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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Livro recebido :: "O Regresso"

Título: O Regresso
Autora: Victoria Hislop
Editora: Civilização Editora
Ano: 2008

Comprar: Bertrand | WOOK

Sinopse:
Nas ruas calcetadas de Granada, sob as majestosas torres do Alhambra, ecoam música e segredos. Sónia Cameron não sabe nada sobre o passado chocante da cidade; ela está lá para dançar. Mas num café sossegado, uma conversa casual e uma colecção intrigante de fotografias antigas despertam a sua atenção para a história extraordinária da devastadora Guerra Civil Espanhola.
Setenta anos antes, o café era a casa da unida família Ramirez. Em 1936, um golpe militar liderado por Franco destrói a frágil paz do país e, no coração de Granada a família testemunha as maiores atrocidades do conflito. Divididos pela política e pela tragédia, todos têm de tomar uma posição, travando uma batalha pessoal enquanto a Espanha se autodestrói.

Cativante e profundamente comovente, o segundo romance de Victoria Hislop é tão inspirador como o seu romance de estreia e bestseller internacional, A Ilha

domingo, 17 de novembro de 2019

Opinião :: Memórias Esquecidas | Jodi Picoult

Título: Memórias Esquecidas
Autora: Jodi Picoult
Editora: Civilização Editora
Ano: 2010 (3.ª edição)

Sinopse:
Cativante e absorvente, Memórias Esquecidas é um livro sobre a natureza e o poder da memória. Explora o que acontece quando um passado do qual fugimos nos apanha - e quando as memórias que pensávamos esquecidas regressam para nos ameaçar.
Delia Hopkins foi criada na zona rural do New Hampshire pelo pai, viúvo há trinta anos. Delia tem uma filha pequena, um noivo atraente e uma cadela de busca que usa para procurar pessoas desaparecidas. Mas, enquanto planeia o seu casamento, descobre antigas fotografias que lhe vêm relembrar memórias esquecidas e passa a viver atormentada por flashbacks de uma vida que não se lembra de ter vivido. Chocada e confusa, Delia sente que tem de procurar a verdade entre estas memórias recentemente descobertas - mesmo que elas ameacem devastar a sua vida e a vida das pessoas que ela mais ama.

Opinião:
Antes deste, li apenas um livro da autora (este, ainda que duas vezes) e adorei. Fiquei fã da autora e, mea culpa, não li mais nada até agora. Depois da oportunidade de adquirir Memórias Esquecidas a uma pechincha (mal sabendo que, meses mais tarde, haveria outra editora a relançar o livro e este voltaria à baila), voltei a ler esta autora que, a partir de agora, merecerá toda a minha atenção.
E se, de repente, descobríssemos que toda a nossa vida foi uma invenção? Mesmo que tivéssemos vivido uma vida feliz e confortável, começássemos a pôr tudo em causa e a desconfiar de tudo e de todos os que deveriam proteger-nos e ser leais? É o que vai acontecer neste livro a Delia Hopkins, depois de ver o seu pai ser acusado de a ter raptado vinte e oito anos antes e de ser preso num estado a cinco mil quilómetros de casa. Delia não se lembra do seu passado anterior ao rapto, mas quando se desloca até ao Arizona (onde tudo aconteceu) e vai conhecendo o seu passado, vai também ter flashbacks e associando as memórias ao que realmente se passou.
Jodi Picoult é exímia na escrita. A história é contada pelas personagens e, desta forma, vemos a mesma sob a perspectiva de cada um. É possível sentir a angústia que prevalece durante o caso e os acontecimentos dão azo a várias reflexões. Como a maior parte da história relata o julgamento de Andrew, pai de Delia, vamos constantemente pensando se de facto ele é culpado do que fez.
Levei bastantes dias a ler o livro, mas foi uma leitura excelente e cativante. Cada capítulo revelava novos pormenores e mantinha as coisas ainda mais em aberto. De facto, só na última página é que tudo se esclareceu e me deixou descansada.
Adorei a escrita e a forma como ambas as histórias (tanto a do passado como a do presente) se interligavam. Apaixonei-me pelas personagens e senti-as como se fossem reais. Apeteceu-me abraçá-las e confortá-las durante o difícil julgamento, mas fiquei muito feliz com o final.
Mais um livro espectacular que merece 5🌟! Leiam, quer seja a edição que eu tenho, quer a mais recente, que podem encontrar na Bertrand ou na WOOK. Não se vão arrepender! 😉

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Feira do Livro :: Póvoa do Varzim


No passado Sábado, visitei com uns amigos a Feira do Livro na Póvoa de Varzim. A feira começou naquele dia e estará no Largo do Passeio Alegre até ao dia 15 de Agosto. Além de livros, a feira oferece momentos musicais, teatrais e muita animação.


No largo, podemos encontrar várias barraquinhas com os mais variados géneros literários, além de muitas campanhas e promoções. Aliás, nesse dia, trouxe o livro Memórias Esquecidas, de Jodi Picoult, para casa que foi uma verdadeira pechincha! Mas havia outros tantos tão chamativos que me apetecia trazê-los quase todos! 😃

Para quem tiver a oportunidade de visitar esta feira, podem a ficar a saber mais sobre o programa na página da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.

Se quiserem saber mais sobre o livro, cliquem AQUI ou AQUI.

domingo, 9 de outubro de 2016

Opinião :: Era Tudo Tão Bom | Linda Grant

Título: Era Tudo Tão Bom
Autora: Linda Grant
Editora: Civilização Editora
Ano: 2012

Sinopse:
Filho de imigrantes trabalhadores nos soalheiros arredores de Los Angeles, Stephen jamais imaginou que passaria a sua vida adulta sob o céu cinzento do Norte de Londres, que faria um casamento de conveniência e o manteria, e que veria os seus filhos crescerem e tornarem-se pessoas que ele não compreende. Ao longo de quarenta anos, Stephen e os seus amigos construíram vidas confortáveis e de sucesso, até que a chegada da meia-idade e do novo século os força a tomar consciência de que sempre viveram num falso paraíso.
Interligando os segredos e os desejos de três gerações,
Era Tudo Tão Bom é um romance magnífico que revela muitas verdades, da fragilidade dos nossos sonhos ao pouco que sabemos sobre os nossos pais até ser demasiado tarde.

Opinião:
Era Tudo Tão Bom foi o primeiro livro que li de Linda Grant. A história relata a vida de Stephen, um americano filho de pai polaco e mãe cubana, desde a sua infância até à meia-idade. Na sua juventude, a desejo do pai, viajou por várias terras a bordo de um navio como marinheiro, mas Stephen estava decidido a seguir o sonho de estudar Química, por isso inscreveu-se numa universidade em Inglaterra. Em plenos anos 70 e num país diferente, Stephen conhece a mulher com quem irá partilhar a sua vida, bem como os amigos que irão fazer parte de muitas aventuras, experiências e vivências nestes longos anos.
A minha vontade de conhecer esta história foi aumentando à medida que ia avançando nas páginas, uma vez que a personagem principal é da mesma geração dos meus pais e eu tenho um fascínio pelos anos 70 e 80. O modo como a escritora descreve os costumes e os marcos daquela época faz com que nós também sintamos que a estamos a viver da mesma maneira. O meu saudosismo foi se acentuando ao longo do envelhecimento de Stephen, que acompanhou a evolução da cultura, das mentalidades e da tecnologia, e também da descoberta de algumas verdades sobre as pessoas que nos rodeiam e sobre a vida, das quais não temos noção quando somos novos.
Penso que este livro pretende, essencialmente, alertar-nos para a efemeridade da vida. Devemos aproveitá-la da melhor maneira, fazer o que mais gostamos e amar as pessoas que nos amam, para que mais tarde possamos dizer: "Era tudo tão bom... Mas tudo valeu a pena!".

sábado, 10 de setembro de 2016

Empréstimo :: "Era Tudo Tão Bom"

Porque eu tenho amigos muito bons e que conhecem os meus gostos, esta semana um deles emprestou-me um livro para eu ler! Eu também aproveitei para lhe emprestar um dos meus que, neste caso, foi um dos últimos que li (vá, reli). Por coincidência, são livros da mesma editora!
Estou desejosa de o ler. Contudo, estou há quase duas semanas a ler um livro da colecção de Jorge Amado e ainda vou a meio. Tenho lido quase todos os dias, mas pouco de cada vez. Depois de o acabar, irei ler este, para poder devolvê-lo rapidamente.

Título: Era Tudo Tão Bom
Autora: Linda Grant
Editora: Civilização Editora
Ano: 2012

Sinopse:
Filho de imigrantes trabalhadores nos soalheiros arredores de Los Angeles, Stephen jamais imaginou que passaria a sua vida adulta sob o céu cinzento do Norte de Londres, que faria um casamento de conveniência e o manteria, e que veria os seus filhos crescerem e tornarem-se pessoas que ele não compreende. Ao longo de quarenta anos, Stephen e os seus amigos construíram vidas confortáveis e de sucesso, até que a chegada da meia-idade e do novo século os força a tomar consciência de que sempre viveram num falso paraíso.
Interligando os segredos e os desejos de três gerações,
Era Tudo Tão Bom é um romance magnífico que revela muitas verdades, da fragilidade dos nossos sonhos ao pouco que sabemos sobre os nossos pais até ser demasiado tarde.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Opinião :: Uma Melodia Inesperada | Jodi Picoult

Título: Uma Melodia Inesperada
Autora: Jodi Picoult
Editora: Civilização Editora
Ano: 2011

Sinopse:
Zoe Baxter passou dez anos a tentar engravidar e, quando parece que este sonho está prestes a realizar-se, a tragédia destrói o seu mundo. Como consequência da perda e do divórcio, Zoe mergulha na carreira como terapeuta musical.
Ao trabalhar com Vanessa, o relacionamento profissional entre as duas transforma-se numa amizade e depois, para surpresa de Zoe, em amor. Quando Zoe começa a pensar de novo em formar família, lembra-se de que ainda há embriões dela e de Max congelados que nunca foram usados.

Opinião:
Estreei-me na leitura de Jodi Picoult com este livro há uns anos e decidi voltar a lê-lo por duas simples razões: primeiro, porque queria deixar registada a minha opinião (acho que vou fazer o mesmo com outros tantos que já li); segundo, porque foi um romance que adorei e me marcou!
Esta é a história de Zoe e Max, um casal que passou anos a tentar ter filhos recorrendo à medicina. Após dois abortos e um nado-morto, a relação deles foi posta em causa, uma vez que esta se resumia ao bebé que não conseguiam ter, deixando o amor entre eles para segundo plano.
Após o divórcio, cada um seguiu com as suas vidas. Zoe criou uma grande amizade com a sua colega Vanessa, a qual mais tarde se tornou em amor. Por sua vez, Max foi viver para casa do irmão e da mulher e, depois de um acidente, juntou-se a um grupo religioso.
A certa altura, Zoe e Vanessa pensam em formar família e Zoe lembra-se dos embriões congelados que ela e Max não chegaram a usar. É aqui que surgem os conflitos entre religião e ética, já que Max não aceita que os seus filhos pertençam a um casal lésbico e prefere dá-los ao seu irmão e à cunhada, que também sofrem de infertilidade. Este caso é levado a tribunal e, ao longo da leitura, podemos seguir os vários pontos de vista.
A obra é contada por Zoe, Max e Vanessa, três pessoas com ideologias diferentes e que falam da homossexualidade e das questões que esta levanta de acordo com as suas experiências e crenças. A forma como o tema é abordado leva-nos a perceber melhor a posição de cada um, bem como certas questões jurídicas que, no meu caso, me eram desconhecidas. É-nos igualmente permitido construir uma opinião mais bem fundamentada em relação aos homossexuais e ao facto de eles usufruírem (ou não) dos mesmos direitos que os heterossexuais, como o de adoptar uma criança ou mesmo recorrer à fertilização in vitro.
É um livro bastante actual mas que, além dos assuntos mais sérios, nos presenteia com belos romances entre as personagens. Adorei cada página lida, mas sem dúvida que as duas últimas foram o culminar de uma bela história. Também me agradou a presença da música em vários momentos marcantes.
Foi um livro cinco estrelas, dos que me ficou na memória.