma explosão de energia! Faz dançar e é poderosa, mas achei um bocado exagerada... Não obstante, é boa!

Geórgia – No meio de tanto fogo, esta balada veio mesmo a calhar. Gostei!
 
Albânia – Uma música com sonoridade característica do país e a cantora fez-me lembrar a Beyoncé. Gostei.

Portugal – Modéstia à parte, Portugal teve uma excelente prestação! Os The Black Mamba são profissionais e sentia-se confiança. Adorei!

Bulgária – Gostei muito desta canção. Muito calma e intimista.

Finlândia – Nada como a Finlândia para levar este género musical ao festival! Apesar de não ser um género que ouça regularmente, gostei bastante.
 
Letónia – Não sei o que dizer mais desta canção do que isto: confusa. Não gostei.

Suíça – Diziam que esta era uma das músicas candidatas à vitória e com razão! Foi espectacular esta actuação!

Dinamarca – 80's are back! Adorei a canção! É um estilo que, para mim, nunca passa de moda! E o facto de ter sido cantada na língua do país, ainda melhor!

Depois das actuações, houve espaço para mais um interval act e a apresentação dos outros três países automaticamente finalistas.

Desta vez, alguns dos finalistas escolhidos não foram os meus preferidos. No entanto, concordei com os dez finalistas que passaram para a final de Sábado. Vamos ver quem será o vencedor deste ano! 😊

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Música :: 1.ª Semi-final do Eurovision Song Contest 2021

 
Depois de um ano sem espectáculo ao vivo, a Eurovisão finalmente regressou! Já estava ansiosa por assistir a toda a euforia que a Eurovisão nos proporciona. E dia 18 de Maio, foi dia da primeira semi-final do ESC. Como Portugal só vai participar na segunda semi-final, a primeira foi transmitida em diferido na RTP1, e eu só assisti nessa altura. Mesmo já se sabendo quem eram os finalistas, quis manter o suspense e aguentar a curiosidade. 😁

Assim, estas foram as minhas apreciações às canções concorrentes:
 
Lituânia – Esta foi das poucas que ouvi pouco depois de ter sido escolhida para representar o país e por se dizer que era uma das favoritas. Eu gostei muito da música e é boa para dançar!

Rússia – Uma música diferente que a Rússia apresentou, que vai de encontro a algumas sonoridades mais típicas e foi cantada maioritariamente na língua materna, mas não adorei.
 
Eslovénia – Não esperava um tom tão grave da cantora e o poder vocal era enorme! Contudo, a música não faz muito o meu género.

Suécia – Suécia sendo Suécia! A música era boa, mas acho que o cantor falhou um bocado na voz mais no final. E não é, de longe, das melhores que o país apresentou.
 
Austrália – Uma apresentação cheia de cor, vinda directamente do outro lado do mundo. Não obstante a qualidade de voz da cantora, a música era confusa e não gostei.
 
Macedónia do Norte – Uma música com potencial, mas que me faz lembrar uma música da Disney. Gostei, mas não adorei.
 
Irlanda – Adorei a garra da cantora e a canção é bem positiva. Muito boa!
 
Chipre – De início, julguei a música como se fosse uma cópia do estilo da Fuego, mas depois acabei por gostar bastante da canção e fiquei com ela na cabeça!
 
Noruega – Penso que já ouvi melhores músicas da Noruega. A música não é má, mas não adorei.
 
Croácia – Mais uma música pop que não me cativou o suficiente para gostar dela.
 
Bélgica – Adoro este género de música! Vê-se que é uma banda com anos de experiência e a qualidade é notória. Adorei a apresentação da Bélgica!
 
Israel – Desta vez, uma música pop que me cativou! Além da sonoridade tipicamente israelita, a voz da cantora é muito boa.
 
Roménia – Gostei mais do que pensava que iria gostar. Foi uma actuação muito boa!
 
Azerbaijão – Uma típica canção azeri, mas com grande poder feminino e sensual. A música é mesmo poderosa!
 
Ucrânia – Não contava com uma música tão irreverente como esta, num misto de canto tradicional com electrónica moderna. Gostei muito!
 
Malta – Fez-me lembrar Israel 2018, mas tão bom ou ainda melhor!
 
Ainda se ouviram os excertos de três das seis canções automaticamente apuradas para a final de Sabado, neste caso da Itália, da Holanda e da Alemanha. Do que ouvi, a Itália está numa onda de rock, a Holanda foi buscar sonoridades africanas e a Alemanha tem uma música mais bem humorada.

Também houve um interval act muito interessante e uma recordação de vários antigos vencedores da Eurovisão muito emotiva.

Finalmente, os finalistas foram escolhidos e a maioria deles coincidiu com as minhas escolhas. Agora, falta ver se Portugal também irá fazer parte dos finalistas de Sábado. Boa sorte, Portugal!

sexta-feira, 12 de março de 2021

Música :: Final do Festival da Canção 2021

Chegou a aguardada final do Festival da Canção (FC)! Admito: no início não ouvi as canções com atenção e julguei tudo como sendo fraco ou mediano, mas afinal os meus ouvidos e a minha vontade não estavam para lá virados e rebaixei um dos melhores, ou talvez mesmo o melhor Festival da Canção destes últimos anos! Houve qualidade e variedade de canções, houve artistas de renome e outros não tão conhecidos, houve bom humor na apresentação e houve homenagens musicais magníficas. Adorei!
 
O programa começou com uma introdução musical dos apresentadores alusiva ao Playback de Carlos Paião. Foi muito bom!
 
Seguidamente, foram apresentadas as canções finalistas. No cômputo geral, todos se saíram melhor e tiveram prestações mais elaboradas e com menos nervosismo, que só ajudou. Continuou a faltar a plateia, mas teve de ser assim.
 
 
Após as actuações, seguiram-se mais homenagens, desta vez a Carlos do Carmo, com Dino D'Santiago a cantar Os Putos, numa sonoridade bem diferente da original, mas incrível. Também os Clã, o Filipe Sambado e a Cláudia Pascoal revisitaram o disco de 1971 que José Mário Branco e Sérgio Godinho gravaram em Paris. Foram actuações magníficas e eu fiquei encantada especialmente com a última, quando Sérgio Godinho se juntou aos artistas.
 
Elisa, que venceu o Festival de 2020, também regressou com a canção vencedora, com uma melodia diferente e letra adaptada à nossa nova realidade. Foi emocionante.
 

No final, as tão esperadas votações revelaram que quem vai representar Portugal na Eurovisão serão os The Black Mamba. Penso que não era o mais desejado para tal, pois não obteve os 12 pontos nem do júri nem do público, mas eles tinham uma das melhores músicas e é mais do que justo serem eles a representar o nosso país.

Pela primeira vez, Portugal será representado com uma canção totalmente em inglês. Todo o universo eurovisivo já se manifestou em relação a isso, pois estava a contar com uma canção em português, e muitos portugueses já criticaram esta escolha. No meu caso, fiquei de certa forma contente por levarmos algo diferente do que nos caracteriza à Eurovisão. Nem se coloca a questão da nossa tradição e cultura, pois lá vão os tempos em que o nosso Festival pedia música festivaleira, com fado, pop, guitarra portuguesa e um refrãozinho em inglês só para dar o ar de sua graça no estrangeiro. Sim, a Eurovisão é interessante por mostrar sonoridades diferentes, idiomas distintos e variedade, e agora volta-se tudo para o inglês, mas em Portugal faz-se imensa música em inglês, em francês, em espanhol, que vai do pop ao rock, do fado à electrónica, e tudo isso é bom. Aliás, o que mostra a qualidade do que é português são os artistas, porque a música é universal! E os The Black Mamba são muito bons profissionais, que têm canções muito boas e algumas bem conhecidas.

Do que já ouvi por alto de alguns concorrentes deste ano, as canções são mais do mesmo e penso que não gostei propriamente de nenhuma, mas isso há-de mudar certamente em Maio. Por isso, Portugal vai levar uma óptima canção e irá destacar-se pela qualidade!

sexta-feira, 5 de março de 2021

Música :: 2.ª Semi-final do Festival da Canção 2021

No passado dia 27 de Fevereiro, decorreu a segunda semi-final do Festival da Canção (FC). Ao contrário da primeira, penso que esta teve mais variedade musical e foi bastante melhor. Dito isto, estas foram as minhas apreciações:
 
Da Chic tem uma onda muito disco que eu admiro, mas não gosto muito desta aposta para a Eurovisão.

Gosto deste género com sotaque doce do Brasil, e seria interessante levar algo diferente para a Eurovisão, mas não me encheu as medidas.
 
Uma música num estilo diferente do que se costuma ouvir na Eurovisão. Talvez fizesse sucesso.
 
Não gostei muito desta música, não sou fã deste estilo musical, mas o intérprete esteve bem no seu registo.
 
Joana Alegre tem uma voz límpida e que parece sair sem o menor esforço! A melodia é tão fresca e leve que sabe bem ouvir.
 
Gostei da onda 80's do Pedro e da sonoridade da música, mas será que iria destacar-se na Eurovisão? E aquele penteado, no way!
 
Gosto muito da mistura de pop com guitarra portuguesa, penso que dá sempre um ar interessante a uma música, e gostei bastante desta.
 
Adorei a canção da Carolina. É um pouco melancólica e parece ser a sequela trágica de A Vida Toda, mas gostei muito.
 
Gostei desta música, pois lembra-me Depeche Mode, mas seria uma aposta bastante diferente do que se ouve na Eurovisão.
 
Esta actuação fez-me lembrar a do Duncan Laurence, que venceu a Eurovisão em 2019. Gostei mesmo muito, mas espero que não seja considerada mais do mesmo.

Foi também altura de recordar canções que passaram pelo FC e desta vez foi recordado o top 3 de 1971. Adorei a homenagem às canções de Paulo de Carvalho feita pelo filho Agir, mas fiquei desiludida por se ter ignorado a canção que nos representou nesse ano na Eurovisão e ficou no melhor lugar que Portugal alcançou até então. Menina foi das melhores canções que Portugal levou à Eurovisão e eu emociono-me sempre que revejo a actuação da Tonicha. A música é maravilhosa!

Por fim, quem passou à final foi: Eu.Clides, Joana Alegre, Pedro Gonçalves, Carolina Deslandes e NEEV. Tirando o Eu.Clides, concordo com os finalistas e estou ansiosa por conhecer quem nos vai representar em Roterdão!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Música :: 1.ª Semifinal do Festival da Canção 2021

 
Chegou novamente a altura do ano em que a RTP nos presenteia com o Festival da Canção (FC). Depois de, no ano passado, a Eurovisão ter sido cancelada devido à pandemia, parte do entusiasmo foi por água abaixo e, admito, acabei por esquecer um pouco este meu gosto pela Eurovisão, de tal forma que nem sequer andei atenta às novidades e nem sabia quando iria ser o FC. A culpa é do Covid, certamente...

Apesar deste desleixo da minha parte, foi por mera coincidência que fui ao YouTube horas depois de as canções do FC terem sido partilhadas. Fui ouvindo por alto cada uma e continuei com as expectativas bem em baixo. Houve uma ou outra que se destacou, mas nem por isso as fui ouvir mais.

Também por acaso, fiquei a saber quando iriam ser as semi-finais e a final do FC através de uma conversa entre duas amigas fãs da Eurovisão. Andei mesmo a leste! 😂

Assim, no dia 20 de Fevereiro, decorreu a primeira semi-final do FC. Ao contrário do que vem sendo costume, esta semi-final teve dez canções em vez de oito. No geral, achei as canções muito calmas e pouco me cativaram, com certas excepções. Eis o que achei de cada uma:

Gosto muito dos The Black Mamba, particularmente do vocalista. Esta canção vai de encontro ao género deles e gostei muito da música. Pode ser uma boa escolha para a Eurovisão.
 
O fado é praticamente presença assídua nos festivais. Gostei da melodia e da voz da Valéria, além de a música ser boa, mas não sei se a Eurovisão iria ver esta aposta como mais do mesmo ou se iria ser uma surpresa.
 
Não desgostei totalmente da música nem da prestação, mas achei a música um pouco cansativa de se ouvir, além de que a intérprete parecia forçar um pouco a voz.
 
A canção não me cativou muito, mas gostei da voz e da interpretação da Nadine.
 
Gostei tanto desta música! Foi uma lufada de ar fresco ao palco e passou uma energia positiva. Seria uma boa aposta para levarmos à Eurovisão.
 
Admito: quando ouvi, não prestei a devida atenção; até ignorei a actuação. Mas ao ouvir de novo, reparo melhor na letra e na prestação da Fábia e penso que é das melhores da noite!
 
Esta foi mais uma música que achei mais cansativa e monótona, por isso não gostei muito (apesar de ter um bom título).
 
Adorei a sonoridade mais moderna de um tema tão caracteristicamente português: saudade. Gostei muito da voz e da letra, mas faltou algo na actuação para ser perfeita.
 
Adorei! Tão simples e tão maravilhosa! A simplicidade da voz, da prestação, do palco, tudo me fez lembrar o Salvador Sobral (e a voz dela lembra muito a Luísa Sobral). Não me importava nada que fosse esta a escolhida para nos representar!
 
Não desgostei mas também não adorei. E, durante a actuação, eu disse Como não reparei que ela estava grávida?. Ora bem, porque não estava e fazia tudo parte da actuação. 😁 Foi uma prestação original, mas não me fascinou.

Esta edição do FC foi sem público, como era de esperar, e foi estranho por não haver reacção do público (só meia dúzia de aplausos). Penso que as actuações perderam um pouco por não haver interacção entre as duas partes, mas teve de ser assim.

Gostei de ver e ouvir alguns cantores e antigos concorrentes a interpretar músicas que já passaram pela Eurovisão, como a Dora com Não Sejas Mau P'ra Mim.

No final, acabaram por passar: The Black Mamba, Valéria, Fábia Maia, Karetus & Romeu Bairos e Sara Afonso. Concordo com as canções escolhidas como finalistas e no próximo Sábado iremos conhecer mais dez canções, das quais sairão mais cinco para a final!

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Música :: Eurovision Shine a Light 2020

Este ano tem sido muito estranho para todos nós. A pandemia mundial surgiu repentinamente e privou-nos de inúmeras actividades, rotinas e necessidades básicas, como um simples passeio à beira-mar sem preocupações. A pandemia veio para ficar e tão cedo não nos iremos livrar dela, a não ser que surja uma cura eficaz dentro de pouco tempo e que todos nós sigamos as regras de segurança e de higiene para nos protegermos a nós e aos outros.

Além das actividades essenciais, também ficámos sem poder desfrutar de momentos de cultura e de diversão, e hoje refiro-me em particular ao Festival da Eurovisão.


Maio é o mês de Maria, do meu aniversário e da Eurovisão. Nasci num dia eurovisivo e, desde que me lembro, assisto ao festival com todo o fervor. Infelizmente, tal como muitos eventos, a Eurovisão foi cancelada, mas todos os participantes e todas as canções tiveram o direito de serem conhecidas e, para isso, houve o Eurovision Shine a Light. A partir de casa de cada participante, cada um cantou Love Shine a Light, canção vencedora em 1997 de Katrina and the Waves, e enviou uma mensagem de esperança.

O programa decorreu no Sábado, dia 16, mas nos dias em que deveriam ter sido as semi-finais, houve dois eventos no YouTube com as canções que deveriam ser ouvidas em cada semi-final.

O Eurovision Shine a Light foi um pequeno consolo para os eurofãs, porque todos os anos esta altura é sempre muito esperada! Contudo, pessoalmente, ficou uma sensação de insatisfação, de poderia ter havido mais... Não é de admirar: cada concorrente teve direito a poucos segundos de canção apresentada e outros tantos para falar, por isso pareceu aquele momento de votação em que só aparece um cheirinho da música e a seguir o cantor/grupo a enviar mensagem para serem votados. Pior ainda: não houve votação nem vencedor! O que é uma Eurovisão sem a adrenalina de saber quem é o vencedor do ano?!

Ainda assim, houve espaço para antigos concorrentes cantarem canções de outros tempos e gostei de recordar certos artistas, mas assim também não destacaram muito os deste ano...


Ao que parece, muitos cantores deste ano já confirmaram presença no próximo ano. Por um lado é bom, pois vê-se o esforço e o desejo de viver a verdadeira Eurovisão, mas certamente não será assim com todos. E aqueles que só se ficaram por este ano? Alguns deles nunca irão ser reconhecidos como concorrentes do ESC, sequer... É verdade que muitos caem no esquecimento, mas este ano vai acabar por ser um hiato na História da Eurovisão.

Sem me alongar na minha tristeza por este ano ser tão irreal, só desejo que para o ano haja finalmente o Festival em Roterdão, pois significa que tudo voltou ao normal ou, pelo menos, melhorou. O essencial é que esta pandemia abrande e acabe por passar. E que todos nós nos mantenhamos em segurança!

domingo, 8 de março de 2020

Música :: Final do Festival da Canção 2020


No passado dia 7 de Março, decorreu a grande final do Festival da Canção de 2020. Foi também a celebração do 63.º aniversário da RTP e a efeméride mereceu uma abertura especial do programa por parte dos apresentadores (Filomena Cautela, Vasco Palmeirim e Inês Lopes Gonçalves), com um grupo com as tradicionais roncas e o corpo de bailarinos que tornou a abertura ainda mai' linda!


De seguida, voltaram a actuar as canções finalistas desta edição e, desta vez, num palco bem maior e mais eurovisivo. No geral, todas as canções melhoraram bastante em relação às semi-finais, o que tornou mais difícil a escolha das favoritas. Apenas achei que a actuação do Jimmy P não foi tão fantástica como a primeira e que a presença da Marta Carvalho no palco com a Elisa não foi a melhor escolha, apesar de não ter desgostado totalmente.


Depois das actuações e durante as votações, houve dois momentos de medleys que celebraram o boom do rock português. Foram ambos magníficos, mas aquele em que a Lena D'Água cantou foi o mais espectacular!


Entretanto, chegou a altura do anúncio dos resultados. Os votos do júri surpreenderam-me; todos eles deram 12 pontos ao Filipe Sambado, à excepção da região da Madeira, que deu 12 pontos à Elisa.
O maior suspense foi e é sempre quando se conhecem os resultados da votação do público. Ou foi impressão minha, ou a Filomena Cautela ficou desiludida por o Jimmy P ter ficado no meio da tabela?! 🤔 O que é certo é que houve suspense quase até ao final e a grande disputa foi entre a Elisa e a Bárbara Tinoco. E a vencedora acabou por ser a Elisa, que não obteve a pontuação total de nenhuma das partes e conseguiu ainda assim vencer!


A canção que irá representar Portugal na Eurovisão deste ano é muito bonita e merece todo o nosso apoio. Espero que consigamos chegar à final e que tudo corra bem em Roterdão! 😃

domingo, 1 de março de 2020

Música :: 2.ª Semi-final do Festival da Canção 2020


No dia 29 de Fevereiro, além de ter sido um dia especial por só aparecer de quatro em quatro anos, foi também dia da segunda semi-final do Festival da Canção (FC). Este certame teve apresentação de Sónia Araújo e de José Carlos Malato e foram apresentadas as restantes oito canções das dezasseis que estavam a concurso.

Assim, aqui ficam as canções:

Gostei muito da música! Só achei que a voz dela não teve muita projecção e que a actuação merecia ser mais impactante.

A música até não era má, mas não sei se seria boa para o ESC.

Adorei a coreografia e a força da música, mas foi demasiado Vês ou não?... Vi de mais!

Gostei muito, nota-se bem que a canção foi composta por Dino D'Santiago. Gostei particularmente da pequena coreografia das coristas aliadas à intérprete.

Música muito bonita que me deu vontade de dançar, mas acho que era bastante repetitiva com o narué aé... A Elisa Rodrigues tem um poder vocal muito bom mas não teve a melhor música.

Simplesmente não...

Muito boa voz, mas a actuação foi demasiado simples e a melodia da canção fez-me recordar os festivais de há cerca de dez anos.

Fiquei colada ao ecrã durante esta actuação! Não sou propriamente fã de rap, mas o bom rap tem sempre uma boa história impactante e é declamada por bons artistas. Adorei a letra, o ênfase que Jimmy P foi dando ao longo da música e o pequeno coro gospel tornou a actuação ainda mais espectacular! Adorei!

Os finalistas desta noite acabaram por ser: Kady, Elisa Rodrigues, Tomás Luzia e Jimmy P. Concordei com quase todos os finalistas; só trocaria o Tomás Luzia pelos Dubio feat. +351.
No próximo Sábado, iremos finalmente descobrir quem irá representar Portugal este ano na Eurovisão!

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Música :: 1.ª Semi-final do Festival da Canção 2020


No passado dia 22, foi dia da primeira semi-final do Festival da Canção (FC) de 2020. O programa contou com a apresentação de Tânia Ribas de Oliveira e de Jorge Gabriel. Foram apresentadas oito das dezasseis canções a concurso, sendo elas as seguintes:

A canção não teve grande impacto no concurso. Caiu-me no esquecimento.

A música é boa e fez-me lembrar José Afonso. Fiquei pasmada ao ver a indumentária de Filipe Sambado: não estava mesmo à espera daquilo! Sinceramente, fiquei um pouco desapontada, se bem que a irreverência me fez lembrar também Ney Matogrosso.

Gostei também desta canção. A sonoridade lembrou-me Jorge Palma. Contudo, não achei que se fosse destacar no FC.

Adorei a actuação! Achei que toda a representação se adequou à letra da canção, mas penso que os bailarinos tiraram um bocado a atenção da Bárbara Tinoco. Ainda assim, é uma boa aposta para o ESC!

A maior desilusão da noite. A música é muito boa, mas a actuação não teve nada que a fizesse sobressair. E aquele rebelljon estragou ainda mais a coisa...

Esta canção foi uma boa surpresa. Gostei muito da melodia e da letra, mais do que quando ouvi a versão de estúdio. Já se ouviu algo do género do ESC que teve sucesso, por isso seria uma boa aposta para levarmos ao certame.

A canção até teria potencial, se a voz dos intérpretes não fosse uma desgraça...

Um género diferente do que estamos habituados a ouvir tanto no FC como no ESC, mas gostei muito e transmite muita energia.

No final das votações e da divulgação do resultado, quem passou à final foi Filipe Sambado, Bárbara Tinoco, Elisa e Throes + The Shine. De início, gostava que os Blasted tivessem passado, mas depois da actuação deles, acho que não trariam algo de novo ao ESC. No fim de contas, fiquei satisfeita com o resultado!

domingo, 19 de maio de 2019

Música :: Final do Eurovision Song Contest 2019

 
Depois das semi-finais, eis que chegou o dia da final do Eurovision Song Contest (ESC) deste ano!
Após a actuação de abertura com a canção vencedora do ano passado e do desfile das bandeiras dos países participantes, começou o grande espectáculo!

Mais uma vez, no geral, achei que as actuações melhoraram em comparação com as performances das semi-finais, tornando assim o espectáculo muito mais autêntico e cativante. Desta vez, actuaram também os big 5 e o país anfitrião, neste caso Israel, sendo que fiquei a conhecê-las pela primeira vez.

  • Alemanha - Este ano, a Alemanha levou uma música nada marcante e que me passou ao lado. Aliás, a mim e a toda a Europa... e isso notou-se na votação final.
  • Israel - Uma balada forte e que culminou com um final poderoso. E o mais especial foi a reacção de Kobi quando acabou de cantar: emocionou-se e mostrou o quão feliz estava ali a representar o seu país! Foi lindo!
  • Reino Unido - Gostei da música e da voz do cantor. O coro também deu bastante poder à canção, mas não é do género que passe muito tempo a ouvir.
  • França - A música é muito boa e ficou a ganhar com as dançarinas. Aliás, nos momentos em que o cantor actuava sozinho, parecia que a prestação morria um bocado. No entanto, esta foi uma boa aposta de França para este ano, com uma mensagem muito importante para os dias de hoje.
  • Itália - Este ano, Itália levou um género não muito comum no ESC e que não costumo adorar, mas neste caso adorei a música! Contudo, também achei que na actuação prevaleceu apenas a voz do cantor e não tanto o instrumental, que foi uma pena.
  • Espanha - Acho que o rol de canções não podia ter terminado da melhor maneira! A música é tão bem-disposta e fez o público saltar e dançar! Soou mesmo a um hino de um campeonato de futebol ou simplesmente um êxito de Verão. A Eurovisão também precisa disto. Muito bem!
 
Enquanto decorriam as votações, houve tempo para uma actuação inesperada de alguns primeiros e segundos lugares de anos recentes, que cantaram as canções uns dos outros. Assim, Conchita Wurst cantou a Heroes, do Måns Zermerlöw; por sua vez, Måns cantou a Fuego, de Eleni Foureira (num estilo que assentou como uma luva e ficou tão boa como a original). Já Eleni "cantou" e dançou a Dancing Lasha Tumbai, de Verka Serduchka; já Verka terminou a cantar a Toy, de Netta Barzilai. Foi um momento divertido de boas recordações!

Este ano, estava mesmo ansiosa por conhecer as votações para descobrir quem iria ganhar, pois cheguei ao fim sem conseguir prever nada. Tive sempre uma ideia de que o topo seria disputado entre a Noruega, a Holanda, a Suécia e, possivelmente, a Itália. Mas, para minha surpresa, os votos do júri mandaram a Macedónia do Norte para segundo lugar sem ninguém o prever, tendo ficado logo abaixo da Suécia. No entanto, a votação do público alterou completamente a tabela e, a primeira surpresa, foi o novo sistema de votação: enquanto que os pontos eram atribuídos do menos ao mais votado, desta vez foram atribuídos ao país que estava em último lugar na tabela até ao primeiro. Estragou completamente o suspense dos últimos anos! Para já, foi constrangedor o momento em que a Alemanha ficou a saber que não teve pontos do público. E o momento de se saber quem era o vencedor (ou a Holanda ou a Suécia) com os pontos da Suécia, foi uma desilusão o valor atribuído (esperava-se um número elevado e foram só 93 pontos). Desta maneira, ficou-se a saber que a Holanda ganhou o ESC2019!

Fonte: www.bbc.com
 
A canção mereceu ganhar e a Holanda voltou a ter uma vitória no ESC quarenta e quatro anos depois da última! Para o ano, lá vamos à Holanda! 😀

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Música :: 2.ª Semi-final do Eurovision Song Contest 2019


Ontem, realizou-se a segunda semi-final do Eurovision Song Contest (ESC), na qual concorreram os restantes 18 países sujeitos a eliminatórias. Não estava com grandes expectativas em relação a este lote, também por não conhecer quase nenhuma música, mas assisti ao programa com a mesma excitação de sempre! 😃

Assim, aqui estão as actuações da noite:


Uma música forte e um tanto obscura. A voz dela é igualmente poderosa, mas não me fascinou.

Não. Simplesmente não. Não me despertou qualquer interesse e, ao que parece, já se sabia que não ia ter sorte no concurso.

Primeira impressão: olha a actuação da Ucrânia em 2011! Tal como em 2011, a actuação acompanhada por sand art teve uma beleza especial, mas desta vez não gostei muito da música.

Aleluia, uma música para dançar! Esta é uma das minhas preferidas e traz boas vibrações! Uma óptima aposta da Suíça!

A música é queridinha, mas com uma calmaria que não se destaca no palco do ESC. É pena...

Adorei esta música, apesar de achar que a cantora estava demasiado nervosa. Sinceramente, fiquei com pena que não tivesse passado.

Que canção encantadora! Espalha sorrisos e alegria! E a cara da Leonora é mesmo fofinha!

A Suécia é a Suécia; é praticamente impossível não desiludir no ESC. Adorei esta música e as big mamas que estiveram no palco!

Hum... Actuou com toda a emoção, mas a música não é nada de especial, além de ser repetitiva.

Este género de canções já foi bastante comum no ESC, mas agora parece que destoa um bocado. Só gostei um bocadinho mais quando ele começou a cantar em croata; deu outra vida à canção.

Gostei muito desta música de Malta! Mas achei a Michela demasiado reservada e com isso a actuação ficou a perder.

A música até tem bom ritmo, mas não adorei... Passou-me quase despercebida.

Eis o regresso de Sergey e ele veio com tudo! Por incrível que pareça, ao contrário da primeira canção que levou ao ESC, até gostei bastante desta! E mostrou muito mais o poder da sua voz.

Não adorei a música, mas só o facto de cantar em albanês e de incluir sonoridades típicas daquele país já fez subir muitos pontos na minha consideração. Destacou-se pela diferença.

Fiquei incrivelmente admirada com esta música! Não esperava gostar tanto! Foi pop, teve uma marca da cultura sami e fez vibrar a arena! Muito bom!

Ui... Que voz! E que actuação emotiva! Adorei!

Não faz bem o meu género musical, mas a letra é forte e a voz dela também é muito boa.

Gostei desta música, mas não achei espectacular.

O interval act ficou a cargo do grupo Shalva Band, composta por pessoas com necessidades especiais, e que fizeram acontecer o melhor momento da noite: além de talentosos, mostraram que não há limites que nos impeçam de fazer o que mais gostamos e transmitiram mensagens positivas de coragem e de alegria. Irrepreensíveis!

Por fim, souberam-se os restantes 10 finalistas deste rol de concorrentes. Apenas fiquei admirada com a passagem da Albânia e da Macedónia do Norte. Dos outros já estava à espera e fiquei a crer que a disputa pelo título seria entre a Noruega e a Holanda. No Sábado iremos descobrir o vencedor!