Terminaram ontem os Jogos Paralímpicos (JP). Estes onze dias de provas passaram a correr, principalmente devido ao facto de quase terem passado despercebidos. Quero com isto dizer que não gostei da opção tomada pela RTP ao não transmitir em directo os JP, nem mesmo as provas dos atletas portugueses, como fez com os Jogos Olímpicos (JO), apenas passando os resumos diários dos mesmos.
Tirando esse pormenor, estes Jogos foram memoráveis. O Brasil recebeu calorosamente todas as delegações desportivas e foi um fantástico anfitrião. Por sua vez, os atletas foram ambiciosos e fizeram muitos bons resultados, batendo até inúmeros recordes paralímpicos e mundiais. Também os nossos atletas mostraram toda a garra lusitana e orgulharam-nos com quatro medalhas de bronze, ultrapassando assim o número de medalhas ganhas em 2012, em Londres, e nos últimos JO.
Apenas há a lamentar a morte de um atleta iraniano, durante a prova de ciclismo de estrada, no último dia de Jogos.
Como referi acima, os Jogos passaram a correr. Agora resta-nos esperar mais quatro aninhos para os próximos! ;)
Once again, see you in Tokyo!
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segunda-feira, 19 de setembro de 2016
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Desporto :: Jogos Olímpicos Rio de Janeiro 2016
Terminou mais uma edição dos Jogos Olímpicos (JO), desta vez na cidade do Rio de Janeiro.
Os Jogos Olímpicos fascinam-me desde cedo. Tenho memórias de ver imagens na televisão em 2000 mas nessa altura eu só tinha 5 anos, por isso só tenho recordações mais frescas dos JO a partir de 2004. Sempre me interessou ver a ginástica (oh, a ginástica, um sonho que nunca consegui alcançar...) e o atletismo, mas também gosto de assistir a outras modalidades.
Este ano estava um pouco mais ansiosa pelo início dos JO. Em primeiro lugar, porque iria ser num país lusófono e numa cidade que adoraria visitar; em segundo lugar, porque estava curiosa em relação a todo o trabalho dos brasileiros dedicado aos preparativos do evento. Gerou-se polémica em volta das condições das infraestruturas em que os atletas iriam competir e até da hipótese de a cidade não ser capaz de albergar um evento tão importante, mas o Brasil surpreendeu todo o mundo (assim com um sotaque brasileiro) e superou, pelo menos, as minhas expectativas!
Vi o início da abertura dos JO e achei fantástico! Adorei a história do Brasil contada num espectáculo artístico onde não pôde, obviamente, faltar a presença simbólica do povo português da época dos Descobrimentos (que orgulho que senti!). Ao longo da cerimónia, pudemos assistir a demonstrações de dança, de actuações musicais (algumas músicas bem conhecidas) e de espectáculos visuais deslumbrantes. Não consegui ver o desfile das delegações, uma vez que começou já de madrugada.
Todos os dias fui vendo algumas provas e seguindo as prestações dos atletas portugueses. Penso que o momento alto para a equipa portuguesa foi a obtenção da medalha de bronze da judoca Telma Monteiro. "Soube a ouro", foi o que muitos sentimos, mal sabendo nós que seria a única medalha que Portugal iria conquistar. Creio que todos nós, portugueses, nos sentimos um pouco desiludidos com a falta de medalhas conquistadas nestes JO. Admito que até eu me senti assim. Talvez pelo facto de acharmos que, com a vitória do Euro2016 e de várias medalhas nos jogos em Amesterdão na mesma altura, os nossos atletas estariam numa maré de sorte e colocámos as expectativas no máximo. Na verdade, os atletas não estiveram mal, pois vários conseguiram recordes pessoais e lugares entre os dez melhores do mundo. Nem qualquer um o consegue e é de louvar! Todos eles estão, por isso, de parabéns pela sua participação nos JO e merecem todo o nosso apoio!
Para mim, os atletas que mais marcaram esta edição foram Michael Phelps e Usain Bolt, pelas medalhas conquistadas e também pela sua despedida dos JO. Contudo, o "fim" de duas estrelas coincidiu com o aparecimento de outra: Simone Biles. Que ginasta incrível!
No que toca aos países e às suas medalhas, fiquei impressionada com o Brasil: arrecadou mais medalhas do que estava à espera e teve fantásticas prestações em várias modalidades. E vencer em casa sabe ainda melhor!
Infelizmente, não vi o encerramento dos Jogos Olímpicos. Pode ser que veja algumas imagens entretanto, mas acredito que tenha sido tão bom como quando começou. Sinto apenas que estes Jogos passaram a correr!
E agora... See you in Tokyo 2020!
Os Jogos Olímpicos fascinam-me desde cedo. Tenho memórias de ver imagens na televisão em 2000 mas nessa altura eu só tinha 5 anos, por isso só tenho recordações mais frescas dos JO a partir de 2004. Sempre me interessou ver a ginástica (oh, a ginástica, um sonho que nunca consegui alcançar...) e o atletismo, mas também gosto de assistir a outras modalidades.
Este ano estava um pouco mais ansiosa pelo início dos JO. Em primeiro lugar, porque iria ser num país lusófono e numa cidade que adoraria visitar; em segundo lugar, porque estava curiosa em relação a todo o trabalho dos brasileiros dedicado aos preparativos do evento. Gerou-se polémica em volta das condições das infraestruturas em que os atletas iriam competir e até da hipótese de a cidade não ser capaz de albergar um evento tão importante, mas o Brasil surpreendeu todo o mundo (assim com um sotaque brasileiro) e superou, pelo menos, as minhas expectativas!
Vi o início da abertura dos JO e achei fantástico! Adorei a história do Brasil contada num espectáculo artístico onde não pôde, obviamente, faltar a presença simbólica do povo português da época dos Descobrimentos (que orgulho que senti!). Ao longo da cerimónia, pudemos assistir a demonstrações de dança, de actuações musicais (algumas músicas bem conhecidas) e de espectáculos visuais deslumbrantes. Não consegui ver o desfile das delegações, uma vez que começou já de madrugada.
Todos os dias fui vendo algumas provas e seguindo as prestações dos atletas portugueses. Penso que o momento alto para a equipa portuguesa foi a obtenção da medalha de bronze da judoca Telma Monteiro. "Soube a ouro", foi o que muitos sentimos, mal sabendo nós que seria a única medalha que Portugal iria conquistar. Creio que todos nós, portugueses, nos sentimos um pouco desiludidos com a falta de medalhas conquistadas nestes JO. Admito que até eu me senti assim. Talvez pelo facto de acharmos que, com a vitória do Euro2016 e de várias medalhas nos jogos em Amesterdão na mesma altura, os nossos atletas estariam numa maré de sorte e colocámos as expectativas no máximo. Na verdade, os atletas não estiveram mal, pois vários conseguiram recordes pessoais e lugares entre os dez melhores do mundo. Nem qualquer um o consegue e é de louvar! Todos eles estão, por isso, de parabéns pela sua participação nos JO e merecem todo o nosso apoio!
Para mim, os atletas que mais marcaram esta edição foram Michael Phelps e Usain Bolt, pelas medalhas conquistadas e também pela sua despedida dos JO. Contudo, o "fim" de duas estrelas coincidiu com o aparecimento de outra: Simone Biles. Que ginasta incrível!
No que toca aos países e às suas medalhas, fiquei impressionada com o Brasil: arrecadou mais medalhas do que estava à espera e teve fantásticas prestações em várias modalidades. E vencer em casa sabe ainda melhor!
Infelizmente, não vi o encerramento dos Jogos Olímpicos. Pode ser que veja algumas imagens entretanto, mas acredito que tenha sido tão bom como quando começou. Sinto apenas que estes Jogos passaram a correr!
E agora... See you in Tokyo 2020!
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