sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Livros recebidos :: "O Menino Que Pedalava" e "Domingo, o Jogo"

Viva! Esta semana recebi uma encomenda vinda do Brasil, gentilmente enviada pela escritora Cassia Cassitas, a propósito de um sorteio que a mesma lançou no Goodreads e que eu tive a sorte de ser uma das contempladas!
Recebi, portanto, O Menino Que Pedalava, o livro que esteve a sorteio, e também Domingo, o Jogo, o primeiro livro de Cassia e que teve grande sucesso no Brasil. Os dois exemplares vieram autografados e irão, obviamente, ser guardados com todo o carinho!
Posteriormente irei lê-los e, claro, vou deixar aqui a minha opinião. Este é também um dos objectivos dos autores quando oferecem livros: receber opiniões sinceras sobre as suas obras.

Título: O Menino Que Pedalava
Autora: Cassia Cassitas
Editora: Pandorga
Ano: 2015

Sinopse:
Quando Elizabeth viajou à África do Sul deixando Mário em meio à preparação dos Jogos Olímpicos de 1992, eles não imaginavam que ali começava a verdadeira jornada que mudaria suas vidas.
De volta ao Brasil, Elizabeth deu a luz ao menino André, que, contrariando todas as expectativas, se interessa pelo ciclismo. Com a ajuda dos pais, de seu treinador e de um empenhado médico, André passa a conviver com uma nova realidade. muitas vezes difícil de entender e de lidar.
As dificuldades em se adaptar a complicada rotina de atleta, o temperamento rebelde, a superproteção dos pais e as inquietações e desejos de qualquer adolescente vão sendo deixados para trás, enquanto nosso herói corre em direção as Paraolimpíadas de Pequim.
Mais do que uma simples história de superação e garra, O Menino que Pedalava é um relato impressionante que tem o poder de despertar em nós o espírito adormecido da solidariedade, da coragem e da luta por um ideal, em um momento mais do que oportuno, quando André se prepara para competir nas Paraolimpíadas do Rio, em 2016.

 Título: Domingo, o Jogo
Autora: Cassia Cassitas
Editora: VerdesTrigos/KindleBookBr
Ano: 2010

Sinopse:
Vai mais longe quem vê nos olhos o que as palavras não dizem. Quem sente no toque da pele envelhecida o frescor das histórias que o olhar úmido esconde. Mas muitos só conseguem ouvir buzinas. Não percebem os instrumentos, a sinfonia da vida, os gritos dos sonhos sufocados no peito. Perdem a capacidade que as crianças têm de intuir a verdade nos olhos. Aceitam as regras, mas não as pessoas. É esse o jogo que você aprende a alterar, resgatando da infância possibilidades esquecidas.

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