Mostrar mensagens com a etiqueta Divulgação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Divulgação. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Divulgação + Opinião :: Meandros da Mente e do Coração | Pedro Maia

Viva! Hoje venho falar sobre o livro Meandros da Mente e do Coração, de Pedro Maia. O autor é meu conterrâneo e, este ano, publicou o seu primeiro livro de poesia. Fui convidada a conhecer a sua obra e, por isso, adquiri um exemplar.
 
Título: Meandros da Mente e do Coração
Autor: Pedro Maia
Editora: Chiado Books
Ano: 2021
 
Comprar: Chiado Books
 
Sinopse:
Cada um de nós tem as suas histórias para contar, os seus pensamentos, aquilo que observa, que ouve ou até, a forma como encaramos o que os outros dizem ou fazem. Em resumo, uma mescla de simples ideias e devaneios surgidos às três da madrugada, após uma chávena de chá ou de café!

Opinião:
O livro é pequeno e inclui 39 poemas que são reflexões acerca da vida, da amizade, do amor, bem como da pandemia (mais no final), sempre com uma mensagem de esperança.

Gostei da simplicidade das palavras e da leveza com que foram exprimidas. Notei que o livro, além de dividido em poemas, também está dividido por temas. Começando com assuntos do coração, segue-se igualmente por algumas homenagens a familiares e amigos, bem como por certos devaneios da mente, terminando com ilações sobre o futuro, tendo em conta a situação pandémica em que nos encontramos.
 
Sinto que estes poemas foram desabafos de Pedro Maia em alturas de maior reflexão. Penso que todos nós necessitamos de momentos introspectivos e cada um deve exprimir-se da melhor maneira que lhe convém. Neste caso, Pedro jogou com as palavras e tornou mais leves os seus pensamentos.

Dou os meus parabéns ao Pedro pela coragem na publicação do seu primeiro livro e espero que este seja o início de um futuro risonho na escrita.

Convido-te, assim, a conhecer a obra e o autor! Podes encontrar mais informações no Facebook e no Instagram. É sempre bom conhecer novos autores nacionais! 😉

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Divulgação :: Pesadelos Despertos | Rúben Martins

"Pesadelos Despertos": da curiosidade, à loucura
ou à possibilidade de o irreal se tornar real

Pesadelos Despertos, assim se intitula a primeira obra que Rúben Martins lança motivado por, segundo ele, «poder contribuir para que o leitor se desligue de tudo o resto». Atraído pela literatura que aborda mistério, supense, terror e fantasia, o nosso autor aventurou-se neste campo e apresenta-nos um livro que, através de cinco contos, explora o medo que, refere, «está presente em cada um de nós». A não perder, com chancela Chiado Books.

Título: Pesadelos Despertos
Autor: Rúben Martins
Editora: Chiado Books
Ano: 2019


Sinopse:
Cinco histórias que desafiam a razão, o medo e o receio do ser humano. A curiosidade, o lado negro de cada um, a sensação de isolamento, seres sombrios e mitológicos que se cruzam connosco e nos fazem viver os piores pesadelos. Locais assombrados há muito esquecidos que guardam histórias nunca antes contadas.
Conheça os segredos de Twin Falls, uma cidade onde o mal prevalece à espreita em cada esquina. Tranque as portas e janelas da sua casa, sente-se confortável, e mergulhe neste mundo onde os pesadelos não são um sonho, mas sim uma realidade!

➺ O que o levou a escrever esta Obra?
Rúben Martins (RM): Desde muito cedo que me interessei por este género literário. O mistério/suspense/terror/fantasia sempre me chamou bastante a atenção, mantinha-me preso à leitura do início ao fim. Li muito de Stephen King, Allan Poe, H.P Lovecraft, Dan Brown, J.R. Tolkien, entre muitos outros. Recordo-me de entre os meus dez e quatorze anos, ficar na rua até tarde com os meus amigos e contarmos histórias que nos faziam ir depois para casa sempre a olhar por cima do ombro. É esse o tipo de sentimento que procuro no leitor. Criar o medo de uma forma mais psicológica, colocando-o na pele da personagem que vive a história. O gosto em contar histórias, e poder contribuir para que naquele instante o leitor se desligue de tudo o resto, é algo que me dá bastante prazer.

➺ O que pode o leitor esperar?
RM: Este livro trata-se de um conjunto de cinco contos, com situações e personagens bastante distintas. Exploro a curiosidade que existe dentro de cada um, a loucura, a dúvida, a materialização dos sonhos, e a possibilidade do que é irreal se tornar real. Pode ser uma obra em certo ponto "negra", e que explora o psicológico das personagens. O medo está presente em cada um de nós, e pode tomar diversas formas.

➺ Como foi o processo criativo?
RM: Grande parte das minhas histórias têm como ideia base algo que experienciei, pessoas que conheço ou conheci, ou locais que visitei. A curiosidade de Sally, tem como personagem principal um tipo de pessoa que todos nós conhecemos, temos até um nome engraçado para a classificar, ''a coscuvilheira''. O que acontece quando uma pessoa com essa característica se depara com algo que não está à espera? No conto ''O espantalho'', o local é real. Durante muitos anos, os meus avós viveram no meio do campo, e era comum que eu passasse alguns dias das férias de Verão com eles. Num desses anos, ao explorar pela zona, eu e o meu primo descobrimos uma casa abandonada onde existia um espantalho no campo que ficava nas traseiras da mesma. Quanto ao último conto do livro, ''Benock'', ele teve como inspiração um pesadelo que tive por algumas vezes enquanto criança.

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Divulgação :: 15 (ou quem concebeu o mundo não lia romances) | André Éme

“15 (ou quem concebeu o mundo não lia romances”
Razão e coração? Ou coração e razão?



André não esconde: sempre foi mais próximo das letras. Fez da música um vício e, deste vício, caminho. As estórias foram tomando forma e eis senão quando, em 2019, viu ser lançada a sua primeira obra: “15 (ou quem concebeu o mundo não lia romances”, com chancela Chiado Books. É Carlos Magno quem, ao assinar o prefácio, o revela: André «ameaça mesmo ser o caso mais sério da nova literatura portuguesa da actualidade»

Sinopse:
Razão e coração.

Todos os dias, há milhões de coincidências que não acontecem. Mas as que acontecem ficam gravadas na nossa memória e acabamos por chamar coincidências a acontecimentos que a razão nos diz serem meras probabilidades matemáticas.

A morte do Quinze – uma figura pouco querida, mas familiar – e a reunião improvável de tantas antigas companheiras em torno do seu funeral, leva o narrador a fazer uma viagem dentro de si mesmo, à boleia de um ciúme tardio que o incomoda e envergonha.

Nesse caminho interior desenhado pelas memórias que se vão alinhando, os acasos tendem a ser negados, mas… até a menor probabilidade matemática acaba por poder mudar vidas – afinal, são tantas as ocasiões em que a lógica explica, mas não satisfaz!

Coração e razão.


Biografia
«Sempre fui mais próximo das letras do que dos números, mas foi na música que me viciei desde miúdo, entre o Superego e o Chão Nosso, servindo-me dela para contar as estórias que não coloquei em prosa. As poucas que ganharam forma fora do formato canção, foram escritas para a rádio, já perto do canto do cisne do projeto das emissoras locais. Acabei por me formar em Design e especializei-me em Comunicação e Cultura, ao mesmo tempo que me apaixonei pelo ensino da arte e das tecnologias aos mais novos.
Nasci e cresci em Aveiro, mas continuo a tentar fazer caber o presente na história, onde quer que seja.»

O que diz Carlos Magno
«O André transforma qualquer velório numa passagem de modelos e, neste livro, não há carpideiras nem gatos pintados. Só literatura rápida e torrencial. Carregada de irónica ternura e amarga ironia. (…)
Quanto ao André… esperem só mais um pouco. Ele ameaça mesmo ser o caso mais sério da nova literatura portuguesa da actualidade.»

Sobre a editora
A Chiado Books é uma chancela do Break Media Publishing Group. Trata-se da maior editora do mundo em Língua Portuguesa em volume de obras publicadas. Ao celebrar, em 2020, 12 anos, a Chiado Books confirma que, mais do que uma missão, publicar livros é a paixão que move toda a equipa.

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Divulgação :: A Humanidade Desgovernada | Luiz Carlos de Andrade

“A Humanidade Desgovernada” reflete sobre dilemas contemporâneos
CHIADO Books lança o livro “A Humanidade Desgovernada” como manifesto a favor do debate sobre onde estamos e para onde queremos ir
Titulo: A Humanidade Desgovernada
Autor: Luiz Carlos de Andrade
Editora: Chiado Books
Ano: 2020

Comprar: Chiado Books

São Paulo, Abril 2020 - Nunca antes na história da humanidade vivemos uma era de mudanças tão rápidas e profundas, a ponto de nos fazerem questionar todos os nossos valores e parâmetros. Temas como ética, poder e solidariedade são diariamente postos à prova nos nossos relacionamentos pessoais, sociais e profissionais. Estas transformações foram o ponto de reflexão e partida para o livro “A Humanidade Desgovernada”, de Luiz Carlos de Andrade, que propõe 365 dilemas existenciais, sociais, morais e políticos em forma de verso, ao mesmo tempo surpreendente e simples, capaz de impactar o mais leigo dos leitores.

O autor de “A Humanidade desgovernada”, Luiz Carlos de Andrade, é um baby-boomer legítimo, habilitado a falar, por experiência, desde temas do pós-guerra até aqueles que nos afligem nos dias de hoje. E não mede palavras na melhor tradição dos Andrade na literatura. Assim, os dilemas que apresenta no livro, na forma de perguntas, contemplam a mais completa atualidade bem como ecos do passado recente. Afinal, as certezas ou as incertezas da condição humana em 2020 não são exatamente datadas e assombram igualmente baby-boomers, e as gerações X, millennials e Z.

Aqui, vale ressaltar que o autor teve uma visão um tanto “profética”, pois os dilemas que compõem o livro, escritos antes da atual pandemia, são agora, mais do que nunca, atuais:
Vale quem se leva muito a sério,
Ou quem prefere ter critério?
Ou
Vale soar o alarme,
Ou é preferível manter o charme?
São questões como estas que se colocam diariamente à nossa frente, num momento em que nos deparamos com uma situação sem precedentes na história recente da humanidade.

Os leitores encontrarão no livro a possibilidade de responder aos dilemas e quiçá encontrar algum alívio, algum novo caminho, alguma descoberta no mais puro sentido psicanalítico da indução da solução.

O autor foi várias coisas na vida, de advogado a publicitário, mas reconhece-se como poeta e acredita no poder curativo da poesia. Como no verso “Vale a serenidade da varanda, ou o celular que comanda?” Ou “Vale a generosidade, ou a melhor casa da cidade?”.

E por aí segue o livro nos 365 dilemas que ora apelam à leveza ora à acidez. Segundo Andrade: “a poesia, além de encantar, se presta à missão de tirar as pessoas do lugar”.

Nada mais definidor de “A Humanidade Desgovernada” do que a sua capacidade de impactar leitores e leitoras para além das zonas de conforto que anestesiam, tolhem, censuram, porém parecem agradáveis e seguras. Ainda conforme Andrade: “buscar a felicidade é saber amar a trajetória que, por natureza, acontece triste e alegre ao mesmo tempo”.

Para efeito de estilo, “A Humanidade Desgovernada” é um pouco de prosa, de ensaio e de filosofia, mas, sobretudo, um muito de poesia e boa subversão. O autor acredita que a poesia é uma espécie de terrorismo do bem! Que assim seja e que o livro possa aquecer ou irritar quem ousar a sua aquisição.

Sobre o autor:

Luiz Carlos de Andrade nasceu em São Paulo, SP. Bacharel em direito, mestre em ciência da comunicação (ambos pela Universidade de São Paulo) e pós-graduado em direito antitruste pela Samford University de Birmingham - AL, nos EUA.
Após uma bem-sucedida carreira em comunicação e publicidade, ingressou nas artes, com as seguintes realizações: autor e diretor da peça de teatro “No elevador, entre dois andares”, com temporada no teatro Ágora, São Paulo; roteirista e diretor das curtas-metragens “Cinzas Adolescentes” e “Cartas da FEB”, lançados na Cinemateca de São Paulo; autor dos livros: “Calça Justa, Homem Romântico, Mulheres Contemporâneas” (contos), pela editora Thesaurus; “Poemas de Atracação”, “Poemas de Arrebentação” e “Poemas de Arribação”, pela editora Patuá; “Mundo Corporativo – Memórias de Guerra” (crónicas) e “Novo Mundo – a Saga dos Imigrantes na Hospedaria do Brás” (teatro), pela editora Giostri; e “Chuva Fina” (haikais) pela editora Multifoco.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Divulgação :: Foi na Serra que Nasci | Manuel António João

“Foi na Serra que Nasci” reúne poesia popular alentejana em livro
Obra assinada por Manuel António João tem selo Chiado Books

 Título: Foi na Serra que Nasci
Autor: Manuel António João
Editora: Chiado Books
Ano: 2019

Comprar: Bertrand | WOOK | Chiado Books

É com o característico estilo alentejano que a obra Foi na Serra que Nasci é apresentada ao público. A reunir as populares quadras poéticas da região portuguesa, o autor, Manuel António João, conduz o leitor numa viagem por temas quotidianos e também da sua vida. Desde muito jovem, teve de trabalhar para garantir o próprio sustento e, com isso, aprendeu a superar qualquer adversidade.

Publicado pela Chiado Books, o livro já está à venda em todo o país. O livro surgiu a partir de quadras que foram escritas pelo seu pai, António João. E numa conversa com poetas populares e idosos da aldeia de Felizes, o assunto veio à tona e surgiu o interesse de preservar a poesia alentejana.

“Mais tarde já em Lisboa, adoentado e com tempo para matar, escrevi uma poesia para um passatempo na rádio, que para meu espanto, ganhei. Depois, as injustiças do quotidiano e da sociedade, bem como algumas questões pessoais, levaram-me a escrever as quadras populares alentejanas presentes na obra”, relata o autor.

Este livro é para ser lido

Este livro é para ser lido
Perdoe-me esta ousadia
Porque eu fiquei convencido
Que você gosta de poesia

Pode não ser muito bonita
E não mereça a vossa atenção
Esta não é erudita
É de minha inspiração

Foi feita com muito empenho
Um empenho pertinaz
Aqui dou o melhor que tenho
E de melhor não sou capaz

Eu só consigo escrever
Se estou mesmo inspirado
Se me conseguir ler
O meu muito obrigado
Sobre o Autor
Manuel António João nasceu em Felizes, freguesia de São Barnabé, na serra alentejana, em Fevereiro de 1944, filho de António João e de Maria das Dores. Frequentou a escola primária, onde completou a terceira classe. Saiu de casa aos 11 anos para trabalhar na casa de um casal de idosos. Com 14 anos, resolveu comprar os livros da quarta classe, estudou-os por inteiro, e sem frequentar a escola, fez o exame com sucesso.

Aos 17 anos, em Março de 1961, com o apoio dos tios, foi trabalhar para as pedreiras de Pêro Pinheiro, em Sintra. Em Agosto, trocou as pedreiras por uma mercearia e taberna, em Albarraque. Durante três anos, trabalhou alegremente das oito da manhã à meia-noite.

Aos 20 anos, foi trabalhar para uma padaria que lhe permitiu ter tempo para estudar e ter explicações seis vezes por semana. Completou o primeiro ciclo, actuais 5.º e 6.º anos, e já na tropa completou o 5.º ano, equivalente ao 9.º ano. Mais tarde, e já empregado numa fábrica, completou o 7.º ano, equivalente ao 12.º ano. Não frequentou a universidade porque entretanto casou e teve dois filhos. Frequentou alguns cursos de formação na empresa, que entretanto foi dissolvida, dispensando-o com 23 anos de casa.

Felizmente, Manuel António João já tinha aprendido um outro ofício, a restauração e encadernação de livros. Este novo ofício proporcionou-lhe o contacto com todo o tipo de literatura, o que o tornou um amante de livros e da leitura. Acometido de doença grave e sem nunca ter escrito nada, surgiu-lhe aos 73 anos a inspiração para a poesia. Tentou recuperar as quadras do seu pai, António João, mas já era tarde, e só algumas foram recuperadas. Em fevereiro de 2017, resolve participar num concurso de poesia, “Os Enamorados por Lisboa” para o dia de São Valentim, e ganha com o seu primeiro poema, Lisboa Altar do Amor. Surpreendido com a notícia da vitória, inspirou-se para escrever mais dois sonetos sobre Lisboa: Lisboa Cidade do Amor e Lisboa Cidade Privilegiada.

E nunca mais parou.

quarta-feira, 4 de março de 2020

Divulgação :: Sobre Mundos | Pedro Piva

Primeiro livro da série medieval "Sobre Mundos" é lançado em Portugal e no Brasil
Publicada pela Chiado Books, obra é assinada por Pedro Piva

Título: Sobre Mundos
Autor: Pedro Piva
Editora: Chaido Books
Ano: 2019

Comprar: Chiado Books

Sobre o livro:
O primeiro livro da série de ficção medieval “Sobre Mundos”, que engloba três décadas (entre 1476 a 1506), já está disponível em livrarias de Portugal e do Brasil. Publicada pela Chiado Books, a obra é assinada por Pedro Piva. A trama principal gira em torno de duas famílias, que têm as vidas marcadas pela ação de outros em nome da fé: os Gatéls e os Alcácer.

Nesta primeira parte da história, o menino judeu Isaac Gatél, após ter sido capturado e batizado como cristão é enviado como grumete para uma missão de espionagem ao Novo Mundo, a mando do rei de Portugal, Dom Manuel. O rei queria refazer o Tratado de Tordesilhas, com uma nova demarcação entre as terras portuguesas e espanholas. Na viagem, Isaac conhece o seu desafeto, o menino Emanuel de Alcácer, um fervoroso cristão. A partir de então, diversos conflitos e outros personagens e desafios surgem, sempre a testar a fé dos rapazes.

Os livros seguintes, que ainda estão a ser finalizados, completarão a trama, que se passa em Lisboa, Alcácer, Monsaraz e Óbidos, e também na Ilha de São Tomé e Príncipe, no período da sua colonização, no reino de Benin, na Costa Africana, Toledo, no reino de Castela, e ainda o Brasil recém descoberto.

— Escrevi essa série literária com o objetivo de provocar no leitor o interesse pela história pouco contada ou pouco entendida e, mesmo se tratando de uma ficção realista, também falar sobre o comportamento humano, como ele se molda de acordo com ambiente e os nossos interesses pessoais onde uma simples decisão pode afetar a vida de todos que convivemos, ou não.

A série possui personagens e acontecimentos reais e fictícios onde a maioria é de origem portuguesa. Entre os personagens reais, há o rei Dom Manuel I e Duarte Pacheco Pereira. Entre os personagens fictícios, os dois personagens centrais, os meninos Isaac Gatél e Emanuel de Alcácer, além dos jovens lisboetas Henrique Cão (homenagem a Diogo Cão), Nuno de Toledo (homenagem a Nuno Álvares Pereira), Simão de Monsaraz (homenagem a Simão Salvador de Cabo Verde e Pero da Covilhã), Eanes de Alcácer (homenagem a Gil Eanes) e Tito de Óbidos.

— A série demorou dez anos para ser concebida. Isso porque exige-se muita responsabilidade de um autor quando se fala em personagens reais. Houve um trabalho intenso de pesquisa onde a maioria dos assuntos históricos não são encontrados com facilidade. Usei a religião e o comportamento humano como pano de fundo para dar estrutura a história, pois tratasse de meus assuntos preferidos devido a “elasticidade literária” que o tema nos permite — afirma o autor.

Saiba mais
É impossível falar sobre a baixa Idade Média (final do século XIV e início do século XV) sem citar a importância de Portugal. A contribuição histórica foi fundamental para a escolha e o cenário da série. Os acontecimentos reais são descritos da seguinte forma:
  • Livro 1 - SOBRE MUNDOS - O tema central é o Tratado de Tordesilhas e a Conversão Forçada dos Judeus em 1497 (ocorre em Lisboa e no Brasil).
  • Livro 2 - SOBRE MUNDOS II - O RESGATE DE ABSALOM - O tema central é A Colonização de São Tomé e Príncipe em 1472 (ocorre em São Tomé e Lisboa).
  • Livro 3 - SOBRE MUNDOS III - ESPADA CONSUELO - O tema central é A lenda de Preste João em 1485 (ocorre em Lisboa, Monsaraz e Abissínia).
  • Livro 4 - SOBRE MUNDOS IV - DESEJO E TRAIÇÃO (título provisório) - O tema central é a Santa Inquisição e a Peste Negra em 1476 (ocorre em Toledo, Alcácer e Lisboa).
  • Livro 5 - SOBRE MUNDOS V - É A LUZ DO SOL - O tema central é o Pogrom de Lisboa em 1506 (ocorre em Lisboa).

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Divulgação :: Floriano Encapsulado | Frederico Feitoza

Romance “Floriano Encapsulado” tumultua questões centrais da adolescência
Assinado por Frederico Feitoza, livro é publicado pela Chiado Books
 
Título: Floriano Encapsulado
Autor: Frederico Feitoza
Editora: Chiado Books
Ano: 2019

Comprar: Chiado Books

Sobre o livro:
Com uma temática voltada à sociabilidade na escola em tempos de médias sociais, amadurecimento e os mais recentes perigos da adolescência, o romance “Floriano Encapsulado” é o novo lançamento da Chiado Books. Assinado pelo escritor brasileiro Frederico Feitoza, o livro mescla humor ácido e cultura pop, num estilo coloquial, mas intenso.

O grande tema abordado na obra é o bullying e as suas consequências catastróficas para os estudantes de uma escola particular, incluindo aí a delicada pauta do suicídio entre adolescentes. O protagonista, Floriano, é um garoto isolado e de poucos amigos, viciado em shopping centers e videogames. Sabe-se de antemão que já passou por tratamentos psiquiátricos, mas nunca obteve um diagnóstico preciso. Por conta do seu comportamento repetitivo e aparência desleixada, é alvo de discriminação por parte dos colegas. E é a sua resposta às constantes pressões sociais que compõe o elemento misterioso e perturbador do texto. Especialmente quando o palhaço da escola, Roberto Salomão, surge interessado em forçar uma nova amizade.

O livro é bem-humorado, mas explora a fundo o selvagem microcosmo da hora do recreio numa escola de classe média e a dinâmica dos seus afetos: Mabel, a única amiga de Floriano, que é chamada de Sapatuxa porque “age como garoto”, Emanuel, apelidado de “gordinha”, e que não sabe bem se deseja ser menino para sempre, as irritantes Amandas do 1.º B, a “paraíba” Regina George from Taquaritinga... A princípio o leitor parece exposto a uma história inocente sobre apelidos e grosserias na escola, mas aos poucos o livro converte-se num intenso suspense que envolve a ida de adolescentes de classe média à periferia (não fica muito clara qual é, mas inspira-se na geografia do Distrito Federal) e aos desafios sedutores e perigosos que eles propõem entre si.

A ideia para o livro surgiu enquanto o autor lecionava um curso de comunicação e cultura na Universidade Católica de Brasília, onde trabalhou por quatro anos. Inspirado por uma onda de suicídios que aconteceu num shopping center da cidade, o Pátio Brasil, durante os anos 2000, resolveu criar um texto que abordasse a temática, de forma a consciencializar não só os adolescentes, mas os leitores adultos e também educadores.

O autor afirma que o livro foi escrito após a sua mudança para Berlim, na Alemanha, durante o verão de 2018.

— Acredito que seja um suspense sobre como os jovens podem reagir à atmosfera cínica e isolante da vida em sociedade no início dos anos 2010, em uma cidade qualquer do Brasil, mas é também um texto escrito com muita ternura sobre como encontrar amor em meio aos destroços sentimentais do dia a dia. É tanto literatura juvenil quanto jovem adulta — ressalta.

Sinopse:
UM RETRATO TERNO E ASSOMBROSO DAS ARMADILHAS DA ADOLESCÊNCIA.
Floriano, o “Assacínico”, é um mistério em plena luz. Habituado aos diagnósticos imprecisos de seu psiquiatra, é de poucos amigos. Aos 14 anos e cansado de lidar com o bullying constante, tem uma surpresa: o maior palhaço da hora do recreio, Roberto Salomão, aproxima-se para o que parece o início de uma amizade suspeita. Ele curte sertanejo universitário, namora a estonteante Regina George from Taquaritinga e vem do perigoso Conjunto Ceilópolis. Resta saber se Floriano acredita nesta nova amizade ou se tudo não passa de um de seus mórbidos planos contra os “otários” da escola. Acompanhe nesta jovem novela o desenrolar de um perigoso esquema de bullyings e desafios que custará vidas.

Sobre o autor:
Frederico Feitoza, 38 anos, é escritor e jornalista. Pesquisador na área de Mídia e Psicanálise, foi professor durante quatro anos no curso de Comunicação da Universidade Católica de Brasília. A cultura jovem do Distrito Federal inspirou-o a escrever “Floriano Encapsulado”, especialmente as histórias que ouviu sobre uma curta, mas enigmática onda de suicídios num shopping center da cidade. Hoje vive em Berlim, onde se dedica à aprendizagem da língua alemã e à produção literária. A sua luta de todos os dias é contra o desamor no mundo neoliberal.

domingo, 3 de novembro de 2019

Divulgação :: Sempiterno | Raquel Loio

Envolto em mistério, “Sempiterno” é um retrato da consciência humana
Obra assinada por Raquel Loio tem o selo Chiado Books

 Título: Sempiterno
Autora: Raquel Loio
Editora: Chiado Books
Ano: 2019

Comprar: Bertrand | WOOK | Chiado Books

Sobre o livro:
O primeiro livro de Raquel Loio, “Sempiterno”, traz uma narrativa em que a consciência pensa sobre a sua própria essência, sobre quem é e sobre o mundo com o qual interage. Publicada pela Chiado Books, a obra é dinâmica e envolta em mistério, ao ser contada pela própria consciência, numa história que pode ser comparada a um mar. Assim, a escrita apresenta movimentos rítmicos ou circulares, tal como a água e tal como a consciência. Por exemplo, manifesta-se, de uma forma que parece ritmada, no surgimento de estados de espírito pouco habituais para depois se regressar ao estado mais habitual. Ou, tal como remoinhos, em momentos nos quais um assunto é desenvolvido como uma espiral, parecendo ocorrer um certo afastamento, e até a ideia de que a consciência se perdeu numa divagação, para depois ser revelado como todo aquele movimento serviu para a compreensão do assunto iniciado.

Além disso, novos pensamentos, imagens, sentimentos estão constantemente a surgir na obra. Assim, apresenta um vislumbre da unidade da consciência, procurando integrar todos os seus momentos, desde os mais fantasiosos e oníricos aos mais racionais e reflexivos. Isto faz também com que o tempo e o espaço estejam pouco definidos, pois o tempo e o espaço do “Sempiterno” são transversais ao estado de sonho e ao estado de vigília.

Este aspeto, aliás, permite várias abordagens do livro. Por exemplo, toda a história poderia ter acontecido num instante na vigília ou poderia ser o contar de um sonho. Sem algo muito concreto, esta consciência, que em todo o caso procura liberdade, parece ter momentos em que se transcende. Pois, apesar dos muitos momentos em que está completamente embrenhada no caos, tem os seus instantes de silêncio, harmonia e compreensão.

— Ao ler esta obra, os leitores podem ver-se, de certa forma, refletidos. Podem, eventualmente, encontrar-se com o seu subconsciente. Pois, a forma como a consciência está retratada no livro “Sempiterno” é muito simbólica, subjetiva e, também por isso, é tão inesperada quanto comum. Cada ser humano tem presente, consciente ou inconscientemente, os símbolos e as vivências que têm vindo a acompanhar a humanidade — ressalta a autora.

Sobre a autora:
Raquel Loio encontra-se a desenvolver um projeto de investigação na área da fenomenologia e filosofia do espírito, no âmbito do Doutoramento em Filosofia, na Universidade da Beira Interior. Terminou o Mestrado em Antropologia Médica, pela Universidade de Coimbra, em 2012. Exerceu enfermagem, maioritariamente na área da toxicodependência, entre 2008 e 2015. Tem participado em algumas exposições de desenho e pintura.

sábado, 26 de outubro de 2019

Divulgação :: Destinos | Jorge Manuel Lucas Alves

“Destinos” é romance que tem a história portuguesa como pano de fundo
Obra de Jorge Manuel Lucas Alves tem o selo Chiado Books

Título: Destinos
Autor: Jorge Manuel Lucas Alves
Editora: Chiado Books
Ano: 2019

Comprar: Bertrand | WOOK | Chiado Books



Sobre o livro:
A dissonância entre amor e guerra é também a síntese da obra “Destinos”, que fala sobre a relação entre um soldado português e uma jovem francesa em plena Guerra Peninsular, a começo do século XIX. Desta forma, paixão e amizade contrapõem-se à crueldade extrema das batalhas, marcadas por violência e mortes. Assinado pelo historiador Jorge Manuel Lucas Alves, este romance tem a chancela Chiado Books e já está à venda em todo o país.

O livro faz referência à Revolução Francesa, à Guerra das Laranjas com a rendição da fortaleza de Ouguela e às Invasões Francesas. Na história, como Junot desmobiliza o exército português, forma-se então uma força que será conhecida como a Legião Portuguesa, que é enviada para fora do Reino. Há referência ainda aos massacres praticados pelas tropas francesas, às guerrilhas, à fome e à morte que atingiu milhares de pessoas, entre outros factos marcantes. Desta forma, entrelaçados pelos acontecimentos históricos, os leitores acompanham as personagens, numa forma de também compreender o que se passou há pouco mais de 200 anos.

— O leitor irá encontrar no livro personagens fictícias, que bem podiam ter existido, e através delas irá ficar a conhecer, para além da ficção, todo este período da nossa História. As personagens comportam-se e vivem como qualquer homem ou mulher da época, com os seus problemas, sentimentos, ambições, sonhos, desafios, etc.. É uma obra onde o leitor irá encontrar a violência da guerra, a sua crueldade e a sua miséria. As personagens irão comportar-se como se cada uma delas tivesse existido e dentro das suas vidas temos bem presente o sexo, a paixão, a traição, a vingança, a amizade, a valentia, a coragem e toda a força de vencer de um povo — relata o autor.

Sobre o autor:
Nascido em 1977, natural de Campo Maior, Jorge Manuel Lucas Alves é licenciado em História pela Universidade Autónoma de Lisboa e tem Mestrado em História, Relações Internacionais e Cooperação pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É também autor do Romance histórico “Tempos Turbulentos”.

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Divulgação :: Desabafo da Alma | Elvira da Silva

“Desabafo da Alma” é livro de poesia baseado na delicadeza dos sentimentos
Assinada por Elvira da Silva, a obra tem o selo Chiado Books

Título: Desabafo da Alma
Autora: Elvira da Silva
Editora: Chiado Books
Ano: 2019

Comprar: Bertrand | WOOK | Chiado Books

Sobre o livro:
Amor, morte, exclusão, nostalgia e sonhos são alguns dos temas que integram a obra “Desabafo da Alma”, de Elvira da Silva. O livro de poemas, recém lançado pela Chiado Books, busca evocar sentimentos, através das palavras, para emocionar o leitor. E, para além de promover uma identificação com os assuntos abordados, a proposta é também mostrar a delicadeza que existe até mesmo nos acontecimentos mais difíceis, como a morte.
A obra resulta de um conjunto de escritos reunidos ao longo de muitos anos, já que a autora faz poesia desde muito nova. Incentivada pelos filhos e o marido, resolveu reunir os melhores poemas e publicá-los em livro.
— A cada emoção que sinto com intensidade, escrevo instantaneamente e dou asas à imaginação — relata Elvira.

Sinopse:
A morte é um novo sol
A alma segue nova etapa
Sem esforços ganha a batalha
E irradiante de luz
A alma regressa a casa
excerto do poema A alma regressa a casa

Morri por dentro sorri por fora
Como sol terno sem luz
Morri no Outono
Renasci na Primavera
Como doce quimera
excerto do poema Morri tantas vezes

Botar fora aquela dor
Troca-la por risos e alegria
é olhar o mundo a nossa volta
Com um toque de poesia
excerto do poema Fazer da vida canção

Sou mulher amante amiga
Sou dona do teu coração
Sou companheira que atravessa o tempo
Sou pilar que segura a tua mão
excerto do poema Anjo que dança na noite


Sobre a autora:
Nascida na década de 1970, numa aldeia do alto Minho (Darque), distrito de Viana do Castelo, a autora cresceu numa família modesta, no meio de oito irmãos. Menina carente e com falta de estima própria,­ lidou muito cedo com a morte, pois perdeu o pai e a irmã num curto espaço de tempo. Mas, mesmo destroçada, levava sempre um sorriso no rosto. Estes acontecimentos despertaram em si a paixão pelos livros e pela escrita.
Com a idade de 11 anos, numa aula de Português, foi louvada por um professor com uma nota excelente após entre­gar-lhe uma redacção. Ele chegou a perguntar de qual livro ela havia tirado o texto e quem era o autor. O questionamento causou algum desconforto, pois a redacção era da sua própria autoria.
Poucos anos depois, Elvira decidiu imigrar para a França, na busca de uma vida melhor. Decisão que mudou a sua vida radicalmente, sendo aí que encontrou o seu actual marido, um trasmontano com quem tem três filhos. Foi inspirada nesta vivência que nasceu a obra “Desabafos da Alma”.