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domingo, 23 de maio de 2021

Música :: Final do Eurovision Song Contest 2021

Chegou o grande dia! O dia da Grande Final da Eurovisão. Estava muito expectante em relação a esta final, tanto pela actuação de Portugal, como pela maioria dos restantes países, já que este ano é muito bom em boas canções. Além disso, a final costuma ser melhor do que as semi-finais, porque os finalistas vão mais numa onda de desfrutar do momento. O mais importante – chegar à final – já conseguiram!

No cômputo geral, todos melhoraram as suas prestações. Foi realmente uma festa espectacular! Quanto aos big 5 e ao anfitrião, estas foram as minhas apreciações:
 
Reino Unido – É uma canção bem disposta, mas passa um pouco despercebida e a voz não é a melhor.

Espanha – A música tem potencial e o intérprete tem uma voz muito boa.
 
Alemanha – Achei que esta actuação foi mais divertida do que boa. Sinceramente não gostei da música.
 
França – Uma música simples mas forte, que lembra Edith Piaf e Jacques Brel. Muito boa prestação da França!
 
Holanda – Gostei da onda positiva e da sonoridade africana da música. O refrão fica na cabeça.
 
Itália – Não esperava este estilo de música vindo de Itália! E não esperava gostar tanto do que vi e ouvi! Itália era tida como uma potencial vencedora e com razão!

Depois das actuações, o interval act contou com a presença de antigos vencedores, num momento chamado Rock the Roof. Adorei rever todos, mas principalmente aqueles que mais me marcaram, como Helena Paparizou, Måns Zelmerlöw e Lordi.

Mais tarde, já no momento das votações, constatou-se quem iria disputar o topo da tabela, que coincidia inclusive com as apostas que se foram fazendo antes da final. Na opinião do júri, a Suíça ganharia o festival e Portugal ficaria em sétimo lugar, que seria muito bom!

No entanto, o momento mais caricato do espectáculo foi quando começaram a divulgar a votação do público e o Reino Unido, a Espanha, a Alemanha e a Holanda não obtiveram quaisquer pontos. O momento foi aliviado com aplausos e desportivismo, mas não deixou de ser constrangedor. Aliás, isso deixou-me a pensar em alguns aspectos do festival que dificilmente correm bem. Já repararam que, geralmente, os últimos da tabela são países dos big 5 e/ou o país anfitrião (como aconteceu com Portugal em 2018)? E que as músicas desses países, normalmente, passam um pouco despercebidas? Eu, a meu ver, acho uma injustiça continuar a haver o grupo dos big 5. Quase sempre têm músicas menos merecedoras de estar na final do que alguns países que se ficam pelas semi-finais. Já para não falar do país anfitrião, mas nesse caso é mais um prémio por ter vencido no ano anterior e por ter organizado o festival e recebido todos os participantes em casa. Por mim, deixava de existir privilégios e esses países passariam a ir às semi-finais como todos os outros.

Outro momento constrangedor foi também quando Portugal recebeu apenas 27 pontos do público e ficou em décimo segundo lugar. É comum acontecer isto, mas quando são países bem classificados e com boas canções, fica-se um bocado desiludido com essas pontuações.


Para terminar, o suspense final foi quando se descobriu quem iria vencer o festival. Acabou sendo a Itália, deixando a França e a Suíça a seguir. Foi um pouco expectável, mas não deixou de ser uma surpresa para muitos.

Desta vez ganhou o rock e foi merecido! Parabéns à Itália e até para o ano!

sábado, 22 de maio de 2021

Música :: 2.ª Semi-final do Eurovision Song Contest 2021

Dia 20 de Maio foi o dia da segunda semi-final da Eurovisão, na qual Portugal participou. Estava bastante ansiosa por assistir à actuação do meu país, pois adoro a canção e queria ver como iria correr! Além disso, estava curiosa por descobrir como seriam as canções concorrentes e ver quem iria passar à final.

Então, eis as minhas reacções às canções participantes:

San Marino – Nunca pensei ver Flo Rida a participar na Eurovisão! Ele faz feature com Serhit. A música é uma óptima aposta de San Marino; este ano veio com muita adrenalina!
 
Estónia – Gostei da música, mas penso que não se sobressai no festival.

República Checa – Gostei mais da parte do refrão final da música, mas não me cativou no geral.
 
Grécia – Este ano, a Grécia surpreendeu-me com uma música bem diferente do que costuma apresentar! Adorei, tanto a canção como a coreografia dos homens (quase) invisíveis! 😁



Áustria – Não contava com duas canções Amen no mesmo ano. 😁 Gostei, mas não adorei, tal como a outra da primeira semi-final.

Polónia – Uma música pop que me lembra um bocado das músicas de há uns dez anos ou mais. Até gostei! Mas...

Moldávia – Hum... Cheguei a ouvir esta música antes, mas não me agradou. Agora, não adoro, mas tornou-se um bocadinho num guilty pleasure. E a actuação foi mais dança do que cantoria, mas vá... Não foi má de todo!

Islândia – Devido a um caso positivo no grupo da Islândia, eles não puderam actuar ao vivo e foi apresentada uma das prévias actuações deles. O grupo é diferente e engraçado; já a música é bonitinha, mas não adorei.

Sérvia – Esta actuação é uma explosão de energia! Faz dançar e é poderosa, mas achei um bocado exagerada... Não obstante, é boa!

Geórgia – No meio de tanto fogo, esta balada veio mesmo a calhar. Gostei!
 
Albânia – Uma música com sonoridade característica do país e a cantora fez-me lembrar a Beyoncé. Gostei.

Portugal – Modéstia à parte, Portugal teve uma excelente prestação! Os The Black Mamba são profissionais e sentia-se confiança. Adorei!

Bulgária – Gostei muito desta canção. Muito calma e intimista.

Finlândia – Nada como a Finlândia para levar este género musical ao festival! Apesar de não ser um género que ouça regularmente, gostei bastante.
 
Letónia – Não sei o que dizer mais desta canção do que isto: confusa. Não gostei.

Suíça – Diziam que esta era uma das músicas candidatas à vitória e com razão! Foi espectacular esta actuação!

Dinamarca – 80's are back! Adorei a canção! É um estilo que, para mim, nunca passa de moda! E o facto de ter sido cantada na língua do país, ainda melhor!

Depois das actuações, houve espaço para mais um interval act e a apresentação dos outros três países automaticamente finalistas.

Desta vez, alguns dos finalistas escolhidos não foram os meus preferidos. No entanto, concordei com os dez finalistas que passaram para a final de Sábado. Vamos ver quem será o vencedor deste ano! 😊

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Música :: 1.ª Semi-final do Eurovision Song Contest 2021

 
Depois de um ano sem espectáculo ao vivo, a Eurovisão finalmente regressou! Já estava ansiosa por assistir a toda a euforia que a Eurovisão nos proporciona. E dia 18 de Maio, foi dia da primeira semi-final do ESC. Como Portugal só vai participar na segunda semi-final, a primeira foi transmitida em diferido na RTP1, e eu só assisti nessa altura. Mesmo já se sabendo quem eram os finalistas, quis manter o suspense e aguentar a curiosidade. 😁

Assim, estas foram as minhas apreciações às canções concorrentes:
 
Lituânia – Esta foi das poucas que ouvi pouco depois de ter sido escolhida para representar o país e por se dizer que era uma das favoritas. Eu gostei muito da música e é boa para dançar!

Rússia – Uma música diferente que a Rússia apresentou, que vai de encontro a algumas sonoridades mais típicas e foi cantada maioritariamente na língua materna, mas não adorei.
 
Eslovénia – Não esperava um tom tão grave da cantora e o poder vocal era enorme! Contudo, a música não faz muito o meu género.

Suécia – Suécia sendo Suécia! A música era boa, mas acho que o cantor falhou um bocado na voz mais no final. E não é, de longe, das melhores que o país apresentou.
 
Austrália – Uma apresentação cheia de cor, vinda directamente do outro lado do mundo. Não obstante a qualidade de voz da cantora, a música era confusa e não gostei.
 
Macedónia do Norte – Uma música com potencial, mas que me faz lembrar uma música da Disney. Gostei, mas não adorei.
 
Irlanda – Adorei a garra da cantora e a canção é bem positiva. Muito boa!
 
Chipre – De início, julguei a música como se fosse uma cópia do estilo da Fuego, mas depois acabei por gostar bastante da canção e fiquei com ela na cabeça!
 
Noruega – Penso que já ouvi melhores músicas da Noruega. A música não é má, mas não adorei.
 
Croácia – Mais uma música pop que não me cativou o suficiente para gostar dela.
 
Bélgica – Adoro este género de música! Vê-se que é uma banda com anos de experiência e a qualidade é notória. Adorei a apresentação da Bélgica!
 
Israel – Desta vez, uma música pop que me cativou! Além da sonoridade tipicamente israelita, a voz da cantora é muito boa.
 
Roménia – Gostei mais do que pensava que iria gostar. Foi uma actuação muito boa!
 
Azerbaijão – Uma típica canção azeri, mas com grande poder feminino e sensual. A música é mesmo poderosa!
 
Ucrânia – Não contava com uma música tão irreverente como esta, num misto de canto tradicional com electrónica moderna. Gostei muito!
 
Malta – Fez-me lembrar Israel 2018, mas tão bom ou ainda melhor!
 
Ainda se ouviram os excertos de três das seis canções automaticamente apuradas para a final de Sabado, neste caso da Itália, da Holanda e da Alemanha. Do que ouvi, a Itália está numa onda de rock, a Holanda foi buscar sonoridades africanas e a Alemanha tem uma música mais bem humorada.

Também houve um interval act muito interessante e uma recordação de vários antigos vencedores da Eurovisão muito emotiva.

Finalmente, os finalistas foram escolhidos e a maioria deles coincidiu com as minhas escolhas. Agora, falta ver se Portugal também irá fazer parte dos finalistas de Sábado. Boa sorte, Portugal!

sexta-feira, 12 de março de 2021

Música :: Final do Festival da Canção 2021

Chegou a aguardada final do Festival da Canção (FC)! Admito: no início não ouvi as canções com atenção e julguei tudo como sendo fraco ou mediano, mas afinal os meus ouvidos e a minha vontade não estavam para lá virados e rebaixei um dos melhores, ou talvez mesmo o melhor Festival da Canção destes últimos anos! Houve qualidade e variedade de canções, houve artistas de renome e outros não tão conhecidos, houve bom humor na apresentação e houve homenagens musicais magníficas. Adorei!
 
O programa começou com uma introdução musical dos apresentadores alusiva ao Playback de Carlos Paião. Foi muito bom!
 
Seguidamente, foram apresentadas as canções finalistas. No cômputo geral, todos se saíram melhor e tiveram prestações mais elaboradas e com menos nervosismo, que só ajudou. Continuou a faltar a plateia, mas teve de ser assim.
 
 
Após as actuações, seguiram-se mais homenagens, desta vez a Carlos do Carmo, com Dino D'Santiago a cantar Os Putos, numa sonoridade bem diferente da original, mas incrível. Também os Clã, o Filipe Sambado e a Cláudia Pascoal revisitaram o disco de 1971 que José Mário Branco e Sérgio Godinho gravaram em Paris. Foram actuações magníficas e eu fiquei encantada especialmente com a última, quando Sérgio Godinho se juntou aos artistas.
 
Elisa, que venceu o Festival de 2020, também regressou com a canção vencedora, com uma melodia diferente e letra adaptada à nossa nova realidade. Foi emocionante.
 

No final, as tão esperadas votações revelaram que quem vai representar Portugal na Eurovisão serão os The Black Mamba. Penso que não era o mais desejado para tal, pois não obteve os 12 pontos nem do júri nem do público, mas eles tinham uma das melhores músicas e é mais do que justo serem eles a representar o nosso país.

Pela primeira vez, Portugal será representado com uma canção totalmente em inglês. Todo o universo eurovisivo já se manifestou em relação a isso, pois estava a contar com uma canção em português, e muitos portugueses já criticaram esta escolha. No meu caso, fiquei de certa forma contente por levarmos algo diferente do que nos caracteriza à Eurovisão. Nem se coloca a questão da nossa tradição e cultura, pois lá vão os tempos em que o nosso Festival pedia música festivaleira, com fado, pop, guitarra portuguesa e um refrãozinho em inglês só para dar o ar de sua graça no estrangeiro. Sim, a Eurovisão é interessante por mostrar sonoridades diferentes, idiomas distintos e variedade, e agora volta-se tudo para o inglês, mas em Portugal faz-se imensa música em inglês, em francês, em espanhol, que vai do pop ao rock, do fado à electrónica, e tudo isso é bom. Aliás, o que mostra a qualidade do que é português são os artistas, porque a música é universal! E os The Black Mamba são muito bons profissionais, que têm canções muito boas e algumas bem conhecidas.

Do que já ouvi por alto de alguns concorrentes deste ano, as canções são mais do mesmo e penso que não gostei propriamente de nenhuma, mas isso há-de mudar certamente em Maio. Por isso, Portugal vai levar uma óptima canção e irá destacar-se pela qualidade!

sexta-feira, 5 de março de 2021

Música :: 2.ª Semi-final do Festival da Canção 2021

No passado dia 27 de Fevereiro, decorreu a segunda semi-final do Festival da Canção (FC). Ao contrário da primeira, penso que esta teve mais variedade musical e foi bastante melhor. Dito isto, estas foram as minhas apreciações:
 
Da Chic tem uma onda muito disco que eu admiro, mas não gosto muito desta aposta para a Eurovisão.

Gosto deste género com sotaque doce do Brasil, e seria interessante levar algo diferente para a Eurovisão, mas não me encheu as medidas.
 
Uma música num estilo diferente do que se costuma ouvir na Eurovisão. Talvez fizesse sucesso.
 
Não gostei muito desta música, não sou fã deste estilo musical, mas o intérprete esteve bem no seu registo.
 
Joana Alegre tem uma voz límpida e que parece sair sem o menor esforço! A melodia é tão fresca e leve que sabe bem ouvir.
 
Gostei da onda 80's do Pedro e da sonoridade da música, mas será que iria destacar-se na Eurovisão? E aquele penteado, no way!
 
Gosto muito da mistura de pop com guitarra portuguesa, penso que dá sempre um ar interessante a uma música, e gostei bastante desta.
 
Adorei a canção da Carolina. É um pouco melancólica e parece ser a sequela trágica de A Vida Toda, mas gostei muito.
 
Gostei desta música, pois lembra-me Depeche Mode, mas seria uma aposta bastante diferente do que se ouve na Eurovisão.
 
Esta actuação fez-me lembrar a do Duncan Laurence, que venceu a Eurovisão em 2019. Gostei mesmo muito, mas espero que não seja considerada mais do mesmo.

Foi também altura de recordar canções que passaram pelo FC e desta vez foi recordado o top 3 de 1971. Adorei a homenagem às canções de Paulo de Carvalho feita pelo filho Agir, mas fiquei desiludida por se ter ignorado a canção que nos representou nesse ano na Eurovisão e ficou no melhor lugar que Portugal alcançou até então. Menina foi das melhores canções que Portugal levou à Eurovisão e eu emociono-me sempre que revejo a actuação da Tonicha. A música é maravilhosa!

Por fim, quem passou à final foi: Eu.Clides, Joana Alegre, Pedro Gonçalves, Carolina Deslandes e NEEV. Tirando o Eu.Clides, concordo com os finalistas e estou ansiosa por conhecer quem nos vai representar em Roterdão!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Música :: 1.ª Semifinal do Festival da Canção 2021

 
Chegou novamente a altura do ano em que a RTP nos presenteia com o Festival da Canção (FC). Depois de, no ano passado, a Eurovisão ter sido cancelada devido à pandemia, parte do entusiasmo foi por água abaixo e, admito, acabei por esquecer um pouco este meu gosto pela Eurovisão, de tal forma que nem sequer andei atenta às novidades e nem sabia quando iria ser o FC. A culpa é do Covid, certamente...

Apesar deste desleixo da minha parte, foi por mera coincidência que fui ao YouTube horas depois de as canções do FC terem sido partilhadas. Fui ouvindo por alto cada uma e continuei com as expectativas bem em baixo. Houve uma ou outra que se destacou, mas nem por isso as fui ouvir mais.

Também por acaso, fiquei a saber quando iriam ser as semi-finais e a final do FC através de uma conversa entre duas amigas fãs da Eurovisão. Andei mesmo a leste! 😂

Assim, no dia 20 de Fevereiro, decorreu a primeira semi-final do FC. Ao contrário do que vem sendo costume, esta semi-final teve dez canções em vez de oito. No geral, achei as canções muito calmas e pouco me cativaram, com certas excepções. Eis o que achei de cada uma:

Gosto muito dos The Black Mamba, particularmente do vocalista. Esta canção vai de encontro ao género deles e gostei muito da música. Pode ser uma boa escolha para a Eurovisão.
 
O fado é praticamente presença assídua nos festivais. Gostei da melodia e da voz da Valéria, além de a música ser boa, mas não sei se a Eurovisão iria ver esta aposta como mais do mesmo ou se iria ser uma surpresa.
 
Não desgostei totalmente da música nem da prestação, mas achei a música um pouco cansativa de se ouvir, além de que a intérprete parecia forçar um pouco a voz.
 
A canção não me cativou muito, mas gostei da voz e da interpretação da Nadine.
 
Gostei tanto desta música! Foi uma lufada de ar fresco ao palco e passou uma energia positiva. Seria uma boa aposta para levarmos à Eurovisão.
 
Admito: quando ouvi, não prestei a devida atenção; até ignorei a actuação. Mas ao ouvir de novo, reparo melhor na letra e na prestação da Fábia e penso que é das melhores da noite!
 
Esta foi mais uma música que achei mais cansativa e monótona, por isso não gostei muito (apesar de ter um bom título).
 
Adorei a sonoridade mais moderna de um tema tão caracteristicamente português: saudade. Gostei muito da voz e da letra, mas faltou algo na actuação para ser perfeita.
 
Adorei! Tão simples e tão maravilhosa! A simplicidade da voz, da prestação, do palco, tudo me fez lembrar o Salvador Sobral (e a voz dela lembra muito a Luísa Sobral). Não me importava nada que fosse esta a escolhida para nos representar!
 
Não desgostei mas também não adorei. E, durante a actuação, eu disse Como não reparei que ela estava grávida?. Ora bem, porque não estava e fazia tudo parte da actuação. 😁 Foi uma prestação original, mas não me fascinou.

Esta edição do FC foi sem público, como era de esperar, e foi estranho por não haver reacção do público (só meia dúzia de aplausos). Penso que as actuações perderam um pouco por não haver interacção entre as duas partes, mas teve de ser assim.

Gostei de ver e ouvir alguns cantores e antigos concorrentes a interpretar músicas que já passaram pela Eurovisão, como a Dora com Não Sejas Mau P'ra Mim.

No final, acabaram por passar: The Black Mamba, Valéria, Fábia Maia, Karetus & Romeu Bairos e Sara Afonso. Concordo com as canções escolhidas como finalistas e no próximo Sábado iremos conhecer mais dez canções, das quais sairão mais cinco para a final!