Ontem, realizou-se a primeira semi-final do Eurovision Song Contest (ESC) deste ano. Esta foi a semi-final em que Portugal concorreu, tendo sido Conan Osíris a representar-nos com a canção Telemóveis. Desde o fenómeno do Salvador Sobral em 2017, Portugal não passava pelo problema de ter de actuar numa semi-final, por isso este ano foi para voltar ao normal e sofrer um bocadinho mais de ansiedade!
Adorei o vídeo inicial, em que mostrava o percurso de vida de Netta Barzilai desde a infância com o sonho de ser cantora e de conseguir alcançar uma vitória no ESC.
Após a apresentação dos apresentadores, começou o desfile musical!
Tamta foi a primeira a subir ao palco e, para mim, era uma das favoritas à vitória. Esta foi uma das poucas músicas que ouvi antes do ESC e achei que foi uma cópia da Fuego do ano passado. Apesar de muitos acharem que vai ter sucesso neste ESC, a actuação ao vivo não me surpreendeu como imaginava. Nada de compara à Eleni Foureira! 🔥
Esta actuação passou-me um pouco despercebida... E, provavelmente, a muitas mais pessoas, visto que nem sequer passou à final.
Este ano não estava com grandes expectativas quanto à aposta da Finlândia e, aquando da actuação, acabou por me irritar tanto lookooay...
Adoro estas sonoridades tradicionais! Não sabia como iria resultar a combinação destas vozes com rock, mas gostei! Fiquei com pena de a Polónia ter ficado pelo caminho...
De início, achei a actuação um bocadinho frouxa... Mas depois fui ouvindo melhor a melodia e a voz da cantora e fui gostando. Afinal, uma boa música não tem de ter falsetes nem agudos espectaculares. 😉
A República Checa tem vindo a surpreender cada vez mais na Eurovisão e esta banda foi a mais carismática da noite! Adorei! Friend of a friend of a friend of a friend...
O regresso de Joci Pápai não correu tão bem como a sua estreia. A música não era má de todo, mas não cativou o suficiente.
Admito: esta música é o meu guilty pleasure deste ano! Quando ouvi o excerto do primeiro ensaio, quis logo ouvir na totalidade e passei os dias a ouvi-la... A música é fixe e dá para dançar! Mas fiquei um bocado desiludida com a actuação.
Esta é uma música semelhante a tantas outras que a Sérvia já levou. Não adorei a música, mas adorei a qualidade vocal da cantora!
Senti pena do rapaz... Não sei se era nervosismo ou outro problema, mas a voz não lhe saiu bem... E isso também não me ajudou a apreciar a música.
Uma actuação poderosa, mas que não me fascinou.
A minha maior surpresa! Fiquei completamente colada ao ecrã a ver esta actuação incrível, bem como rendida à voz dela. Não sei explicar bem... mas isto raramente acontece e é bom sinal! É uma muito provável vencedora!
Das duas uma: ou se ama ou se odeia. E eu não amei. Mas não me admirei de a ver passar à final...
Mais uma surpresa! Fez-me lembrar Avicii. Gostei muito e foi a favorita da minha mãe! 😃
O Conan saiu-se bem melhor do que eu pensava. No entanto, faltou power e houve pouca adesão por parte do público. Infelizmente não surpreendeu e não foi o suficiente...
A música é boa e a cantora tem bom poder vocal, apesar de não ser grande fã do timbre de voz dela.
Serhat por San Marino! A música é bem animada, mas a voz não estava no seu melhor... Mesmo assim, acho o Serhat tão simpático e até gostei de o ver na final!
O interval act foi preenchido com uma actuação de Dana International, vencedora israelita do ESC em 1998. Ao invés de cantar a sua música, levou a sua versão de Just The Way You Are, de Bruno Mars. Pessoalmente, não gostei da actuação, principalmente por me soar a playback, mas gostei da mensagem que transmitiu.
Por fim, os finalistas foram revelados e, surpreendentemente ou não, Portugal não passou. Fiquei admirada com uma ou outra passagem, bem como a não passagem de certos países. Como sempre, há injustiças! Mas fico na dúvida se realmente merecíamos a final. Eis a questão...
Quinta-feira saberemos quais serão os restantes finalistas!
Viva! Ontem foi o meu aniversário e recebi estes dois livros de uma pessoa muito especial: Louca e Má, de Chloé Esposito. Já há muito que tinha vontade de ler estes livros e foi uma boa surpresa tê-los recebido neste meu aniversário!
Sinopse: Louca é um thriller passado em Londres e na Sicília, no espaço de uma
violenta semana de verão, e que explora os temas do ciúme e do engano,
do crime e da inveja. Uma gémea não só se apodera da vida perfeita da
irmã, como se dispõe a continuar a vivê-la. Alvie Knightly está muito em
baixo: sem objetivos na vida e a beber demais. A sua vida é ainda pior
se comparada com a de Beth, a sua irmã gémea e perfeita. Beth casou-se
com um italiano lindo e rico, tem um bebé maravilhoso e sempre foi a
preferida da mãe. A única coisa que têm em comum é a aparência. Quando Beth envia um bilhete de avião à irmã para
que a visite em Itália, Alvie mostra alguma relutância. Mas quando é
despedida do emprego que detesta e os companheiros de casa a põem na
rua, começa a mudar de ideias e a pensar na luxuosa villa de Taormina.
Ao chegar lá, Beth pede-lhe que troque de identidade com ela durante umas horas,
para poder escapar à atenção do marido. Alvie agarra com unhas e dentes a
oportunidade de viver a vida da irmã, ainda que temporariamente. Mas
quando a noite acaba com Beth morta no fundo da piscina, Alvie dá-se
conta de que aquela é a sua hipótese de mudar de vida. E, afinal, o
que escondia Beth do marido? E porque é que a convidou para ir a Itália?
Alvie vai descobrindo segredos e mentiras à medida que mergulha mais
fundo na vida da irmã morta. E terá de fazer de tudo para conseguir
suportar as suas próprias mentiras.
Alvie Knightly até pode acordar no Ritz, mas a sua vida não é um mar de rosas.
Para começar, tem a maior ressaca de sempre. E depois, a sua gémea
mimada, Beth, foi encontrada morta na Sicília, e agora a polícia quer
interrogá-la. E ainda por cima, o namorado sexy de Alvie desapareceu com o dinheiro todo que roubaram a Beth.
Mas ele meteu-se com a miúda errada.
Alvie vai perseguir o seu ex em Roma num jogo de gato e rato em que só um pode sobreviver.
Não há fúria no inferno como a de uma mulher enganada… Mas será que
Alvie conseguirá vingança antes de ser apanhada pelos seus crimes?
Sinopse: Nova Iorque. Londres. Milão. Paris. Fashion Week nas quatro cidades. Um
mês de entrevistas intermináveis, festas, trabalho incansável e atenção
aos detalhes nos desfiles de moda semestrais. No centro da tempestade e
da avalanche de trabalho está a americana Timmie O'Neill, cuja renomada
marca, Timmie O, é a personificação do casual chic. Ela criou um negócio
que a inspira e ocupa toda a sua vida. Apesar do êxito
profissional, Timmie O’Neill vive marcada pelo passado. Até que um
intrigante francês, Jean-Charles Vernier, entra na sua vida quando ela
adoece na Semana da Moda de Paris. De início, Timmie e Jean-Charles
Vernier têm apenas uma relação normal de paciente e médico. Com o
tempo, tornam-se confidentes e amigos e, quando Timmie regressa a casa,
mantêm-se em contacto a uma distância segura entre Paris e Los Angeles.
Há uma boa razão para se manterem separados, mas nenhum consegue negar a
amizade crescente e a atração que sentem quando se encontram. À
imagem e semelhança da própria vida moderna, é uma história complexa e
atraente. Carreiras, famílias, histórias, perdas, dever, obrigação e
medo de perder o controlo. São dois mundos muito diferentes, duas
pessoas de personalidade forte que se cruzam e que podem mudar tudo de
um momento para o outro. Serão suficientemente corajosos para
enfrentarem o que vem a seguir? E farão isso, juntos ou separados?
Opinião:
Este foi o primeiro livro que li de Danielle Steel e foi, portanto, uma
descoberta, tanto da maneira de escrever como da história em si.
A sinopse sugeriu-me um romance forte entre duas pessoas importantes e
reconhecidas no seu meio; no entanto, o contacto entre eles seria
complicado por causa da distância e dos constantes entraves das suas
vidas.
Acreditei que a história fosse ser muito mais tórrida e pormenorizada.
Tendo em conta as poucas vezes que o casal se via, pensei que esses
momentos fossem ser mais descritos, mas achei que os acontecimentos
correram depressa e pouco deu para conhecer aprofundadamente
algumas coisas e pessoas. Também por isso, achei o final demasiado
previsível e repentino: aí é que devia haver continuação!
Não obstante, gostei da história e esta não se limitou apenas ao romance, mas
também a outros aspectos da vida de Timmie que deram também vida ao
livro.
Em suma, foi um bom romance, maioritariamente numa cidade romântica, mas não foi um livro excelente.
Viva! Recentemente, foi-me oferecido o livro Julieta, de Anne Fortier, por cuja capa me enamorei imediatamente! A sinopse apresenta uma história muito interessante que me remete à literatura clássica (neste caso, de William Shakespeare) e que é recordada através de descobertas inesperadas no presente. Acho que vou adorar lê-lo!
Sinopse:
Julieta, um ambicioso e sedutor romance, segue a odisseia de uma jovem
que descobre que as origens da sua família remontam aos amores frustrados dos
dois maiores amantes da literatura: Romeu e Julieta.
Quando Julie Roberts herda a chave de um cofre em Siena, Itália, dizem-lhe
que conduzi-la-á a um tesouro de família. A jovem lança-se numa jornada tortuosa
e perigosa, mergulhando na história da sua antepassada Julieta, cujo amor lendário
por um jovem chamado Romeu abanou os alicerces da Siena medieval.
À medida que Julie se cruza com os descendentes das famílias
envolvidas no inesquecível conflito familiar de Shakespeare, começa a perceber
que a conhecida maldição - «Malditas sejam as vossas casas!» - continua
actual e que ela é o alvo seguinte. Parece que a única pessoa capaz de salvar
Julie é Romeu - mas onde está ele?