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domingo, 25 de agosto de 2019

Opinião :: As Flores Perdidas de Alice Hart | Holly Ringland

Título: As Flores Perdidas de Alice Hart
Autora: Holly Ringland
Editora: Porto Editora
Ano: 2018

Comprar: Bertrand | WOOK

Sinopse:
Alice tem nove anos e vive num local isolado, idílico, entre o mar e os canaviais, onde as flores encantadas da mãe e as suas mensagens secretas a protegem dos monstros que vivem dentro do pai.
Quando uma enorme tragédia muda a sua vida irrevogavelmente, Alice vai viver com a avó na quinta de cultivo de flores que é também um refúgio para mulheres sozinhas ou destroçadas pela vida. Ali, Alice passa a usar a linguagem das flores para dizer o que é demasiado difícil transmitir por palavras.
À medida que o tempo passa, os terríveis segredos da família, uma traição avassaladora e um homem que afinal não é quem parecia ser, fazem Alice perceber que algumas histórias são demasiado complexas para serem contadas através das flores. E para conquistar a liberdade que tanto deseja, Alice terá de encontrar coragem para ser a verdadeira e única dona da história mais poderosa de todas: a sua.

Opinião:
A primeira impressão que tive do livro foi em relação à capa: é mesmo bonita! Folheando, também encontrei ilustrações no início de cada capítulo, que são relativas a uma determinada espécie de flor. De facto, as flores são os principais elementos da história e da vida de Alice Hart. 🌸
Apesar da beleza do próprio livro, a história é forte e um pouco dramática. A infância de Alice Hart ficou marcada pela violência e pela solidão, além do trauma com que ficou após a tragédia que aconteceu à sua família.
Contrastando com estes problemas, Alice também cresceu rodeada de flores e desenvolveu uma paixão por elas que se manteve até à idade adulta. Foi com elas que aprendeu a expressar-se através da sua linguagem e, mais tarde, conheceu a ligação que elas tinham à história dos seus antepassados.
No livro, vamos conhecendo todos os acontecimentos marcantes na vida de Alice e como ela consegue, passado muitos anos, descobrir todas as respostas às perguntas que acumulou ao longo da vida, além da forma como conseguiu superar certos demónios e alcançar a paz emocional.
Foi um livro agradável de ler e a vontade de conhecer o desfecho da história foi aumentando aos poucos. Creio que o livro tem implícita uma mensagem de esperança e de força para quem enfrenta problemas no dia-a-dia. Assim, este livro é um bom refúgio para qualquer pessoa. Mas qual é o livro que não o é? 😉
Leiam, vale a pena!

domingo, 10 de março de 2019

Livro recebido :: "As Flores Perdidas de Alice Hart"

Bom dia! Recentemente, chegou este livro cá a casa: As Flores Perdidas de Alice Hart, de Holly Ringland. Há já muito tempo que andava a namorar este livro, porque apaixonei-me pela capa: foi amor à primeira vista! 😍 Além disso, a própria história parece-me ser encantadora e acredito que vou gostar de a ler.
Quem conhece este livro? Já o leram?

Título: As Flores Perdidas de Alice Hart
Autora: Holly Ringland
Editora: Porto Editora
Ano: 2018
Saibam mais sobre o livro AQUI ou AQUI.

Sinopse:
Alice tem nove anos e vive num local isolado, idílico, entre o mar e os canaviais, onde as flores encantadas da mãe e as suas mensagens secretas a protegem dos monstros que vivem dentro do pai.
Quando uma enorme tragédia muda a sua vida irrevogavelmente, Alice vai viver com a avó na quinta de cultivo de flores que é também um refúgio para mulheres sozinhas ou destroçadas pela vida. Ali, Alice passa a usar a linguagem das flores para dizer o que é demasiado difícil transmitir por palavras.
À medida que o tempo passa, os terríveis segredos da família, uma traição avassaladora e um homem que afinal não é quem parecia ser, fazem Alice perceber que algumas histórias são demasiado complexas para serem contadas através das flores. E para conquistar a liberdade que tanto deseja, Alice terá de encontrar coragem para ser a verdadeira e única dona da história mais poderosa de todas: a sua.

domingo, 9 de dezembro de 2018

Opinião :: A Herança do Vazio | Kiran Desai

 Título: A Herança do Vazio
Autora: Kiran Desai
Editora: Porto Editora
Ano: 2007

Sinopse:
No nordeste dos Himalaias, numa casa isolada no sopé do monte Kanchenjunga, vive Jemubhai, um velho juiz amargurado, que tudo o que quer é reformar-se em paz, na companhia da única criatura a quem é capaz de dar algum afecto, a cadela Mutt. No entanto, a chegada inesperada da neta órfã, Sai, vai abalar o seu sossego, obrigando-o a remexer as suas memórias e a repensar a sensação de estranheza na própria pátria. Tudo isto se acentuará com o romance entre Sai e Gyan, o seu explicador de matemática, um nepalês que se envolve numa revolta que alterará inquestionavelmente a vida de Jemubhai.
A serenidade da vida do juiz contrasta com a existência do filho do seu cozinheiro, Biju, que saltita sucessivamente de restaurante em restaurante, em Nova Iorque, à procura de emprego, numa fuga constante aos Serviços de Imigração. Julgando que o filho leva uma vida boa e que acabará por vir resgatá-lo, o cozinheiro vai arrastando os seus dias.
Neste magnífico romance, vencedor do Booker Prize 2006, Desai como que cria uma tapeçaria em que todas as personagens partilham uma herança comum de impotência e humilhação. E, com uma mestria sublime, consegue, ao longo de toda esta poderosa saga familiar, deixar sempre em aberto um desfecho de esperança ou de traição.
Numa escrita inesgotavelmente rica e complexa, com rasgos de exotismo, a autora retrata temas tão actuais como a globalização, o colonialismo, o racismo, o abismo entre pobres e ricos e a imigração.

Opinião:
Exactamente um mês depois de ter começado a ler, consegui chegar ao fim de A Herança do Vazio. Quando iniciei a leitura, apercebi-me de que não iria ser um livro fácil. Admito que não me cativou o suficiente para querer lê-lo mais rápido ou para gostar da história, por isso devo dizer que não gostei muito do livro.
Não obstante, é um livro bom e capaz de transmitir a intensidade dos problemas e dos sentimentos das personagens, sendo que consegui sentir alguma coisa (revolta, desespero,... q.b.!) durante a leitura.
Além disso, a história aborda alguns acontecimentos da História da Índia e também mundial; penso que foi a primeira vez que li algo relativo à Índia e adorei ler as descrições do ambiente e do espaço, neste caso nos Himalaias, ao lado do Nepal, e tão longe de mim!
Para mim não foi uma boa leitura, mas sei que é um livro bom e capaz de agradar muitos leitores.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

A ler :: A Herança do Vazio | Kiran Desai

Olá! Ultimamente, a minha vontade de ler não tem andado muito elevada. Tenho lido um pouco diariamente, mas o livro que estou a ler de momento não puxa muito por mim e está a ser uma leitura mais calma.
O livro é A Herança do Vazio, de Kiran Desai, e foi o vencedor do Man Booker Prize em 2006. A autora é indiana e a história decorre principalmente na Índia, mas também nos Estados Unidos da América. É um livro que se baseia nos problemas sociais, como a imigração, o racismo, etc.
Apesar de no início me ter custado um pouco a arrancar na leitura, agora até estou a gostar mais de o ler.
Quem já leu ou ouviu falar neste livro?

Título: A Herança do Vazio
Autora: Kiran Desai
Editora: Porto Editora
Ano: 2007

Sinopse:
No nordeste dos Himalaias, numa casa isolada no sopé do monte Kanchenjunga, vive Jemubhai, um velho juiz amargurado, que tudo o que quer é reformar-se em paz, na companhia da única criatura a quem é capaz de dar algum afecto, a cadela Mutt. No entanto, a chegada inesperada da neta órfã, Sai, vai abalar o seu sossego, obrigando-o a remexer as suas memórias e a repensar a sensação de estranheza na própria pátria. Tudo isto se acentuará com o romance entre Sai e Gyan, o seu explicador de matemática, um nepalês que se envolve numa revolta que alterará inquestionavelmente a vida de Jemubhai.
A serenidade da vida do juiz contrasta com a existência do filho do seu cozinheiro, Biju, que saltita sucessivamente de restaurante em restaurante, em Nova Iorque, à procura de emprego, numa fuga constante aos Serviços de Imigração. Julgando que o filho leva uma vida boa e que acabará por vir resgatá-lo, o cozinheiro vai arrastando os seus dias.
Neste magnífico romance, vencedor do Booker Prize 2006, Desai como que cria uma tapeçaria em que todas as personagens partilham uma herança comum de impotência e humilhação. E, com uma mestria sublime, consegue, ao longo de toda esta poderosa saga familiar, deixar sempre em aberto um desfecho de esperança ou de traição.
Numa escrita inesgotavelmente rica e complexa, com rasgos de exotismo, a autora retrata temas tão actuais como a globalização, o colonialismo, o racismo, o abismo entre pobres e ricos e a imigração.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Opinião :: Para Lá do Inverno | Isabel Allende

Título: Para Lá do Inverno
Autora: Isabel Allende
Editora: Porto Editora
Ano: 2017

Sinopse:
«No meio do inverno, aprendi por fim que havia em mim um verão invencível.»
Albert Camus
 

Isabel Allende parte da célebre frase de Albert Camus para nos apresentar um conjunto de personagens próprios da América contemporânea que se encontram «no mais profundo inverno das suas vidas»: uma mulher chilena, uma jovem imigrante ilegal guatemalteca e um cauteloso professor universitário. Os três sobrevivem a uma terrível tempestade de neve que se abate sobre Nova Iorque e acabam por perceber que para lá do inverno há espaço para o amor e para o verão invencível que a vida nos oferece quando menos se espera. 
Para lá do inverno é um dos romances mais pessoais da autora: uma obra absolutamente atual que aborda a realidade da migração e a identidade da América de hoje através de personagens que encontram a esperança no amor e nas segundas oportunidades.

Opinião:
Perante uma capa tão bonita e um título apropriado à época em que estamos, não resisti a pegar neste livro.
Antes mesmo de ler a sinopse, imaginei um romance apaixonante e cor-de-rosa; o certo é que fiquei surpreendida com os contornos que a história foi ganhando.
Cada capítulo acontece em vários países e relata alguns momentos da vida das personagens principais: Lucía, Evelyn e Richard. A determinada altura, as suas vidas encontram-se e, ante um imprevisto macabro, os três partem numa pequena aventura inesperada e arriscada no Inverno rigoroso do Norte dos Estados Unidos.
O que achei mais fascinante nesta história foi a metáfora existente no conceito de Inverno, pois não só é a estação em vigor, como também é o estado das vidas das personagens. Todas elas estão a passar por fases complicadas, bem como têm um passado marcado por dificuldades e choques que lhes arrefeceu a vida. No entanto, o seu encontro permite-lhes conhecer-se melhor, verbalizar os seus problemas, ajudar-se mutuamente e criar laços de amizade e amor, redescobrindo o Verão das suas vidas.
Além disso, a história decorre em 2016, um passado muito recente e que menciona vários assuntos muito actuais, maioritariamente decorridos nos países da América (EUA, Chile, Guatemala, México, ...).
Como grande falha minha, este foi o primeiro livro que li da autora e também o primeiro que fala um pouco da História dos países do Sul da América. Sem dúvida que vou querer ler mais livros da sua autoria.
Gostei muito desta história e aconselho vivamente a sua leitura!

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Livro recebido :: "Da Gaveta"

Olá! Desta vez, tenho para partilhar este novo livro: Da Gaveta, de Isabel Tallysha-Soares. Este livro tem uma sinopse intrigante, que me espicaçou a curiosidade...

Título: Da Gaveta
Autora: Isabel Tallysha-Soares
Editora: Coolbooks
Ano: 2017

Sinopse:
Onde os nomes não interessam, a geografia é um estado mental e a mãe vive numa gaveta, ela parte para parte incerta apenas para obedecer à voz que a chama sem que saiba para onde. Na bagagem leva a chave do gavetão que a aguarda quando o fim chegar. Conhece-o a ele, que talvez seja quem a chame desde sempre, num país de vivos que cultivam mortos. Desce às profundezas da terra procurando-se a si própria. Resgata-se e quando deixa de pensar na chave do gavetão e na gaveta onde a sua soberba mãe habita, descobre, por fim, quem a chama. Da Gaveta é um romance sobre procuras e encontros, uma viagem pessoal em busca da identidade própria e uma reflexão sobre dicotomias inultrapassáveis: passado e presente, Oriente e Ocidente, vida e morte. Quando as regras são quebradas e a liberdade é a meta suprema, não precisamos de nomes nem de pontos cardeais para chegarmos ao que interessa, a verdade de nós. E a verdade é tão fácil...

domingo, 14 de janeiro de 2018

Opinião :: O Prodígio | Emma Donoghue

Título: O Prodígio
Autora: Emma Donoghue
Editora: Porto Editora
Ano: 2017

Sinopse:
A jovem Anna recusa-se a comer e, apesar disso, sobrevive mês após mês, aparentemente sem graves consequências físicas. Um milagre, dizem.
Mas quando Lib, uma jovem e cética enfermeira, é contratada para vigiar a menina noite e dia, os acontecimentos seguem um diferente rumo: Anna começa a definhar perante a passividade de todos e a impotência de Lib. E assim se adensa o mistério sobre aquela família de agricultores que parece envolta num cenário de mentiras, promessas e segredos.
Prisioneira da linguagem da fé, será Anna, afinal, vítima daqueles que mais ama?

Opinião:
A primeira leitura de 2018 não podia ter sido mais fantástica! Que história, que emoção...
Li o livro em cinco dias; pode parecer pouco tempo, mas a mim pareceu uma eternidade, visto que não consegui descansar sem chegar ao fim do livro. Não consegui mesmo!
A história fala de uma menina, Anna, que decidiu jejuar a partir do dia do seu décimo primeiro aniversário. Perante este caso insólito, e para tentar comprovar a completa privação de alimento, a enfermeira Lib e uma freira foram contratadas para a vigiar. Mas é em Lib que a menina confia mais e dá-se a conhecer. Por sua vez, Lib faz de tudo para a conseguir persuadir a voltar a comer, bem como tenta descobrir o porquê de tudo isto.
Este caso mostrou-se muito intrigante e captou-me a atenção desde o início; à medida que ia lendo, mais impaciente ficava... porque queria mesmo desvendar o mistério! Além disso, a história passa-se em 1859 (século XIX, época que me agrada bastante), na Irlanda. A autora fez-me assim viajar no tempo e no espaço, com uma escrita muito cativante e com assuntos sérios (principalmente religiosos) e outros inesperados. Por vezes, a história tornou-se densa, mexendo até com os meus sentimentos; consegui sentir o drama das personagens e, no fim, fiquei aliviada com o desfecho.
Adorei este livro! A história é viciante e é óptima para quem adora grandes mistérios. Quem o começar a ler, dificilmente vai conseguir parar!

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Livros recebidos :: Natal 2017

Olá! E num instante passou-se o Natal... Passa tão rápido, não é?
Pois é... Mas passou-se bem e, como tem sido hábito, recebi livros! 🙂
Este ano, o Pai Natal foi generoso: foram quatro os livros que me pôs no sapatinho! Foram eles: Duas Mulheres, Dois Destinos, de Lesley Pearse; Para Lá do Inverno, de Isabel Allende; Mariana, meu amor, de Margarida Rebelo Pinto; e Piadas Ribeirinhas, de Pedro Ribeiro. Não será de mais dizer que adorei todos eles, tanto os romances como o livro de piadas, mas admito que os romances foram os que mais me fascinaram, pois já andava a namorá-los há algum tempo. Além disso, são livros bonitos e vão deixar a minha estante ainda mais encantadora! 😍

Título: Duas Mulheres, Dois Destinos
Autora: Lesley Pearse
Editora: Edições ASA
Ano: 2017

Sinopse:
Na primavera de 1935, em Londres, duas jovens observam enquanto a polícia retira o cadáver de um homem de um lago. Elas vêm de mundos completamente diferentes. Ruby é filha de uma prostituta alcoólica e só conhece a pobreza e o abandono. Verity, de boas famílias, vive com todo o conforto que o privilégio garante. Mas, nesse dia, começa entre ambas uma amizade que perdurará ao longo do tempo. 
O destino, porém, não tardará a mostrar quão traiçoeiro pode ser: ao passo que Ruby encontra, por fim, um lar onde é amada e acarinhada, Verity sofre revés atrás de revés, e um terrível segredo do passado ameaça destruí-la. A Grã-Bretanha prepara-se para a guerra, a conjuntura é turbulenta. Apesar disso, ambas continuam presentes na vida uma da outra… até ao dia em que uma delas profere as palavras: "Morreste para mim".
Num país dilacerado pela guerra, poderá a amizade sobreviver?

Duas Mulheres, Dois Destinos é um romance épico que nos fala de lealdade, amor, e da força dos laços de amizade perante as mais duras adversidades. Como sempre, Lesley Pearse não desilude…

Título: Para Lá do Inverno
Autora: Isabel Allende
Editora: Porto Editora
Ano: 2017

Sinopse:
«No meio do inverno, aprendi por fim que havia em mim um verão invencível.»
Albert Camus
 

Isabel Allende parte da célebre frase de Albert Camus para nos apresentar um conjunto de personagens próprios da América contemporânea que se encontram «no mais profundo inverno das suas vidas»: uma mulher chilena, uma jovem imigrante ilegal guatemalteca e um cauteloso professor universitário. Os três sobrevivem a uma terrível tempestade de neve que se abate sobre Nova Iorque e acabam por perceber que para lá do inverno há espaço para o amor e para o verão invencível que a vida nos oferece quando menos se espera. 
Para lá do inverno é um dos romances mais pessoais da autora: uma obra absolutamente atual que aborda a realidade da migração e a identidade da América de hoje através de personagens que encontram a esperança no amor e nas segundas oportunidades.

Título: Mariana, meu amor
Autora: Margarida Rebelo Pinto
Editora: Clube do Autor
Ano: 2015

Sinopse:
No século XVII, durante a Guerra da Restauração da independência de Portugal, soror Mariana Alcoforado apaixonou-se por um oficial francês. As cartas de amor que lhe escreveu transformaram-se num símbolo da literatura romântica universal. Trezentos anos depois, Alice revisita esta história e aprende com Mariana a vencer a tristeza de um amor perdido.
Mariana, Meu Amor é um romance dentro de um romance, uma narrativa a duas vozes de duas mulheres corajosas que, através de vivências quase opostas, conseguiram desafiar o seu destino e alcançar a paz, sem negar os seus sentimentos mais profundos.


Título: Piadas Ribeirinhas
Autor: Pedro Ribeiro
Editora: Cultura Editora
Ano: 2017

Sinopse:
Ao longo dos anos, Pedro Ribeiro, décimo dan em piadas secas e mestre ninja em anedotas absurdas, tem vindo a espalhar pelas ondas da rádio, nas ruas, nos bares de strip e nas paragens de autocarro a sua obra completa.
Porém, os clássicos do cancioneiro «ribeirinho» surgem agora compilados nesta obra-prima do trocadilho e do humor descabido.
Nenhuma outra piada seca apresenta um selo de qualidade como o da «piada ribeirinha», que já tem região demarcada, garantia da União Europeia e várias medalhas de ouro em concursos internacionais de cerveja.
Com as piadas deste livro, podes brilhar na festa de Natal do escritório e durante o jantar de turma da faculdade. Se todos estiverem bêbedos, também ajuda.
«Piadas Ribeirinhas», declaradas pela UNESCO como o melhor desbloqueador de conversa a seguir ao estado do tempo.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Opinião :: Marta | PJ Vulter

Título: Marta
Autor: PJ Vulter
Editora: Coolbooks
Ano: 2017

Sinopse:
Peixelim, verão de 1972. Todos se preparam para as festas da Vila e Teresa aguarda, ansiosa, o reencontro com os primos, Maria Alva e Rodrigo.
Teresa sempre viveu sob a sombra de Marta, a irmã que nunca conheceu, falecida 20 anos antes. Ao completar 16 anos, tudo piora. De repente, Marta parece ressuscitar para a atormentar ainda mais. Ela era uma assombração para toda a família, mas, inexplicavelmente, nunca se falava dela.
Toda a esperança de Teresa estava naquele alento que os primos lhe davam, nas festividades. Mas, nesse ano, nem eles conseguirão valer-lhe; Marta, e tudo o que ela significa - seja lá isso o que for -, está de regresso para atormentar a sua vida. 
Marta leva-nos aos últimos tempos do Estado Novo e ao clima de suspeição e opressão reinantes. Este belíssimo romance retrata um modo de vida que para a maioria dos jovens de hoje nunca existiu, mas é parte da nossa História recente… E é bom lá voltar, de vez em quando, para sabermos dar valor à liberdade que temos.

Opinião:
A sinopse deste livro deixou-me realmente interessada nesta história, mas, não sei bem porquê, senti que o mesmo não iria surpreender-me ou ser um livro excelente; talvez tenha sido por causa do número relativamente reduzido de páginas, tendo em conta o mistério envolvente. No entanto, desde o início quis conhecer a verdadeira história de Marta.
Em Marta, viajamos até aos anos 50 e 70 do século passado, décadas que viram nascer as irmãs Marta e Teresa, que nunca se conheceram mas que estiveram sempre ligadas. Teresa, agora com 16 anos, vive mais do que nunca assombrada pelo fantasma da irmã, bem como a família que a conheceu e presenciou o seu trágico fim. À custa desse acontecimento, Teresa está infeliz e teme que o seu futuro esteja condicionado, mas os seus primos são o seu grande apoio e farão de tudo para a ajudar. Mas, afinal, a grande questão que se coloca é: o que aconteceu a Marta? Por que razão morreu ela tragada por uma onda?
Durante toda a leitura tive essas questões sempre presentes e o certo é que nunca mais encontrava as respostas... Mas fui ficando a conhecer mais pormenores da família e de algumas personagens essenciais à trama, tendo sempre presente a falta de liberdade de expressão que se fez sentir na altura. De facto, este livro é um excelente retrato da ditadura salazarista e, por vezes, custou-me acreditar que aquelas situações se passaram há pouco mais de quarenta anos (em plena juventude dos meus pais!).
De volta à história, acho que ela foi relatada com pouco detalhe e desenvolvimento, bem como as personagens mereciam ser mais bem conhecidas. Apesar disso, gostei do enredo e das pessoas envolvidas, principalmente da Teresa e dos primos Maria Alva e Rodrigo, pois representam bem a geração da mudança que lutou pela liberdade do país.
Honestamente, já perto do final e ainda sem saber o que se passara com Marta, comecei a ficar desiludida com o livro. No entanto, o mistério permanente culminou com um final inesperado, completamente surpreendente: não esperava mesmo aquele desfecho. Por isso, este livro subiu na minha consideração.
Apesar de breve, aqui está um bom livro para os que gostam de mistérios e sempre sob a opressão do Estado Novo.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Livro recebido :: "O Prodígio"

Olá! Hoje quero partilhar o novo livro que se juntou à estante: O Prodígio, de Emma Donoghue. Este livro tem uma capa simplesmente fascinante e uma conjugação de cores linda! Além disso, a sinopse cativou-me muito e acho que a história vai ser surpreendente.
Quem já leu? O que acham do livro?

Título: O Prodígio
Autora: Emma Donoghue
Editora: Porto Editora
Ano: 2017

Sinopse:
A jovem Anna recusa-se a comer e, apesar disso, sobrevive mês após mês, aparentemente sem graves consequências físicas. Um milagre, dizem.
Mas quando Lib, uma jovem e cética enfermeira, é contratada para vigiar a menina noite e dia, os acontecimentos seguem um diferente rumo: Anna começa a definhar perante a passividade de todos e a impotência de Lib. E assim se adensa o mistério sobre aquela família de agricultores que parece envolta num cenário de mentiras, promessas e segredos.
Prisioneira da linguagem da fé, será Anna, afinal, vítima daqueles que mais ama?

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Livro recebido :: "Marta"

Olá a todos! Cá estou eu para partilhar o mais recente livro a chegar à estante: Marta, de PJ Vulter. O livro é relativamente pequeno mas a sinopse é bastante intrigante, pelo que estou curiosíssima em relação à história!
Já agora, adoro a capa! 😍

Já conhecem?

Título: Marta
Autor: PJ Vulter
Editora: Coolbooks
Ano: 2017

Sinopse:
Peixelim, verão de 1972. Todos se preparam para as festas da Vila e Teresa aguarda, ansiosa, o reencontro com os primos, Maria Alva e Rodrigo.
Teresa sempre viveu sob a sombra de Marta, a irmã que nunca conheceu, falecida 20 anos antes. Ao completar 16 anos, tudo piora. De repente, Marta parece ressuscitar para a atormentar ainda mais. Ela era uma assombração para toda a família, mas, inexplicavelmente, nunca se falava dela.
Toda a esperança de Teresa estava naquele alento que os primos lhe davam, nas festividades. Mas, nesse ano, nem eles conseguirão valer-lhe; Marta, e tudo o que ela significa - seja lá isso o que for -, está de regresso para atormentar a sua vida. 
Marta leva-nos aos últimos tempos do Estado Novo e ao clima de suspeição e opressão reinantes. Este belíssimo romance retrata um modo de vida que para a maioria dos jovens de hoje nunca existiu, mas é parte da nossa História recente… E é bom lá voltar, de vez em quando, para sabermos dar valor à liberdade que temos.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Lista de Desejos :: Maio 2017

E num ápice já estamos novamente no melhor mês do ano! 😁 Em breve chegará o dia do meu aniversário e, mais uma vez, decidi listar uns livrinhos que adoraria ler e, quem sabe, receber como prenda!
Mas não se preocupem, não me vou alongar muito... :)
Tempestade de Verão, de Jenny Colgan
A Tua Segunda Vida Começa Quando Percebes que não Terás Outra, de Raphaëlle Giordano
O Poder das Pequenas Coisas, de Jodi Picoult
Isabel de Aragão, de Isabel Stilwell
O Coração de Simon contra o Mundo, de Becky Albertalli
Encontra-me, de J. S. Monroe

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Opinião :: Prantos, amores e outros desvarios | Teolinda Gersão

Título: Prantos, amores e outros desvarios
Autora: Teolinda Gersão
Editora: Porto Editora
Ano: 2016

Sinopse:
A morte de um homem amado; o pranto de uma mulher que falha uma promessa e se julga castigada; uma mãe, uma filha e o cheiro venenoso das acácias; uma mulher que se extravia dentro dos seus sonhos; aquele elevador com alguém preso lá dentro; o futebol, implacável jogo bravo; setenta e cinco rosas cor de salmão, seguras por um laço de seda e embrulhadas em papel de prata; solidariedade machista, conselhos de um velho a um rapaz; uma água-marinha que traz uma mensagem; não cobiçar as coisas alheias; uma teia de enredos, e a Alice que caiu num buraco do qual dificilmente conseguirá sair.
Catorze contos extraordinários, de uma das autoras mais consagradas e inquietantes da literatura actual, que nunca deixa de nos surpreender com a acutilância e profundidade da sua escrita.

Opinião:
Teolinda Gersão possui já uma vasta colectânea de romances, novelas e contos publicados. Todavia, este livro foi o primeiro que li e permitiu-me conhecer a sua escrita.
Prantos, amores e outros desvarios é um livro de contos que nos apresenta catorze histórias de pessoas completamente distintas mas que representam acontecimentos na vida real. A cada conto que lia, ia associando a sua história a alguém ou imaginando as pessoas em questão e, por vezes, o desfecho arrepiava-me pela profundidade das palavras.
Gostei de todos os contos, uns mais do que outros, mas o que mais me marcou foi o que falava de uma mãe, uma filha e o cheiro venenoso das acácias. Este aborda a relação de uma filha com a sua mãe acamada mas que, sem se dar conta do passar do tempo, a filha vê-se envelhecida e sozinha. Foi um conto que me tocou bastante.
Fiquei agradada com a escrita da autora, que se adaptou às várias histórias contadas. O livro é realmente pequeno e lê-se rápido, mas pode muito bem ser lido um conto por dia, por exemplo. É algo que fica ao critério do leitor. :)
Considero este um bom livro!

sábado, 29 de outubro de 2016

Livro recebido :: "Prantos, amores e outros desvarios"

Olá! Chegou à minha estante mais um livrinho! Desta vez é o livro Prantos, amores e outros desvarios, de Teolinda Gersão. É uma obra "acabadinha de sair do forno", pois foi editada neste mês.
O livro não chega às 150 páginas e, como está dividida em pequenos contos, prevejo uma leitura breve. A sinopse despertou-me o interesse! Assim que tiver lido, digo o que achei. :)

Título: Prantos, amores e outros desvarios
Autora: Teolinda Gersão
Editora: Porto Editora
Ano: 2016

Sinopse:
A morte de um homem amado; o pranto de uma mulher que falha uma promessa e se julga castigada; uma mãe, uma filha e o cheiro venenoso das acácias; uma mulher que se extravia dentro dos seus sonhos; aquele elevador com alguém preso lá dentro; o futebol, implacável jogo bravo; setenta e cinco rosas cor de salmão, seguras por um laço de seda e embrulhadas em papel de prata; solidariedade machista, conselhos de um velho a um rapaz; uma água-marinha que traz uma mensagem; não cobiçar as coisas alheias; uma teia de enredos, e a Alice que caiu num buraco do qual dificilmente conseguirá sair.
Catorze contos extraordinários, de uma das autoras mais consagradas e inquietantes da literatura actual, que nunca deixa de nos surpreender com a acutilância e profundidade da sua escrita.

domingo, 17 de julho de 2016

Livro recebido :: "O ano mais estúpido do meu irmão mais novo #1"

Chegou à minha estante mais um livro de Miguel Morais. Desta vez é um livro que relata as aventuras e as peripécias de Janeiro a Abril do ano mais estúpido do seu irmão mais novo. Pela sinopse, consigo prever boas gargalhadas aquando da leitura!

Título: O ano mais estúpido do meu irmão mais novo #1 - De janeiro a abril
Autor: Miguel Morais
Editora: Porto Editora
Ano: 2015

Sinopse:
Olá, eu sou o Miguel, e este é o diário do palerma do meu irmão mais novo! Nele vais poder ler os seus enormes disparates, em casa e na escola, esgotando a paciência à família e à professora. Tirando a adoração que tem pelo futebol, seja na PlayStation ou com caneladas a sério, tudo lhe faz confusão e o empurra para um conjunto de trapalhadas, não havendo limites para tamanha estupidez. Até mesmo a Francisca, a miúda por quem ele se apaixonou, quer distância da sua cabeça oca! Mas nem isso ele consegue perceber...

Olá, eu sou o Gonzo! Posso não ter a inteligência do meu irmão mais velho, mas isso não me impede de curtir a vida. Neste livro, não percas a chegada a casa do meu animal de estimação nem os meus jogos de futebol do campeonato da escola. Descobre também como resolvi melhorar a minha imagem com uma tesoura de cortar peixe e como criei a minha fantástica alcunha. Entra nas minhas aventuras de geocaching, vê como me diverti no Carnaval e na Páscoa e como me comportei na apresentação à família da feiosa namorada do meu irmão. Ah, claro, e prepara-te para conheceres o plano brilhante que elaborei para conquistar a Francisca!

terça-feira, 29 de março de 2016

Opinião :: O Coração de Murano | Marina Fiorato

Título: O Coração de Murano
Autora: Marina Fiorato
Editora: Porto Editora
Ano: 2011

Sinopse
Veneza, 1681
O fabrico de vidro e cristal representa um inestimável monopólio para a República e os espelhos venezianos são considerados mais valiosos do que o ouro. Sob a vigilância atenta do Conselho dos Dez, os sopradores de vidro de Murano vivem praticamente aprisionados na pequena ilha, onde os segredos do seu ofício são guardados a sete chaves. Mas o maior dos artífices, Corradino Manin, ver-se-á forçado a revelar os seus métodos e a vender a alma a Luís XIV, o Rei Sol, para proteger a sua filha ilegítima.
Quase quatro séculos depois, Leonora Manin deixa para trás um passado infeliz em Londres para iniciar uma nova vida como sopradora de vidro em Veneza. Será na cidade mágica dos canais que encontrará o amor e a possibilidade de refazer a sua vida. No entanto, à medida que os segredos da traição do seu antepassado vão sendo desvendados, Leonora verá o seu próprio destino interligado com o de Corradino.
Entre dois tempos, o período renascentista e a actualidade, O Coração de Murano é um romance inesquecível que decorre na mais bela cidade do mundo.

Opinião
Não conhecia a autora nem a sua obra, portanto foi uma estreia. Admito que, apesar de a capa ser bonita e chamativa, as primeiras páginas não me cativaram muito, mas à medida que fui associando as histórias, não conseguia parar de ler! Isto porque a autora conta-nos, alternadamente, as histórias de Corradino e Leonora Manin, dois parentes separados por quase quatro séculos mas com uma paixão em comum: o vidro.
Corradino foi um ilustre soprador de vidro de Murano e era o detentor da arte de o fabricar. Por sua vez, Leonora é uma mulher que procura uma nova vida mudando-se para Veneza, onde envereda pela arte do fabrico do vidro e decide desvendar os segredos do seu antepassado Corradino.
Como referi anteriormente, as histórias são contadas alternadamente de modo a interligar acontecimentos, o que torna as suas vidas bastante parecidas. A escrita é simples e proporciona uma leitura agradável. Existem vários pormenores históricos e a narrativa está repleta de descrições sobre a cidade de Veneza e a ilha de Murano, famosa pelo seu vidro.
Contudo, o fim mostrou-se um pouco previsível e foi o que mais me desiludiu na obra. Apesar disso, não deixa de ser um bom livro para os amantes de romances históricos.