sábado, 26 de outubro de 2019

Divulgação :: Destinos | Jorge Manuel Lucas Alves

“Destinos” é romance que tem a história portuguesa como pano de fundo
Obra de Jorge Manuel Lucas Alves tem o selo Chiado Books

Título: Destinos
Autor: Jorge Manuel Lucas Alves
Editora: Chiado Books
Ano: 2019

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Sobre o livro:
A dissonância entre amor e guerra é também a síntese da obra “Destinos”, que fala sobre a relação entre um soldado português e uma jovem francesa em plena Guerra Peninsular, a começo do século XIX. Desta forma, paixão e amizade contrapõem-se à crueldade extrema das batalhas, marcadas por violência e mortes. Assinado pelo historiador Jorge Manuel Lucas Alves, este romance tem a chancela Chiado Books e já está à venda em todo o país.

O livro faz referência à Revolução Francesa, à Guerra das Laranjas com a rendição da fortaleza de Ouguela e às Invasões Francesas. Na história, como Junot desmobiliza o exército português, forma-se então uma força que será conhecida como a Legião Portuguesa, que é enviada para fora do Reino. Há referência ainda aos massacres praticados pelas tropas francesas, às guerrilhas, à fome e à morte que atingiu milhares de pessoas, entre outros factos marcantes. Desta forma, entrelaçados pelos acontecimentos históricos, os leitores acompanham as personagens, numa forma de também compreender o que se passou há pouco mais de 200 anos.

— O leitor irá encontrar no livro personagens fictícias, que bem podiam ter existido, e através delas irá ficar a conhecer, para além da ficção, todo este período da nossa História. As personagens comportam-se e vivem como qualquer homem ou mulher da época, com os seus problemas, sentimentos, ambições, sonhos, desafios, etc.. É uma obra onde o leitor irá encontrar a violência da guerra, a sua crueldade e a sua miséria. As personagens irão comportar-se como se cada uma delas tivesse existido e dentro das suas vidas temos bem presente o sexo, a paixão, a traição, a vingança, a amizade, a valentia, a coragem e toda a força de vencer de um povo — relata o autor.

Sobre o autor:
Nascido em 1977, natural de Campo Maior, Jorge Manuel Lucas Alves é licenciado em História pela Universidade Autónoma de Lisboa e tem Mestrado em História, Relações Internacionais e Cooperação pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É também autor do Romance histórico “Tempos Turbulentos”.

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

25-10-2019 :: Dia das Compras na Net

Hoje é o Dia das Compras na Net! Esta é uma iniciativa anual em que várias marcas de comércio electrónico nacionais realizam promoções e descontos durante 24 horas. 🕛

Por essa razão, hoje é um excelente dia para aproveitar a oportunidade de comprar aquele(s) livro(s) que tanto queremos ou, já a pensar nos presentes de Natal, um livro para oferecer a alguém especial, a preços mais baixos. 📚

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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Livro recebido :: "O Rapto de Edgardo Mortara"

Título: O Rapto de Edgardo Mortara
Autor: David I. Kertzer
Editora: Editorial Presença
Ano: 2019

Comprar: Bertrand | WOOK

Sinopse:
O extraordinário caso da detenção de um rapaz judeu, de seis anos, às ordens do Vaticano, em 1858, que contribuiu para o colapso do poder temporal do Papa. Bolonha: crepúsculo, Junho de 1858. Batem à porta da casa de Momolo Mortara, um comerciante judeu. Entram dois oficiais, a mando da Inquisição, para levarem Edgardo, de seis anos, filho de Momolo. Ao ver a criança a ser arrancada dos braços do pai, a mãe desfalece.
Motivo do rapto: Edgardo tinha sido batizado em segredo por uma criada da família. Segundo a lei dos Estados Pontifícios, o rapaz passara assim a ser um católico, o que tornava lícito que fosse retirado à família e levado para um mosteiro especial onde a sua conversão seria concluída.

É com esta cena chocante que o historiador David I. Kertzer, galardoado com diversas distinções, inicia o seu relato da verdadeira história de como o rapto desta criança esteve na origem do colapso do Vaticano enquanto poder secular. Kertzer retrata a angústia de uma família de modestos comerciantes, o ritmo da vida quotidiana no gueto judeu de Bolonha, e explora também, através da evocação das campanhas revolucionárias de Mazzini e Garibaldi, e de figuras como Napoleão III, a emergência da Itália como um estado moderno e nacional.

Comovente e esclarecedor,
O Rapto de Edgardo Mortara lê-se como um thriller histórico e dá-nos a conhecer, de forma rigorosa, o modo como esta tragédia humana mudou o curso da História.

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Opinião :: Os Crimes do ABC | Agatha Christie

Título: Os Crimes do ABC
Autora: Agatha Christie
Editora: RBA Coleccionables
Ano: 2008 (1.ª edição de 1936)

Sinopse:
Poirot recebe uma carta que anuncia um crime que será cometido em Andover. No fim, uma assinatura: ABC.
No dia marcado, uma mulher idosa, que dá pelo nome de Ascher, dona de uma tabacaria, é encontrada morta. Seguem-se outras cartas e outros assassínios segundo uma rigorosa ordem alfabética. Poirot está decidido a evitar que o misterioso assassino chegue ao fim do abecedário.

Opinião:
Neste thriller de Agatha Christie, conhecemos o caso dos denominados crimes do ABC através da narrativa do Capitão Hastings, grande amigo de Hercule Poirot.
O mistério, como revela a sinopse, começa com Poirot a receber uma carta que menciona um futuro crime e o local onde será cometido, além da intrigante assinatura de ABC. Depois de uma mulher com um nome começado por A ter sido assassinada em Andover e de ter ao lado um horário de comboios ABC, aconteceram mais crimes seguindo o mesmo procedimento e a ordem do abecedário.
A escrita de Hastings está intercalada com a narrativa acerca de um homem chamado Alexander Bonaparte Cust, que tem um temperamento e comportamento suspeitos. Tendo este homem as iniciais ABC, até que ponto terá ele a ver com o caso?
A história é misteriosa do início ao fim. A personagem Cust é muito intrigante e leva a crer que é ele o próprio assassino. Contudo, Agatha Christie não costuma entregar pistas tão óbvias ao leitor, por isso é com avidez que se lê este livro para conhecer o desfecho que, por sinal, é inesperado!
A narrativa está repleta de elementos que tornam o caso complicado de desvendar, mas percebendo o raciocínio de Poirot, vemos que o criminoso pensou em tudo ao pormenor. Mas não há crimes perfeitos e Poirot descobre tudo!
Foi mais um óptimo livro de Agatha Christie que merece ser lido por todos!